Quais os benefícios da yoga para os idosos?

Quais os benefícios da yoga para os idosos?

Quais os benefícios da yoga para os idosos?

A prática de atividades físicas é essencial na terceira idade, pois ela ajuda a manter o corpo e a mente ativa, o que é fundamental para um envelhecimento saudável. Dentro desses exercícios, um bastante indicado é o yoga para idosos.

Essa atividade, que é tão popular mundo afora, pode trazer uma série de vantagens para a saúde dos idosos. 

Além de favorecer a força muscular, trazer um maior equilíbrio e possibilitar uma melhor respiração, ela também pode ajudar a prevenir deficiências cognitivas e neurológicas, segundo uma pesquisa realizada pelo departamento de Saúde e Enfermagem da Universidade Federal de Alfenas (Unifal).

Todos esses aspectos são essenciais para que haja uma manutenção do bem-estar e da qualidade de vida de quem está na terceira idade. Consequentemente, isso é fundamental para que haja um envelhecimento saudável.

Por isso, se você ainda não sabe o que é, como funciona e quais os benefícios do yoga para idosos, siga a leitura e confira este artigo completo que preparamos!

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O que é o yoga?

Antes de explicarmos melhor como funciona e quais os benefícios do yoga para idosos, é importante você saber o que é e como surgiu essa atividade.

Ele é uma prática milenar, e surgiu há aproximadamente 2.500 anos a.C, entre as maiores civilizações da época, e que estavam localizadas entre o Paquistão e a Índia. 

Ele é uma prática milenar, e segundo registros, surgiu na Índia, há mais de 5.000 anos atrás. No entanto, alguns pesquisadores acreditam que o yoga pode ter até mesmo 10.000 anos de idade!

Essa prática começou a ficar conhecida perto do século 4 a.C., quando foram se originando textos com tradições espirituais da índia. Esses manuscritos falavam sobre técnicas de respiração e meditação, ensinamentos sobre não violência, compaixão e amizade, além de maneiras para lidar e reduzir as angústias e sofrimentos. 

A partir do século XVI, o yoga passou a ser difundido no ocidente, após outros povos visitarem a Índia e conhecerem as técnicas dessa prática. 

Com isso, os métodos ensinados pelos mestres indianos passaram a ganhar cada vez mais espaço nos outros países ao redor do mundo, o que levou à abertura de escolas especializadas, que foram fundamentais para que a prática fosse ainda mais aperfeiçoada. 

Até por isso, o yoga para idosos foi se popularizando e conquistando cada vez mais espaço entre esse público.

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Como funciona o yoga para idosos? 

O yoga para idosos funciona de forma bastante, tanto para a mente quanto para o corpo, justamente pelo fato de trabalhar com técnicas, que são importantes para corrigir e melhorar a postura e respiração. 

É justamente por esses motivos que essa prática pode ser realizada pelos idosos, pois ela respeita os limites do corpo, podendo ser adaptada e personalizada para cada tipo de situação, independente se a pessoa tiver ou não algum grau de dependência ou sofrer com redução de mobilidade. 

Muitas pessoas têm a falsa ideia de que o yoga é uma religião. Ela é apenas uma filosofia de vida, que ensina técnicas de autoconhecimento e relaxamento, que são primordiais para que haja mais bem-estar e qualidade de vida. 

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Quais idosos podem praticar yoga?

No geral, o yoga é indicado para pessoas de todas as faixas etárias, sejam elas crianças, adultos ou idosos. 

Quem tem mais de 60 anos pode usufruir muito bem dessa prática. No início deste texto, falamos que ela ajuda na prevenção de cognitivas e neurológicas. Mas, não para por aí!

Idosos que sofrem com crises de ansiedade e estresse também podem tirar vários proveitos, especialmente pelo fato do yoga ajudar a ter mais autoconhecimento. 

Em outro texto aqui no blog, falamos sobre obesidade na terceira idade, e como esse é um problema real nesse público. De acordo com um estudo realizado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), entre os anos de 2006 e 2019, o índice de obesidade entre os idosos saltou de 16,1% para 23%. 

Além de ocasionar problemas respiratórios, a obesidade também pode aumentar o risco de ter um Acidente Vascular Cerebral (AVC), assim como outros problemas cardiovasculares, diabetes e hipertensão. 

Aliado à uma alimentação balanceada, o yoga para idosos pode contribuir para a prevenção desses quadros de obesidade e hipertensão. A atividade também ajuda na recuperação de pessoas que têm algum tipo de dor muscular, pois ela provoca uma sensação de relaxamento no corpo, auxiliando no tratamento dessas dores.

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Benefícios do yoga para idosos

Indiretamente, falamos nos tópicos anteriores sobre alguns benefícios que o yoga proporciona aos idosos. Além de auxiliar na prevenção da obesidade, hipertensão e diabetes, ele traz uma série de outras vantagens, tanto emocionais quanto físicas. 

Vamos entender melhor sobre elas a seguir:

Fortalecimento dos ossos  

Nós também já falamos, em outro artigo, sobre os acidentes domésticos mais comuns na terceira idade. A queda é uma das principais causas de lesões em idosos. Segundo o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), uma a cada três pessoas com mais de 65 anos sofre anualmente com quedas. 

