Idosos desnutridos: o que fazer?

Idosos desnutridos: o que fazer?

Todos sabemos que o bem-estar e a alimentação estão diretamente ligados a qualidade de vida, não é mesmo? Isso fica ainda mais evidente na terceira idade. Porém, é muito comum observarmos vários casos de idosos desnutridos. O que fazer quando isso ocorre?

A carência de nutrientes essenciais para a manutenção da saúde, como ferro, cálcio, vitaminas, potássio, entre outros, pode causar sérios problemas de saúde, como osteoporose, anemia e colesterol alto, além é claro, da desnutrição.

Em outro post aqui no blog, contamos um pouco sobre como evitar que o idoso se alimente de forma inadequada. No artigo de hoje, iremos abordar o assunto de idosos desnutridos, e o que é possível fazer para evitar esse problema.

Hiporexia: o que é?

Primeiramente, vale ressaltar o que é a hiporexia. Você já ouviu essa palavra antes? Ela significa a redução ou falta de apetite, e é muito comum ocorrer em pessoas da terceira idade, devido a mudanças fisiológicas, que levam o indivíduo a perder o interesse nos alimentos.

Isso é muito sério, pois os casos de idosos desnutridos podem desencadear situações de perda de peso, cansaço, anemia e piora em quadros clínicos. O aparecimento da hiporexia está ligado a outros fatores, e pode envolver os sistemas endócrino, digestivo, sensorial e cerebral. 

Fatores

Como citado anteriormente, existem alguns casos que podem fazer com que o idoso perca o prazer em se alimentar de forma correta. Entre eles, pode-se destacar:

  • Alteração nos sentidos (olfato, paladar e tato);
  • Problemas dentários;
  • Uso incorreto de medicamentos;
  • Fatores psicológicos e sociais;
  • Solidão;
  • Depressão.

Por isso, é de extrema importância consultar um especialista caso a pessoa comece a apresentar algum destes sintomas, para que o problema seja rapidamente identificado, os idosos desnutridos possam voltar a se alimentar da forma correta.

Como tratar

A boa notícia é que é possível intervir na situação logo no início, e possibilitar que a pessoa na terceira idade volte a se alimentar da forma correta e tenha uma boa qualidade de vida.

Entre as dicas para que os idosos desnutridos consumam os nutrientes necessários para sua alimentação está a maneira de preparar as refeições. Como assim?

Dicas

Pois bem, a pessoa responsável deve oferecer alimentos fáceis de comer, como sopas e comidas amassadas, tipo purês. Produzidos do jeito certo, eles não perderão nenhum valor nutricional. Investir em alimentos ricos em probióticos, antioxidantes, ferro, vitamina C e fontes de ômega 3 também é uma excelente pedida para evitar a desnutrição.

Outra boa opção é estimular a refeição em família. Atualmente, por questões como rotina apressada ou simplesmente por falta de hábito, as pessoas não se juntam para realizar suas refeições. 

Isso também influencia diretamente na vida do idoso, que pode se sentir isolado. Ao estar junto de seus entes queridos, ele irá se sentir amado e terá mais vontade de comer.

Lembra quando você era criança e sua mãe ou sua professora diziam que uma refeição só estaria completa caso o prato estivesse colorido? O estímulo visual está diretamente ligado ao nosso cérebro, naquilo conhecido cientificamente como “Psicologia das cores”, que é capaz de tornar algo prazeroso devido à cor característica do elemento.

Um prato colorido, com vários alimentos diferentes irá atrair a atenção do idoso, reduzindo a possibilidade de ele perder o interesse na refeição.

Por fim, outra dica é investir no consumo de suplementos nutricionais. No mercado, existem opções complementares que possibilitam o aumento da ingestão proteica e calórica, evitando a perda de peso e massa muscular e ajudando a melhorar o quadro dos idosos desnutridos.

No entanto, cada pessoa tem suas particularidades e necessidades próprias, então, nunca é demais reforçar que um profissional deve ser consultado para avaliar a situação e indicar o tratamento correto para os quadros de idosos desnutridos.

Veja também: https://www.seniorclube.com.br/blog/quais-as-vantagens-de-um-nutricionista-para-a-saude-do-idoso/

Aqui no Seniors Club, temos um cardápio preparado por nutricionistas especializados, que prezam pelas necessidades individuais de cada hóspede. 

Caso tenha interesse e conhecer mais sobre residencial de idosos, entre em contato e marque uma visita.

Confira 5 opções de atividades físicas para idosos

Todos aprendemos durante nossa vida que é fundamental manter o corpo e a mente exercitados e sempre em movimento. Isso fica ainda mais evidente na “terceira idade”. 

A prática de atividades físicas para idosos é de extrema importância, pois além do fortalecimento do sistema imunológico, os exercícios também previnem o aparecimento de doenças crônicas, além de minimizar os impactos do tempo no processo de envelhecimento, como o enfraquecimento dos músculos.

Em outro artigo publicado aqui no blog do Seniors Club, listamos quatro principais hábitos para conquistar qualidade de vida na velhice. No texto de hoje, iremos apresentar cinco opções de atividades físicas para idosos.

Caminhadas

A caminhada é uma das mais tradicionais atividades físicas para idosos. Ela ajuda a prevenir ataques e problemas de coração, além de controlar a pressão arterial e reduzir os níveis de colesterol. 

As caminhadas são benéficas pois ajudam a tonificar os músculos e fortalecer os ossos, controlando o peso e contribuindo para a melhora do sono e do bem-estar físico e mental.

Como é um exercício extremamente seguro, ela pode ser praticada por idosos de qualquer idade, e não necessita de novas habilidades para ser executada. No início, pode-se optar por caminhar distâncias curtas, com pouca velocidade, e ir aumentando progressivamente, de três a cinco vezes por semana.

Atividades aquáticas

A água pode ser uma boa aliada nas atividades físicas para idosos. Exercícios como natação e hidroginástica possibilitam movimentos que não causam impactos nas articulações e tendões. Pelo contrário, os potenciais benefícios vão desde a capacidade aeróbica até o aumento da força muscular e flexibilidade.

Assim como as caminhadas, as atividades aquáticas são bastante populares e seguras, causando impactos positivos também para o sistema respiratório e cardiovascular, pois ajudam a melhorar o estresse, aumentando a disposição para as outras atividades do dia a dia. Os exercícios realizados na água também melhoram a autoestima e a confiança, pois proporcionam que haja interação social do idoso com outras pessoas.

Alongamento

Um estudo publicado pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) indica que pessoas com boa flexibilidade tendem a sofrer com menos dores e lesões musculares, especialmente na região lombar, além de aliviar a rigidez muscular e eliminar alguns tipos de desconfortos.

Por isso, o alongamento também é uma boa opção de atividades físicas para idosos, pois é o principal elo entre a vida sedentária e a vida ativa. Por ser um exercício que não exige aprendizagem, é uma opção simples e eficaz para melhorar a capacidade funcional e a qualidade de vida da pessoa idosa.

A atividade é recomendada especialmente para idosos que têm pouca mobilidade e algum tipo de limitação para esportes que exigem mais vigor. Outra vantagem do alongamento é que ele pode ser realizado juntamente com outro exercício, como a caminhada.

Dança

É difícil alguém que não goste de dançar, não é mesmo? Se leva jeito ou não, isso pouco importa, pois, além de ser um momento que proporciona diversão, a dança ajuda a manter o condicionamento aeróbico, a força muscular e a flexibilidade.

A dança é outra boa escolha de atividades físicas para idosos, pois ela também possibilita que o indivíduo alcance estados emocionais positivos, sendo esse o maior ganho trazido pela prática do exercício.

Essa melhora no estado emocional impacta diariamente na qualidade de vida do idoso, pois, além de exercitar a mente, aumenta a capacidade motora e auxilia no combate à depressão. O exercício pode ser realizado duas vezes por semana, inicialmente de 15 a 30 minutos, mas que podem ser aumentados progressivamente, com sessões de até 60 minutos cada.

Musculação

Por fim, a musculação é outra boa opção de atividade física para idosos. Isso mesmo, você não leu errado, pois engana-se quem pensa que o exercício é indicado apenas para pessoas mais jovens. 

Diversos estudos publicados apontam a musculação como sendo a atividade de maior potencial, pois ela possibilita o aumento da massa muscular e da força óssea, desde que, é claro, seja realizado com supervisão e de forma correta, também aliado à uma alimentação saudável.

O Seniors Club dispõe de uma academia de ginástica disponível para que o hóspede possa se exercitar no momento que ele quiser. O nosso residencial também conta com atendimento especializado de uma nutricionista, que irá cuidar de forma personalizada na alimentação do idoso, respeitando suas particularidades e necessidades nutricionais.

As atividades físicas para idosos são de extrema importância para garantir o bem-estar e a qualidade de vida deles. Nunca é tarde para começar algo novo, então, coloque em prática estes hábitos! 

O Seniors Club conta com um vasto time de profissionais multidisciplinares, que estão atentos diariamente à auxiliar na melhora da rotina de vida da pessoa idosa, que merece o que há de melhor! Agende uma visita e venha nos conhecer!