Idosos que têm mobilidade reduzida podem ter mais risco de sofrer com quedas, que também podem surgir em decorrência da osteoporose. 

E aí entra o yoga! Ele ajuda a fortalecer os músculos e os ossos, oferecendo mais equilíbrio e diminuindo a densidade óssea, que é responsável pelo aparecimento da osteoporose. 

As atividades realizadas nesta prática também auxiliam as articulações, a coordenação motora e os reflexos do corpo, possibilitando que o idoso tenha mais disposição para realizar as atividades do dia a dia.

Restabelece  a função pulmonar

Outro benefício do yoga para idosos é em relação à sua respiração. Pelo fato de também utilizar técnicas que ajudam a pessoa a respirar melhor, ela age diretamente nas funções pulmonares. 

Isso é fundamental para os pulmões começarem a utilizar toda sua capacidade, o que irá ajudar a evitar problemas respiratórios. Consequentemente, também haverá uma melhora em seu sono, proporcionando uma melhor noite de sono.

Melhora a concentração 

O yoga é uma atividade que exige muita concentração e equilíbrio por parte do idoso. 

Por isso, além de ser uma fonte de autoconhecimento, o exercício auxilia para que haja uma maior capacidade das funções cognitivas, o que é muito importante para aumentar a concentração da pessoa. 

Isso é primordial para as funções do dia a dia, não somente para o yoga. Neste cenário, ter uma melhor concentração só trará vantagens à rotina do idoso. 

Combate à depressão 

Infelizmente, a depressão está muito presente na população idosa. Segundo dados disponibilizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 13% dos idosos brasileiros sofrem com ela. 

Encontrar métodos que ajudem a combater a doença é extremamente necessário, pois a saúde mental na terceira idade não pode ser ignorada. Desse modo, além de um acompanhamento psicológico, o yoga para idosos também pode ser um importante aliado.

Conforme citamos anteriormente, uma das principais premissas da prática milenar é proporcionar que a pessoa tenha autoconhecimento. 

Assim como na ansiedade, a mente em depressão favorece o aparecimento de pensamentos negativos, que são muito prejudiciais ao bem-estar emocional. Por isso, ao realizar o yoga, o idoso consegue “esvaziar” a mente, diminuindo a frequência desses pensamentos e sentimentos ruins, tendo a chance de focar em coisas boas e que fazem a diferença positivamente em sua vida. 

Proporciona uma maior socialização 

Por fim, outro benefício notório proporcionado pelo yoga para idosos é em relação à socialização. 

Assim como a hidroginástica, a prática do yoga é realizada em grupo, o que é importante para o idoso se sentir mais seguro, o que é essencial para que haja mais autonomia, autoconfiança e qualidade de vida.

Essa troca de experiências com pessoas diferentes é extremamente importante para combater a depressão e outras situações que podem afetar a saúde mental do idoso. 

Leia também: https://www.seniorclube.com.br/blog/idosos-e-redes-sociais-quais-os-beneficios-desta-relacao/ 

Quais cuidados o idoso deve ter antes de começar a praticar o yoga?

Assim como outras atividades físicas, antes de praticar o yoga, é importante que sejam tomados alguns cuidados, para avaliar se existe alguma restrição e garantir que o idoso não seja exposto a situações de risco. 

O acompanhamento médico é fundamental em qualquer etapa da vida, ainda mais na terceira idade. 

Por isso, antes de começar a prática, deve-se consultar um especialista, que saberá conduzir a execução dos exercícios de maneira segura e de acordo com a necessidade individual do idoso. 

Ter uma equipe multidisciplinar, com profissionais de saúde de diferentes áreas, é fundamental para garantir mais bem-estar e qualidade de vida ao idoso, proporcionando que ele tenha realmente um envelhecimento saudável. 

Leia também: https://www.seniorclube.com.br/blog/como-evitar-que-o-idoso-se-alimente-de-forma-inadequada/ 

Conclusão 

Como você pôde perceber ao longo da leitura, o yoga para idosos é uma prática que contribui muito para a saúde e o bem-estar físico e emocional.

Além de proporcionar mais autoconhecimento, ele também auxilia a fortalecer o corpo, trazendo mais equilíbrio e força muscular, o que é essencial para a realização das rotinas do dia a dia. 

Realizar algum tipo de atividade física é primordial para idosos de todas as idades, pois movimentar o corpo é uma necessidade de quem busca envelhecer com saúde.

Assim como o yoga, a caminhada, a hidroginástica e o pilates são excelentes opções de atividades, que mantêm ativos tanto o corpo quanto a mente do idoso. Por isso, não deixe de incentivar o seu familiar a realizar algum exercício físico.

Aqui no Seniors Club, nós contamos com uma equipe multidisciplinar, formada por profissionais de diferentes áreas da saúde, que estão 24 horas à disposição dos idosos, oferecendo todo o suporte necessário. Somos o único residencial com presença de médico todos os dias.

Se você deseja que o seu familiar idoso aproveite a terceira idade com conforto e segurança, agende uma visita e venha nos conhecer! 

Exames para idosos: quais são os principais?

Exames para idosos: quais são os principais?