Por que a Hospedagem Permanente é uma Boa Opção?

O Seniors Club é um residencial de hospedagem permanente para idosos. Além da estrutura moderna, os serviços oferecidos são de alto padrão, com o intuito de oferecer o conforto de um hotel 5 estrelas, o atendimento especializado de uma clínica e os exercícios físicos e as atividades de entretenimento de um clube.

A equipe é formada por profissionais multidisciplinares como enfermeiros, médicos, nutricionistas e fisioterapeutas, que juntos proporcionam aos hóspedes todo o cuidado necessário à saúde física e mental dos idosos, visando o bem-estar completo de cada um. 

Além disso, o Seniors encontra-se em uma região privilegiada da cidade, ao lado do Ecoville e próximo ao centro de Curitiba. Temos também nosso próprio estacionamento. Tudo pensado para facilitar o acesso e a frequência de visitas dos familiares. 

Veja mais: A Importância do Convívio Social na Terceira Idade 

Quais são os Benefícios Oferecidos aos Hóspedes? 

O residencial Seniors Club, foi projetado para ser diferente dos demais. Com isso, oferecemos alguns benefícios. Entre eles: 

– Incentivo ao convívio social com outros idosos;

– Momentos de lazer que proporcionam qualidade de vida;

– Atividades físicas que incentivam a coordenação motora e mantêm o cérebro ativo;

– Estrutura pensada para a independência dos residentes;

– Equipe especializada em cada área que o residente necessita;

– Atendimento médico permanente e sem custo adicional; 

Proporcionar bem-estar e qualidade de vida ao nosso ente querido é o que mais desejamos, certo? Logo, um residencial para idosos é a solução mais indicada nos momentos em que a nossa rotina nos impede de oferecer todo o conforto do qual ele necessita.

Qual é o custo x benefício do Seniors Club?

A estrutura foi pensada para atender de forma completa todas as necessidades do público da terceira idade. O ambiente é adaptado, conta com elevadores, corrimãos, pisos antiderrapantes, além de outras acessibilidades.

O valor das mensalidades é justo e varia de acordo com o grau de dependência do seu familiar. Nesse valor está incluso atendimento médico diário, equipe multidisciplinar, consultas com médico, atividades físicas acompanhadas por profissional especializado, refeições com cardápios montados por nutricionistas, lavanderia e atividades de lazer e entretenimento, para desenvolvimento das habilidade físicas, motoras e mentais.

Optando por um bom lar de idosos, acaba a sua preocupação com a contratação de funcionários e todo o cuidado e burocracia que isso envolve. Além disso, é a confiança de que a pessoa que você ama está em segurança, recebendo o tratamento adequado, tendo acesso à atividades que vão desenvolver e manter as suas habilidades e socializando com outras pessoas. 

Percebeu como vale a pena manter quem você mais ama sob os cuidados de um lar com hospedagem permanente? Optar por hospedar o idoso em um bom residencial é acima de tudo uma prova de amor e cuidado.

Veja mais: Dicas para Convidar o seu Familiar Idoso à Morar em um Residencial 

Caso tenha interesse em mais informações, acesse nosso site ou entre em contato conosco para agendar uma visita. 

Dicas para convencer o seu familiar idoso à morar num residencial

Convencer os pais, avós ou até mesmo outros familiares a morar num residencial para idosos, não é uma tarefa fácil. Afinal, muitas pessoas ainda possuem um certo preconceito com residenciais que atendem a terceira idade. 

Porém, é necessário esclarecer que muitas vezes um residencial especializado pode ser a melhor maneira de oferecer todo o conforto e cuidados que nossos velhinhos precisam, cuidados esses que, com o passar da idade, tornam-se mais necessários e constantes do que nunca. 

Mas com isso, a maioria dos filhos sente dificuldade em conduzir o destino dos pais. Até porque, a inversão de autoridade pode não ser aceita por eles. Pois, mesmo enfraquecidos, os idosos podem impor suas vontades, levando os filhos a desistir de procurar uma solução segura, mesmo estando totalmente convencidos de que seria o mais adequado. Então, como lidar com essas situações da melhor forma possível? 

Veja mais: Como Funciona a Hospedagem Permanente? 

A médica responsável pelo Seniors Club, Dra. Carla Lagomarsino, relatou a importância do diálogo entre familiar e idoso, na hora prévia à busca por um residencial. 