Todas as famílias desejam que seus parentes cheguem na melhor idade com saúde e tendo um envelhecimento ativo. Para isso, é necessário adotar algumas medidas. O acompanhamento médico é essencial, assim como check-ups de rotina e demais exames para idosos, que também são de suma importância.

O número de pessoas com mais de 60 anos no Brasil segue crescendo. De acordo com um levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 14,7% da população do país é composta por idosos. São 31,23 milhões de pessoas. A expectativa é de que esse percentual siga crescendo nos próximos anos.

Esses dados ajudam a reforçar aquilo que todos sabemos: algumas atitudes devem ser colocadas em prática, pois não basta apenas chegar na melhor idade. É preciso envelhecer com saúde!

Por isso, assim como uma rotina e hábitos saudáveis, os exames de rotina também têm uma importante função nesse processo, pois é por meio deles que é possível identificar e tratar eventuais doenças ou outras enfermidades.

Para te ajudar a entender mais sobre isso, listamos quais são os principais exames para idosos! Confira a leitura e confira!

Leia também: https://www.seniorclube.com.br/blog/vitaminas-para-idosos-confira-o-que-nao-pode-faltar-no-cardapio/ 

Check-up: o que é?

Antes de iniciarmos, vale uma breve explicação. Você sabe o que é um check-up?

A expressão tem origem na língua inglesa, e significa “checar”. Trazendo para a linguagem médica, ele tem como objetivo, checar a saúde da pessoa. Isso é feito por meio de exames laboratoriais, clínicos e de imagem.

O objetivo do procedimento é fazer uma análise das condições de saúde da pessoa, para diagnosticar se existe alguma doença ou condição que possa colocá-la em risco. 

É importante salientar que os exames para idosos devem ser realizados periodicamente, independente se ele se queixar de alguma dor ou sintoma. Eles devem funcionar como forma de prevenção. Os médicos recomendam que ao menos, uma vez por ano, seja feito o check-up.

Leia também: https://www.seniorclube.com.br/blog/disfagia-em-idosos-o-que-e-e-como-tratar/ 

Principais exames para idosos

Agora que você entendeu a importância, pode estar se perguntando: quais são os principais exames para idosos?

Existem uma série de procedimentos clínicos disponíveis, e que variam de situação para situação. Porém, alguns deles são indispensáveis na rotina do seu familiar. Vamos falar quais são eles a seguir!

Hemograma completo

Também conhecido como exame de sangue, o hemograma completo é um dos mais importantes exames para idosos!

Por meio dele, é possível identificar inúmeras situações como, níveis de colesterol e glicemia, possíveis diabetes ou anemia, se há alguma anormalidade no coração da pessoa e também se há presença de algum câncer, como a leucemia ou outras doenças auto imunes. 

Os médicos recomendam que pessoas com mais de 50 anos, realizem com frequência o hemograma completo, principalmente para verificar o estado de saúde do coração. 

Eletrocardiograma e ecocardiograma

Ainda falando sobre o coração, este é outro exame para idosos que o seu familiar precisa realizar periodicamente. 

Segundo dados disponibilizados pela Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 17 milhões de pessoas no mundo morrem devido a problemas cardiovasculares. 

Essa condição é ainda pior na terceira idade, conforme dados divulgados pelo Ministério da Saúde. Apenas no Brasil, mais de 300 mil pessoas morrem por ano, devido a doenças cardíacas.

Esses dados ajudam a reforçar a importância da realização do eletrocardiograma e ecocardiograma. Eles conseguem identificar doenças congênitas, insuficiência cardíaca, arritmias e também taquicardias.

Teste ergométrico 

Este exame para idosos é outro que irá verificar as condições do coração da pessoa. Também conhecido como teste de força, ele ajuda a avaliar o sistema cardiovascular. 

Por meio dele, é possível verificar se existe o risco de infarto ou se a pessoa apresenta alguma doença arterial coronariana, além de outras enfermidades que possam afetar o coração. Outro exame complementar a este é o teste de pressão arterial, que ajuda a prevenir derrame e detectar hipertensão.

Perfil lipídico

Finalizando os diagnósticos do coração, o perfil lipídico é outro dos essenciais exames para idosos. 

Ele ajuda a identificar os níveis de colesterol no organismo, tanto o bom colesterol, chamado de HDL, quanto o colesterol ruim, conhecido como LDL. O exame também verifica o colesterol total e os níveis de triglicerídeos.

O perfil lipídico também consegue identificar se há possíveis riscos de doenças ou problemas cardiovasculares, que possam desencadear em quadros de Acidente Vascular Cerebral (AVC), que também é uma das principais causas de mortes na terceira idade. 

Densitometria Óssea

Em outro texto aqui no blog, falamos sobre como prevenir a osteoporose na terceira idade. Os ossos são fundamentais para que o corpo tenha o equilíbrio e a mobilidade necessários. Por conta disso, a densitometria óssea é outro exame para idosos que é extremamente importante.

Além de conseguir identificar se há a presença de osteoporose nos ossos, ele também ajuda a verificar se há a probabilidade de fraturas espontâneas ou quedas acontecerem.

Em geral, as mulheres sofrem com mais perda óssea do que os homens. Por isso, é recomendado que esse público realize a densitometria óssea após os 45 anos, enquanto os homens devem fazê-lo após os 60 anos. 