“Eu e meu marido recebemos e conversamos com todas as famílias que vêm nos visitar, à procura de um residencial. Geralmente nos procuram quando surgem sinais que lhes indicam que algo pode não estar bem com as pessoas que amam. 

Apesar de muitas vezes ainda ouvirem discursos coerentes dos seus familiares mais velhos, começam a presenciar repetições de pequenos acidentes, confusões com a medicação, quedas, cenários de isolamento e depressão, emagrecimento acentuado, e começam a preocupar-se com a segurança e o bem-estar dos seus idosos.

E o problema acaba surgindo, na hora de convencer os familiares. Por mais que seja a melhor opção, tanto para a saúde mental, quanto física dos mesmos, as vezes não é fácil aceitar esse fator, emocionalmente falando. Até porque muitas vezes o que o filho quer – segurança – não é o mesmo que o idoso deseja: a autonomia de continuar “mandando na sua própria vida”, destaca a Dra. Carla. 

Por isso, confira algumas dicas para tornar esse momento mais fácil. 

Veja mais: Cuidar do Idoso em Casa ou em um Local Especializado? 

1- Quem deve falar?

Convencer uma pessoa a morar em um lar para idosos, quando sempre morou sozinha, não é tarefa fácil. O melhor é que quem converse seja alguém em que esta pessoa sinta bastante confiança. Às vezes um familiar, um médico, ou até mesmo um amigo. 

A expectativa de mudar radicalmente a sua rotina pode ter um peso muito grande e o ideal é que tudo comece como uma experiência. Sim! Tudo que é definitivo assusta muito. Então por que não começar dizendo que vai ser uma mudança provisória? Até porque ninguém sabe mesmo como vai ser esta tentativa. 

Vai ser com o passar dos dias em um novo lugar que o idoso poderá sentir os benefícios de ter outras pessoas para conviver e se divertir, ter regalias como alguém que prepara as suas refeições, que mantém seu quarto limpo e que o lembra de tomar seus medicamentos na hora correta. 

2- Desmistifique a imagem negativa dos Lares de Idosos

Claro que a escolha do Lar é tudo! Hoje, existem lares bonitos e com pleno conforto, muito bem equipados, onde os idosos podem estar melhor do que em suas próprias casas. 

A entrada em um lar representa uma oportunidade para os idosos fazerem novos amigos, se libertarem de responsabilidades e desfrutarem de uma vida ainda ativa, em um ambiente seguro e assistido.

Importante o idoso compreender que, num local assistido, ele manterá essa autonomia tão necessária. Só não terá que se preocupar com IPTU, manutenção, mercado, empregada, contas de energia, água e internet…. 

Veja mais: 15 Benefícios que Apenas Nossos Hóspedes Possuem

3- Lembre ao idoso que a outra alternativa pode ser a solidão 

Viver só pode ser perigoso durante a terceira idade. Existem riscos de quedas ou de passar mal por algum motivo e não ter ninguém para ajudar. 

Às vezes confiar em uma empregada ou cuidadora que vem por certos períodos pode não ser a solução de todos os problemas, pois tem-se que pensar no período em que ela não está. 

4-  Ajude o idoso a tomar consciência dos riscos que corre

O melhor será, primeiro, refletir calmamente e em conjunto com o próprio idoso sobre a sua real situação. 

A manutenção do idoso em sua casa sem o devido acompanhamento promove a sua insegurança em caso de acidente ou de mal-estar, podendo levá-lo para um estado de maior sofrimento ou mesmo de maior dependência.

A entrada em um lar no momento de crise não permite uma escolha ponderada e dificulta a integração do idoso no mesmo.

5- Fique atento aos sinais de saúde do idoso

Quando o idoso está ficando esquecido, confuso ou repetitivo, são sinais de um possível processo inicial demencial. Pode ser mais complicado aos familiares apresentar razões para a mudança de casa, pois a pessoa se torna incoerente. 

Não consegue entender as razões plausíveis como segurança ou ter cuidados. E até pode colocar-se bastante contra se a família quiser utilizar como argumento algum problema cognitivo. Neste caso, o melhor é convencê-lo a passar um período por outras razões, como uma reforma na casa, férias da empregada, ou o tratamento de um probleminha clínico, uma espécie de reabilitação monitorada para se fortalecer. Ou seja, motivos que não se relacionam ao seu estado de saúde mental.

6- Tenha calma e paciência 

Seja no caso de solidão ou em estado de situação incapacitante por alguma doença, convencer um idoso a sair de sua casa é uma situação muito difícil e necessita muita paciência com a pessoa mais velha. Uma boa sugestão é escutá-lo em caso de recusa e perguntar os motivos de sua escolha. 

A partir daí, é possível tentar convencê-lo baseado em seus próprios argumentos. A maioria das pessoas não deixam os idosos se expressarem ou falarem o que pensam, e muitas vezes essa atitude pode ser a razão da recusa deles em morar com outra pessoa que passará a viver com eles, especialmente aqueles que sempre foram independentes durante sua vida inteira.

Ouvir as pessoas idosas e ponderar com elas de modo calmo e persuasivo sem tentar impor-lhes nada, pode ser uma boa alternativa de convencimento.

7- Proponha um período experimental

Um pouco à semelhança das crianças quando vão a primeira vez para o jardim, os idosos precisam de tempo para se adaptarem. Até que se sinta melhor no lar do que em sua própria casa! 

Se o idoso estiver lúcido, esta jornada pode ser proposta numa perspectiva experimental, envolvendo-o na decisão e na avaliação do lar escolhido.

Veja mais: Descubra Porque as Relações Sociais são Importante para Idosos

Gostou do conteúdo de hoje e ficou curioso (a) para saber mais sobre os serviços do Seniors Club? Entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas. Se preferir, basta agendar uma visita para conhecer cada espaço que o residencial oferece aos nossos queridos hóspedes. 

Como Estimular a Autoestima na Terceira Idade?

A autoestima é importante em qualquer fase da vida, principalmente na terceira idade. Mas por incrível que pareça, nem todas as pessoas se sentem bem consigo mesmas durante essa fase. Muitos idosos pensam já ter vivido o suficiente ou acreditam não terem mais utilidade, o que acaba tornando o processo de envelhecimento uma carga pesada. 

Por isso, ter uma boa autoestima pode ser algo bem difícil de ser conquistado para algumas pessoas. Os idosos que não possuem um histórico de vida saudável, provavelmente encontrarão dificuldades nessa fase. Isso proporciona maior facilidade em adquirir doenças relacionadas à velhice, como fobias, medos, aflição, insegurança, sentimentos de inferioridade, exclusão etc. Além disso, a falta da autoestima da terceira idade pode gerar até mesmo a depressão. 

Dicas de como aumentar a autoestima da pessoa idosa

Inclua o idoso nas decisões do dia a dia

Muitas vezes, a família acaba impondo certas escolhas na vida do idoso, mesmo que de forma inconsciente. Isso acaba gerando desconforto e até mesmo irritabilidade, o que não é saudável para ambos os lados.  

O ideal a fazer é a família incluir o idoso nas tomadas de decisões. Sendo assim, você pode tentar:

  • Listar o que o idoso gosta de comer e tentar equilibrar;
  • Levá-lo para fazer as compras e escolher os alimentos;
  • Fazer com que ele participe do preparo do alimento;
  • Tentar não fazer tudo por ele (quando não há limitação física);
  • Perguntar sua opinião em questões simples.

Impor responsabilidades para melhorar a autoestima é importante 

Algumas pessoas não gostam de ter responsabilidades, mas sem elas, a rotina pode acabar ficando sem sentido. E é exatamente isso que acontece com os idosos, que, por muitas vezes, são subestimados. 

Isso cria uma sensação de impotência, o que contribui muito para a falta de autoestima. Por isso, é importante delegar algumas obrigações simples do dia a dia, para que o idoso levante todos os dias, tendo uma rotina para seguir. 

Algumas delas podem ser: 

  • Arrumar a cama;
  • Colocar roupas sujas na lavanderia;
  • Cortar alguns legumes;
  • Cozinhar pratos simples.

Incentive o idoso a praticar um hobby 

Muitas pessoas acabam deixando de lado seus hobbys, pela falta de tempo, mas na terceira idade isso não é desculpa. Fazer o que gosta é extremamente benéfico para a autoestima. 

Incentivar o idoso a praticar um hobby, promove o desenvolvimento de novas habilidades, estimula o convívio social e aumenta a autoestima. Mesmo que o idoso não tenha nenhuma atividade em mente, é importante procurar desenvolver novas habilidades em aulas de arte, música, dança, jogos, academia, entre vários outros exemplos. 

Estimule a prática de exercícios físicos

Praticar atividades físicas na terceira idade é fundamental, pois promove a qualidade de vida, bem-estar e ainda deixa o corpo mais flexível e resistente, o que colabora para que a autoestima permaneça sempre elevada. 

É importante lembrar que para incentivar o idoso a praticar uma atividade física, é necessário sugerir algo que ele se identifique. Pode ser musculação, yoga, pilates, exercícios aeróbicos, alongamento, hidroginástica e várias outras opções. 