Glicemia 

A glicemia em jejum também é um dos principais exames para idosos. Ele tem como finalidade, medir os níveis de açúcar no sangue. 

Com isso, é possível identificar se há o risco da pessoa desenvolver diabetes nível 2. É importante que seja feito por todos os idosos, especialmente aqueles que têm obesidade ou outros fatores de risco.

TSH

O TSH também é outro dos exames para idosos que devem ser realizados pelo seu familiar idoso.

Ele consegue identificar se existem algumas modificações na tireoide, e que eventualmente, precisem de tratamento médico. Isso é importante para verificar se há chance do idoso desenvolver hipotireoidismo, que afeta a produção do hormônio da tireoide e é muito comum na terceira idade. 

Leia também: https://www.seniorclube.com.br/blog/colesterol-na-terceira-idade-como-controlar/ 

Outros exames para idosos

Além dos exames que citamos acima, existem outros que também são essenciais para a terceira idade, mas que variam de gênero para gênero. 

Para as mulheres, a mamografia e outros exames ginecológicos devem ser realizados, ao menos, uma vez por ano, de forma a prevenir possíveis doenças como câncer de útero e câncer de mama. 

Já para os homens, o exame de próstata também deve ser realizado após os 40 anos, para ajudar na prevenção de possíveis cânceres na região.

Existem outros exames para idosos que devem ser realizados por ambos os sexos, como oftalmológicos e radiografia de tórax. Colonoscopia e testes de urina e fezes também são importantes de serem realizados na terceira idade.

Leia também: https://www.seniorclube.com.br/blog/medicamentos-para-idosos-como-organizar/ 

Quem pode receitar exames?

Outra questão igualmente importante diz respeito a solicitação dos exames. Somente o médico pode receitar. Algumas pessoas têm a falsa impressão de que basta ir até algum laboratório e pedir o encaminhamento.

Porém, esse procedimento é inadequado. Primeiro, pelo fato do profissional especializado ser o único que conseguirá identificar as necessidades do idoso e receitar o exame correto para cada situação. Segundo, porque pode haver alguma interpretação errada do diagnóstico.

Outros profissionais da saúde, como nutricionistas, fisioterapeutas e educadores físicos têm permissão para receitar alguns exames específicos. Porém, isso varia de caso a caso. 

Por isso, é de suma importância que o idoso consulte regularmente seu médico e realize os exames periódicos.

Leia também: https://www.seniorclube.com.br/blog/a-importancia-do-acompanhamento-familiar-para-idosos/ 

Conclusão

Ao longo desta leitura, você pôde conhecer um pouco mais sobre os exames para idosos, além da importância de realizá-los periodicamente. 

Eles são fundamentais para diagnosticar e prevenir doenças que são comuns na terceira idade, como osteoporose, hipertensão e diabetes, além de alguns tipos de cânceres.

Existem uma série de exames que são indispensáveis, os quais citamos alguns durante o texto. Porém, eles não são os únicos. Por conta disso, é de suma importância que o seu familiar idoso consulte o médico regularmente, para que ele tenha um envelhecimento saudável.

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Infecção urinária em idosos: o que é e como se proteger

Infecção urinária em idosos: o que é e como se proteger

A saúde na terceira idade é sempre um tema que merece atenção, para garantir que haja um envelhecimento saudável, e impedir que algumas enfermidades apareçam, como a infecção urinária em idosos.

Embora possa atingir pessoas de todas as idades, essa infecção é o tipo mais frequente na terceira idade, segundo dados disponibilizados pela Sociedade Brasileira de Urologia. 

Estimativas apontam que ela afeta 20% das mulheres e 10% dos homens acima de 65 anos. Após os 80 anos, esta incidência praticamente dobra no sexo masculino, quase se equivalendo ao sexo feminino. 

Essa ocorrência é maior nessa faixa etária pelo fato da imunidade ser mais baixa, o que acaba deixando essas pessoas mais vulneráveis a algumas doenças. 

Por conta disso, é essencial que você saiba o que pode ser feito para evitar que o seu ente querido sofra com essa condição. 

Para te ajudar, preparamos este artigo com tudo o que você precisa saber sobre infecção urinária em idosos e também como protegê-lo desta situação. Siga a leitura e confira!

Leia também: https://www.seniorclube.com.br/blog/por-que-os-idosos-se-levantes-varias-vezes-a-noite-para-urinar/ 

O que é?

Antes de começarmos, vale uma rápida explicação. Você sabe o que é infecção urinária?

Ela é toda e qualquer infecção por micro-organismos que acomete o trato urinário. Dependendo do local atingido, ela tem nomes variados. 

Quando atinge a uretra, ela é conhecida como uretrite. Quando afeta a bexiga, é definida como cistite. Por fim, se o rim foi afetado, é chamada de pielonefrite. 

Existem vários micro-organismos que podem desencadear num quadro de infecção urinária em idosos, mas o mais comum é a bactéria Escherichia coli, que está presente no intestino e cumpre importante papel na digestão, mas caso chegue até o aparelho urinário, acaba ocasionando a infecção. 

Leia também: https://www.seniorclube.com.br/blog/medicamentos-para-idosos-como-organizar/ 

Causas

Como dissemos no tópico anterior, essa condição costuma acontecer mais frequentemente devido a presença de um micro-organismo naturalmente presente no intestino e que é responsável por ajudar na digestão. 

Por conta disso, a infecção urinária em idosos têm mais incidência quando o sistema imunológico está mais fragilizado, o que possibilita que os micróbios se proliferarem. 

No caso das mulheres, a condição é mais frequente devido a anatomia do corpo, que deixa a bexiga mais exposta ao risco. Alterações hormonais, como a menopausa e o enfraquecimento muscular da pélvis, devido a gestações e partos também contribuem para esse quadro. 

Já no caso dos homens, a infecção normalmente ocorre por conta do aumento da próstata, mas também pode ser ocasionada pelo uso de sondas. 

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Quais os sintomas?

Além dos fatores listados acima, existem outros que podem levar a um quadro de infecção urinária em idosos, como diabetes, doenças neurológicas, incontinência urinária e má higiene íntima.

Os principais sintomas da doença são:

  • Maior vontade de urinar;
  • Alterações na urina;
  • Ardência ao urinar;
  • Pouco volume de urina;
  • Dores na região da bexiga.

Em casos mais graves, o idoso também pode apresentar febre, calafrios e dores na região lombar. 

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Riscos para o idoso 

Como dissemos no início deste texto, a infecção urinária em idosos é mais comum nesta faixa etária devido ao processo natural de envelhecimento, que acaba deixando o corpo mais vulnerável.

Alguns idosos utilizam fralda geriátrica, o que também acaba sendo um fator de risco para o desenvolvimento da doença.

Muitos quadros de infecção urinária são silenciosos, o que acaba dificultando para que haja um diagnóstico precoce. Por conta disso, é fundamental que tanto cuidadores quanto familiares estejam atentos.

Caso o idoso apresente sinais como mudanças repentinas de humor, confusão mental, rejeição ao banho, falta de apetite e vontade de urinar mesmo após ter frequentado o banheiro, é preciso agir, e buscar um médico imediatamente.

Além de afetar a qualidade de vida, deixando a pessoa insegura, com medo, e sem vontade para realizar as atividades, a infecção urinária em idosos pode até mesmo ocasionar em isolamento social, desencadeando até mesmo em quadros de depressão.

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Tratamento 

Uma vez que identificado o problema, é essencial que o tratamento seja iniciado o mais rapidamente possível, antes que o problema se agrave. 

Por conta disso, é fundamental realizar um acompanhamento com um médico geriatra ou urologista, que conseguirá identificar a condição e agir da maneira correta.

No geral, o tratamento para infecção urinária em idosos costuma durar, em média, duas semanas, podendo variar conforme a gravidade do caso. Normalmente, são utilizados antibióticos e analgésicos para controlar a situação.

No entanto, nunca é demais relembrar: apenas um profissional especializado conseguirá tratar a doença. 

Por isso, não deixe que o seu ente querido vá ao médico e realize todos os exames preventivos. Existem maneiras de prevenir o quadro de infecção. Vamos te falar como no próximo tópico!

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Como prevenir a infecção urinária na terceira idade?

Existem algumas medidas que podem ser tomadas, para proteger o idoso e prevenir que ele sofra com a infecção urinária. Além de ajudar na prevenção, elas também contribuem para que o seu ente querido tenha um envelhecimento saudável.

As mudanças de hábitos rotineiros são o primeiro passo. É importante que o idoso consuma bastante líquido, e se mantenha hidratado. 

Esse excesso de líquido, naturalmente, aumenta o volume de água no corpo. Incentive-o a não segurar a urina, e ir frequentemente ao banheiro. 

As fraldas geriátricas devem ser trocadas regularmente, para que a região sempre permaneça limpa. Além disso, é de suma importância fazer a limpeza íntima de forma adequada, de forma a evitar a proliferação de bactérias e micro-organismos na região. 

Também é essencial que seja feito um acompanhamento com um médico geriatra ou urologista, e também, que os exames periódicos sejam feitos com frequência, para verificar se o aparelho urinário está funcionando corretamente.

Por fim, outra dica para prevenir a infecção urinária em idosos é adotar uma dieta balanceada, com todos os nutrientes necessários para manter a pessoa com uma boa imunidade, pois, como vimos neste texto, ela é diretamente responsável por ajudar no aumento dos casos da doença.

Leia também: https://www.seniorclube.com.br/blog/como-evitar-que-o-idoso-se-alimente-de-forma-inadequada/ 


Conclusão 

Ao longo desta leitura, você pôde entender um pouco mais sobre a infecção urinária em idosos, além das suas causas e riscos para a saúde de quem está na terceira idade.

Esta condição é mais comum nesta fase da vida devido ao processo de envelhecimento e por conta da baixa imunidade. Ela afeta diretamente o bem-estar e a qualidade de vida do idoso, trazendo sérias consequências a sua saúde.

Por isso, é fundamental que seja feito um acompanhamento com profissionais especializados, e que saberão como agir caso o idoso seja diagnosticado com infecção urinária. 

Deixar a imunidade alta é essencial para que o idoso minimize as chances de sofrer com esse problema. Beber bastante água, não segurar a urina, realizar exercícios físicos e manter uma dieta saudável é de suma importância para evitar os casos de infecção urinária em idosos.