E independente da escolha, o exercício precisa ser praticado com supervisão e autorização médica, prezando pela segurança e garantindo a saúde plena. 

Veja mais: Conheça 3 maneiras de aumentar a autonomia do idoso

Conclusão 

Além de praticar todas as dicas citadas no texto acima, é importante buscar orientação profissional e seguir as recomendações necessárias para cada tipo de pessoa. E se mesmo assim, o idoso continuar se sentindo pra baixo, com a autoestima desestruturada, procure um lar que ofereça uma rotina com várias atividades e entretenimento. Isso pode ajudar e muito!

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Os Perigos da Infantilização do idoso

Os Perigos da Infantilização do idoso


 

Pense em todas as pessoas famosas, que você admira e que já passaram dos 60. Agora se imagine falando para o Rei do futebol, Pelé (80 anos): “Vamos brincar de bolinha?”. Soa estranho, não?

Quantas vezes já ouvimos a frase: “um idoso volta a ser criança”? A infantilização da pessoa idosa é uma prática comum, as vezes sem intenção, mas que pode causar problemas que vão da perda da autoestima até a depressão. Acompanhe no texto.

E se você estivesse no mesmo ambiente que a Suzana Vieira (78 anos) e se dirigisse a um familiar dela e perguntasse sobre a saúde de Suzana?

Parece exagero, mas esses são exemplos de atos praticados por familiares ou até mesmo profissionais da saúde em relação a idosos. Tirando deles escolhas, opiniões, autonomia e os tratando como crianças.

É quase como se, a maturidade e a capacidade cognitiva de um idoso não coubessem mais na vida adulta, como se a pessoa que chegou a velhice, tivesse o mesmo nível de compreensão de uma criança da primeira infância.

Esse processo de infantilização do idoso faz com que ele se sinta diminuído, que a sua autoestima seja gravemente afetada e por fim, o próprio idoso acaba vendo a si como uma pessoa frágil e incapaz.

Para alguns psicanalistas, a infantilização pode ser considerada como uma fonte de violência, capaz de gerar trauma e conflito, que em conjunto são responsáveis por destruir a autoconfiança e apressar o declínio do idoso. Nas palavras de Eloah Mestieri, psicanalista com experiência em bem-estar na terceira idade: “A infantilização coloca uma barreira entre o idoso e o mundo, como se este estivesse regredindo de importância enquanto sujeito. Isso traz consequências drásticas na saúde física também.”

Exemplos de como ocorre a infantilização do idoso

  • Falar com o idoso usando expressões no diminutivo (comidinha, roupinha, caminha);
  • Conversar apenas com o acompanhante ou como se o idoso não estivesse presente;
  • Deixar de incluir o idoso em programas como shows, teatros, festas e viagens em família;
  • Não conversar com a pessoa idosa sobre temas da atualidade;
  • Não considerar as opiniões da pessoa em decisões relacionadas a sua vida, como fazer festa de aniversário ou usar determinados tipos de roupa.

É claro que esse comportamento não tem como intenção prejudicar o idoso, é apenas a ânsia de tratar com carinho e demonstrar respeito e amor com quem tem mais idade, mas é preciso entender o limite entre o desrespeito e o carinho.

É completamente possível ser afetuoso e empático em relação ao idoso sem descaracterizar a identidade e a personalidade da pessoa. Já é bem difícil para o idoso se adaptar às mudanças na rotina impostas pela velhice.

As limitações cognitivas e motoras que envolvem aspectos físicos, psíquicos e sociais por si só já podem ser um gatilho para a depressão. Aliados ao sentimento de impotência por não poder gerir a própria vida, causados pela infantilização, afetam sua autoconfiança.

A infantilização não é saudável para o idoso. Afeta a sua dignidade, saúde física e mental. Instiga a tristeza e a melancolia, que podem se encaminhar para sintomas de depressão, apressar a perda cognitiva, a senilidade e outros problemas.

A única forma de evitar isso é ter equilíbrio, cuidado e bom senso. Não faça pelo idoso o que ele mesmo pode fazer, ouça-o com atenção, respeite as suas opiniões e decisões, insira ele nos programas familiares e estimule a socialização.

A velhice é uma condição que faz parte das nossas vidas, todos irão envelhecer um dia, por isso devemos abandonar essa ideia de regressão e de inabilidade. Mesmo que o idoso necessite de cuidados, ele não deve ser posto em uma posição de passividade.