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Síndrome de Diógenes na terceira idade: o que é?

Síndrome de Diógenes na terceira idade: o que é?


O envelhecimento é um processo que costuma afetar as pessoas de diferentes formas. Dentre as situações que o idoso pode vivenciar, uma delas bem comum é a Síndrome de Diógenes.

Também conhecida como transtorno de acumulação, ela atinge pessoas em toda a fase da vida, mas é mais comum na terceira idade. Segundo um artigo publicado no Jornal Brasileiro de Psiquiatria, a sua incidência anual se dá entre 5 de cada 10 mil indivíduos com mais de 60 anos.

Ela envolve a saúde mental e emocional de quem é afetado, e é uma doença relativamente simples de ser identificada.

No entanto, muitas pessoas talvez nunca tenham ouvido falar na Síndrome de Diógenes, e por conta disso, tem certas dúvidas sobre o que pode ser feito caso o ente querido seja diagnosticado com ela. 

Para te ajudar a entender melhor sobre essa condição, preparamos este artigo completo. Siga a leitura!

Leia também: https://www.seniorclube.com.br/blog/sindrome-da-fragilidade-o-que-e/ 

O que é?

A Síndrome de Diógenes foi descrita pela primeira vez em 1975. Ela se caracteriza por apresentar sinais responsáveis por alterar o comportamento da pessoa. 

Entre as principais características, pode-se destacar a negligência no autocuidado, desorganização com o ambiente doméstico e a alta possibilidade de colecionar e acumular objetos sem valor, que podem até mesmo ser encontrados no lixo. Daí o seu nome de transtorno de acumulação. 

A condição tem esse nome em homenagem a um filósofo grego do mesmo nome. Ele não era um acumulador, mas tinha hábitos ruins de higiene e uma personalidade extremamente arrogante, sem aceitar opiniões alheias. 

Ao longo dos anos, o transtorno passou a ser reconhecido pelos profissionais de saúde mental como uma doença. 

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Principais causas

Por ser um distúrbio de origem mental, a Síndrome de Diógenes se desencadeia pela necessidade de suprir uma dependência emocional. 

Até por conta disso, ela é mais comum na terceira idade, pois muitos idosos sofrem com a solidão e até mesmo abandono por parte da família. Mas, pessoas que têm transtornos mentais também podem se tornar acumuladores. 

O transtorno da acumulação começa pela coleta de vários objetos, como se fosse uma coleção. Posteriormente, esses itens se tornam muito preciosos para a pessoa, que não consegue parar com o ato, pois se apega emocionalmente àquelas coisas, pensando que elas serão úteis futuramente. 

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Sintomas

Como dissemos no início deste texto, a Síndrome de Diógenes costuma afetar pessoas que estão na terceira idade. 

Existem alguns sintomas característicos, que podem ajudar a compreender se uma pessoa está sofrendo com a condição. Entre eles:

  • Transtorno obsessivo-compulsivo;
  • Demência;
  • Depressão;
  • Transtornos psicóticos.

Eles desencadeiam outros sintomas secundários. O idoso acumulador simplesmente não consegue se desfazer dos objetos, independentemente se eles estiverem quebrados. Quando o fazem, choram e ficam com um sentimento de tristeza. 

Esses itens, por sua vez, vão ficando cada vez mais espalhados pela casa, e a pessoa não consegue mais organizar o ambiente. Por estar sempre querendo novos objetos, a situação foge do controle. 

A Síndrome de Diógenes é um quadro muito sério, e que pode provocar o isolamento social do idoso que for diagnosticado com ela, pois haverá o sentimento de culpa, medo e vergonha. 

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Diagnóstico

Por ter alguns sintomas e características específicas, não é tão difícil perceber se o idoso está com a Síndrome de Diógenes. No entanto, o diagnóstico é feito após avaliação física e psicológica.

Apenas o psicólogo conseguirá identificar corretamente a situação, e dar o parecer sobre a situação. 

Geralmente, o profissional irá avaliar se o idoso tem dificuldades para descartar os objetos, se há necessidade de guardar esse itens e também, se ele sente angústia só de pensar na possibilidade de fazer o descarte desses itens.  

É importante que a família fique atento a esses sinais, pois o acúmulo desses objetos pode colocar em risco a saúde do idoso, que poderá desenvolver doenças como dermatites, alergias e micoses, além da possibilidade de ser picado por aranhas ou escorpiões, ou ter contato com ratos e baratas.

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Tratamento


A boa notícia é que existe tratamento para a Síndrome de Diógenes! Porém, é preciso ter muito cuidado na hora de abordar o assunto com o idoso, pois é natural que ele tenha dificuldades em aceitar o problema. 

Como já dissemos, esse distúrbio tem origem emocional, e pode surgir como forma de suprir perdas ocorridas durante a vida. 

Assim como outras condições de origem emocional, será preciso realizar um acompanhamento, para que o idoso não venha a ter recaídas. 

A terapia ocupacional é uma boa maneira de ajudá-lo e ter uma melhora na saúde mental, o que refletirá positivamente no tratamento. 