Como Reconhecer a Perda de Autonomia do Idoso

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Como Reconhecer a Perda de Autonomia do Idoso

 

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O envelhecimento é algo que não pode ser evitado e durante esse processo, o indivíduo pode começar a perder a capacidade de executar determinadas atividades do seu dia a dia. Mas você sabe em que momento o idoso passa a ser dependente?

A escala de Katz pode ser usada como parâmetro para avaliação desses quesitos. Ela avalia o comprometimento das Atividades de vida diária (AVD), que são definidas por habilidades diárias de autocuidado que aprendemos na infância, tais como alimentar-se, ir ao banheiro, escolher a roupa, arrumar-se e cuidar da higiene pessoal, vestir-se, tomar banho, andar e transferir (por exemplo, da cama para a cadeira de rodas). Estas habilidades são ao idoso a autonomia que necessita para sobreviver.

Para que o idoso seja independente, é necessário que ele seja capaz de exercer Atividades instrumentais da vida diária (AIVD). Essas são aprendidas na adolescência e englobam atividades mais complexas como: gerenciar finanças, organizar e limpar a casa, preparar a comida, usar transporte coletivo ou dirigir, entre outras ações que dão suporte a vida cotidiana. Isto é o que lhe dá condições de viver só e cuidar de si.

Normalmente as doenças degenerativas cerebrais fazem o idoso perder inicialmente as funções de AIVD, e posteriormente as da AVD. Mas o idoso deve sempre ser estimulado a se cuidar dentro de suas possibilidades e condições, porém nesse caso, de forma assistida. Participar das atividades diárias irá exercitar a autonomia e promover o aumento da autoestima do idoso. A família deve apenas se atentar ao limite de estimulação; ele não deve nunca exceder a segurança pessoal do idoso.

É possível, em alguns casos, que o idoso consiga realizar suas atividades de vida diária mas não as atividades instrumentais de vida diária, que estão diretamente relacionadas à sua capacidade para viver e residir com independência, sem precisar do auxílio de terceiros ou familiares.

Ele pode ter a capacidade física e a mobilidade preservadas, mas pode estar em um estágio de degeneração cognitiva que comprometa a sua memória e o impeça de fazer tarefas simples como cozinhar, por exemplo. Quantos casos de idosos que esquecem a chama do fogão acesa nós conhecemos? Esse processo levará o idoso a dependência, mesmo que parcial, e isso causará danos a sua saúde emocional e autoestima.

Em quase todos os casos o idoso que se torna dependente, mas que ainda preserva a sua autonomia para o autocuidado, se sente inferiorizado e incapaz, por necessitar de apoio para atividades pessoais e por perder o poder de decisão sobre como e onde viver, e tem dificuldade de aceitar isso. Na maioria das vezes são obrigados a deixar as suas casas e os hábitos que lhe proporcionam prazer e bem-estar, para viver com algum membro da família e precisam se encaixar na rotina da nova casa.

Foi pensando nisso, que o Seniors Club foi criado. Em nosso residencial, conseguimos estimular a autonomia do idoso, fazendo sentir-se em um ambiente aconchegante, que é dele. Com profissionais que estão atentos em tempo integral às suas necessidades, sem interferir na sua liberdade. Agende já sua visita pelo telefone 41 3285-8558.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

A imunidade do idoso em relação a Covid-19

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A imunidade do idoso em relação a Covid-19

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Em tempos de pandemia, muitas pessoas têm se perguntado se existe algo a fazer em relação a saúde do mais vulneráveis frente a Covid-19. Será que é possível melhorar a imunidade do idoso através de alimentos e medicamentos? A resposta é sim!
Dormir bem, ter hábitos saudáveis como fazer exercícios físicos e evitar o tabagismo, são atitudes que influenciam muito a imunidade de qualquer pessoa. Porém, quando se trata de um idoso, naturalmente mais frágil, que já possui uma ou mais comorbidades isso pode não ser o suficiente.
Existem algumas vitaminas e minerais essenciais para o equilíbrio do organismo e melhora da resposta imunológica frente ao novo vírus. A defesa do corpo se dá através de células sanguíneas e anticorpos que neutralizam a atividade viral. Para uma boa batalha, o organismo deve estar com este sistema imunológico íntegro, em quantidade satisfatória.
Essas células sanguíneas necessitam de vários ingredientes para serem produzidas e é nesse processo que entram algumas vitaminas e minerais, essenciais nessa produção, especialmente as vitaminas A, C, D, E e ácido fólico, e os minerais selênio, zinco e ferro.

Quais alimentos possuem essas vitaminas e minerais?

  • Vitamina A: pode ser obtida através da ingestão de leite, ovos, brócolis, couve e vegetais amarelados como cenoura e abóbora;
  • Vitamina C: é encontrada nas frutas cítricas, no caju, goiaba, morango, kiwi, nos pimentões, rúcula, alho, espinafre, alface, etc;
  • Vitamina D: provém dos raios solares em contato com a pele;
  • Vitamina E: vem de óleos vegetais de oliva, soja, milho, girassol, das nozes, sementes e grãos integrais e dos peixes;
  • Ácido fólico: você encontra no feijão, na laranja, nas amêndoas, amendoim, lentilha, ovos e vegetais verdes;
  • Selênio: está nas nozes e em vegetais e animais que se desenvolveram em solo rico neste mineral;
  • Zinco: pode ser encontrado em mariscos, ostras, camarões, carnes, frango, peixe, ovos, grãos e cereais integrais;
  • Ferro: está nas carnes vermelhas, especialmente fígado, rins e coração e nos peixes, beterraba, feijão, folhas verdes escuras, amêndoas e castanhas e frutas secas.

Caso o idoso não tenha uma dieta balanceada, capaz de suprir a boa ingestão destes nutrientes, a recomendação é que um médico e um nutricionista sejam procurados e façam uma avaliação, para uma possível suplementação na sua dieta. Tomando o cuidado, é claro, para não exceder as quantidades necessárias, pois o uso abusivo de algumas vitaminas e minerais podem causar danos ao corpo do idoso.

No Seniors Club Residencial para idosos, temos uma equipe multidisciplinar que individualiza o atendimento do hóspede, para que ele tenha uma ingestão adequada daquilo que é necessário para o equilíbrio do seu organismo e assim esteja melhor preparado para combater possíveis infecções.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Como é Possível Desfrutar da Convivência em Um Lar de Idosos?

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Como é Possível Desfrutar da Convivência em Um Lar de Idosos?

 

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Engana-se quem acha que entre os moradores de um lar de idosos existam apenas pessoas com problemas graves de saúde física ou mental. Entre esses idosos, existem os que, apesar da idade, gozam de plena lucidez, memória e disposição. E para esses hóspedes não se devem restringir as atividades artísticas e intelectuais complexas, como pintura, jogos de xadrez ou um campeonato de cartas, para não tirar deles o prazer de desfrutar da convivência.

O grande problema é que a maioria das instituições não têm estrutura e planejamento, a maioria das casas de repouso são locais adaptados, onde não é possível fazer a separação dos idosos com diferentes estágios de fragilidade e muitas vezes nem é oferecida uma programação de atividades que desenvolvam a parte motora e intelectual dessas pessoas.

O que vemos na maioria das vezes nos lares de idosos, são pessoas com diferentes problemas de saúde física e mental, convivendo nos mesmos espaços. O comum nesses casos é que a terapia ocupacional seja para todos ao mesmo tempo, respeitando as limitações dos mais frágeis e negligenciando os mais ativos. O resultado disso é que os idosos com boa saúde acabam participando de atividades muito simples, que subestimam o seu potencial. Isso gera desinteresse e distanciamento.

Hoje, no lugar do antigo pensamento, de que casas de repouso são apenas locais onde as pessoas tenham apenas cuidados básicos, nasce o conceito de Novo Lar de Idosos. São locais que mais parecem condomínios fechados ou verdadeiros clubes, onde é possível que a socialização ocorra entre idosos com os mesmos níveis de intelecto, saúde e disposição.

Nesses residenciais de idosos, tudo é planejado desde o início para que se consiga fazer a divisão e assim trabalhar as habilidades de cada grupo. Para os idosos com maiores dificuldades, programas e atividades adequados às suas limitações, com profissionais que possam dar atenção e monitoramento o tempo todo.

Para os que gozam de plena saúde, desperta-se o interesse através de atividades que estimulam o seu intelecto. A interação entre pessoas da “mesma tribo” permite a troca de experiências, o divertimento e a criação de laços de amizade. Tudo isso acaba tornando a convivência uma experiência extraordinária.

Essa é a nossa convicção no Residencial SENIORS CLUB. Por isso pensamos em cada detalhe para receber hóspedes em diferentes estágios e mesmo assim, poder oferecer a todos eles a melhor experiência de vida que cada um possa ter. Desde suítes distribuídas em cinco módulos separados, sendo que cada um deles conta com um posto de enfermagem 24 horas, atividades de lazer e entretenimento todos os dias das 8h às 17h, fisioterapia ou ginástica funcional todos os dias, muitas áreas de lazer externas e internas, bosque para caminhada, cinema, e muito mais. Faça-nos uma visita e venha conhecer!

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