O psicólogo também poderá passar alguns exercícios para estimular o idoso a começar a limpar sua casa, de forma que ele consiga se sentir seguro para se livrar dos objetos acumulados.

Isso pode desencadear em quadros de ansiedade, que em alguns casos, só conseguem ser controlados com o uso de remédios. Neste caso, somente um psiquiatra poderá agir. 

Portanto, não deixe de realizar um acompanhamento com profissionais capacitados, para que o seu ente querido tenha bem estar e qualidade de vida.

O Seniors Club conta com uma equipe de saúde multidisciplinar, que está de prontidão 24 horas por dia, a fim de garantir que o idoso tenha todo o suporte necessário para sua saúde.

Somos o único residencial com presença de médico todos os dias. Agende uma visita e venha nos conhecer!

Xerostomia em idosos: o que é e como tratar

Xerostomia em idosos: o que é e como tratar


O processo de envelhecimento costuma trazer várias alterações no corpo da pessoa. Entre elas, uma que habitualmente ocorre é a xerostomia, que é perigosa para a saúde do idoso.

Alguns estudos apontam que essa condição atinge de 22% a 26% da população em geral. Metade destes números vem de pessoas que estão na terceira idade. Quando não tratada, ela pode trazer muitos problemas à saúde, além de afetar diretamente a qualidade de vida.

Porém, algumas pessoas talvez não conheçam realmente o que é a xerostomia em idosos, e por conta disso, não sabem identificar se o ente querido está com este quadro. 

Por isso, no texto de hoje, iremos contar tudo o que você precisa saber sobre esta condição e o que fazer se o seu familiar apresentá-la. Siga a leitura!

Leia também: https://www.seniorclube.com.br/blog/disfagia-em-idosos-o-que-e-e-como-tratar/ 

O que é?

Apesar de ser uma palavra que não é muito conhecida, você certamente já ouviu falar dela em algum momento. Isso porque, a xerostomia quer dizer “boca seca”. Essa condição está relacionada à redução do fluxo salivar, o que acaba gerando mudanças na sua composição 

Em alguns quadros, ela costuma ser temporária, e acontece porque o paciente eventualmente dormiu de boca aberta, ou até mesmo, por não ter consumido a quantidade suficiente de líquidos.

Mas, ela também pode decorrer pelo uso de determinados medicamentos para depressão e diabetes, além de algumas doenças, como Mal de Alzheimer e cirrose. 

Leia também: https://www.seniorclube.com.br/blog/tudo-o-que-voce-precisa-saber-o-alzheimer/ 

Sintomas

A xerostomia apresenta um sintoma característico bem claro, que é a boca seca. Ela pode ocorrer de forma discreta, moderada ou extremamente grave. Desse modo, a língua também apresenta sinais visíveis ao olho nu, como fissuras.

Esse quadro acaba desencadeando em outros sintomas, que afetam diretamente na qualidade de vida do idoso, como dificuldades na mastigação e deglutição. 

Isso porque os alimentos podem gerar problemas na fala, além de aumentar a possibilidade do desenvolvimento da candidíase oral, o popular “sapinho”. Juntamente com isso, a boca pode apresentar outros problemas, como placa bacteriana e cáries, pela dificuldade em fazer a higiene correta do local.

Ardência na língua, lábios secos e irritação na garganta são outros sintomas apresentados por idosos que têm xerostomia, e que afetarão diretamente a sua autoestima e socialização. 

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Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico da xerostomia é fácil de ser feito. Ele consiste na avaliação e identificação dos sintomas. É realizado um exame simples e indolor, conhecido como sialometria, que tem como objetivo, avaliar a quantidade de saliva produzida.

Este exame é feito em clínicas odontológicas, por um dentista. Somente ele conseguirá identificar qual a principal causa da xerostomia. Com isso, será possível aplicar o tratamento correto e mais indicado para o caso do idoso.

Vale ressaltar, que ainda não existe uma cura definitiva para a condição da boca seca. Porém, existem muitos tratamentos que são capazes de reduzir as dores e diminuir o desconforto causado.

No geral, são utilizados medicamentos que aumentam a produção de saliva. Gomas de mascar, sem açúcar, também são uma alternativa para fazer com que as glândulas salivares tenham um maior fluxo. 

Em outros casos, os profissionais receitam salivas artificiais em gotas, que ajudam a prevenir possíveis complicações causadas pela xerostomia.

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Tem como prevenir a xerostomia?

Assim como em outras doenças, a mudança de hábitos de vida é a melhor maneira para prevenir a xerostomia. Deve-se evitar o consumo de bebidas alcóolicas e do cigarro, que diretamente ajudam a diminuir a produção de saliva.

Também é importante fazer a higiene bucal corretamente. É recomendado escovar os dentes, no mínimo, duas vezes por dia. Além disso, sempre que o idoso se alimentar, lembre-o de enxaguar a boca, para evitar que restos de alimentos permaneçam. 

Outras formas de prevenção da xerostomia consistem na dieta. Aumente o consumo de água ingerida pelo seu familiar idoso para, ao menos, dois litros por dia. 

Além disso, evite que ele coma alimentos muito açucarados e apimentados. Deve-se optar por alimentos pouco condimentados. Outras refeições que contenham vitamina E, como óleo de girassol, amêndoas e tomate seco são boas opções para cicatrizar lábios que estejam secos e com fissuras.

No Seniors Club, os hóspedes têm uma alimentação balanceada e de acordo com as suas necessidades individuais. Temos uma equipe de profissionais do mais alto nível, que prestam assistência 24 horas para o idoso.

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6 funções que os cuidadores de idosos não podem fazer durante o trabalho

6 funções que os cuidadores de idosos não podem fazer durante o trabalho

A terceira idade exige alguns cuidados específicos, pois o processo natural de envelhecimento deixa mais frágil o corpo da pessoa. Muitas famílias contratam responsáveis para cuidar do seu ente querido. 

Eles têm a missão de garantir o bem-estar e auxiliar na rotina do dia a dia. Porém, existem algumas funções que são proibidas para os cuidadores de idosos. 

É até certo ponto comum que algumas pessoas confundam as atividades destes profissionais. Equivocadamente, eles são confundidos com enfermeiros ou até mesmo empregados domésticos. 

Por isso, é muito importante saber que existem tarefas que os cuidadores de idosos não podem realizar. Para te ajudar a entender mais sobre elas, listamos 6 funções proibidas para quem cuida do seu ente querido. Siga a leitura para conferir!

Leia também: https://www.seniorclube.com.br/blog/dicas-de-cuidados-com-idosos/ 

O que o cuidador de idosos não pode fazer?

Como dissemos no início deste artigo, a principal função dos cuidadores de idosos é zelar pelo bem-estar da pessoa idosa, e ajudá-la a suprir as suas necessidades do dia a dia. 

Basicamente, ele é responsável por auxiliar nas atividades diárias, de modo que o idoso não fique impossibilitado de realizá-las. Porém, estes profissionais não são empregados domésticos, nem encarregados de prestar outros serviços gerais. 

Existem tarefas que os cuidadores de idosos não podem realizar. Confira abaixo 6 delas:

  1. Receitar remédios por conta própria

Esse é um dos pontos que os familiares devem ficar atentos. Todos sabemos que não devemos nos automedicar. Medicação é uma coisa séria em qualquer fase da vida, e não é diferente na terceira idade. 

Sabe aquele remédio para dor de cabeça, dor nas costas, ou relaxante muscular? Somente devem ser receitados por um médico especialista, que saberá a dosagem certa e o medicamento correto para cada situação. 

Os cuidadores de idosos não têm noções básicas e técnicas, pois não são profissionais da saúde. Neste caso, o que eles podem fazer é certificar que o idoso está fazendo corretamente o tratamento que foi prescrito. 

Leia também: https://www.seniorclube.com.br/blog/medicamentos-para-idosos-como-organizar/ 

  1. Realizar procedimentos de enfermagem

Esta questão entra na mesma esteira do tópico anterior. Os cuidadores de idosos não são profissionais da área de saúde. Dependendo da complexidade da situação, como aplicação de injeções e vacinas e trocas de curativos em lesões profundas, somente enfermeiros podem realizar os procedimentos.

     3)   Realocar sondas

Esta é outra situação que se relaciona com as demais. As sondas são equipamentos muito delicados, e que devem ser administrados apenas por especialistas, que saberão como lidar com a situação. 

Isso, contudo, não impede o cuidador de idoso de fazer a limpeza do aparelho, para que seja esterilizado da forma correta.

     4)   Cuidar de afazeres domésticos

Este é outro ponto que a família do idoso deve prestar atenção. O cuidador não é um empregado doméstico. Por isso, os afazeres como limpeza da casa não são de sua responsabilidade. 

A sua obrigação em relação à limpeza deve ser manter apenas as coisas e áreas em que o idoso costuma ficar, de modo que o seu conforto seja garantido. Nunca é demais relembrar que as quedas são um dos principais fatores que provocam lesões na terceira idade. Portanto, é necessário evitar que o paciente corra riscos desnecessários.

   5)    Passear com animais de estimação

As famílias não podem pedir para o cuidador de idosos levar animais de estimação ou buscar crianças na escola ou em outros lugares, por exemplo. A função da pessoa será apenas prestar assistência para o paciente. 

  6)    Cuidar de outros idosos que fazem tratamento em casa

Por fim, o cuidador não pode cuidar de outros idosos que eventualmente estejam realizando tratamento médico em casa. 

Essa tarefa é de responsabilidade unicamente de especialistas em enfermagem, pois os pacientes utilizam equipamentos de suporte à vida, e que podem deixar de cumprir sua função se algo não sair como o planejado. 

Leia também: https://www.seniorclube.com.br/blog/cuidar-do-idoso-em-casa-ou-em-um-lar-de-idosos-qual-e-a-melhor-escolha-2/ 

Conclusão 

Como você percebeu, ao longo deste texto, não é porque o cuidador de idosos é responsável por assistir o seu familiar que ele pode realizar qualquer tipo de atividade. 

Na hora de contratar uma pessoa para fazer esta função, você deve ter isto em mente, para que no futuro, não haja nenhum problema. A responsabilidade deste profissional é zelar pelo bem-estar do seu familiar, e ajudá-lo nas tarefas do dia a dia.

Em alguns casos, o tratamento em casa pode não ser a melhor solução. Alguns idosos precisam de cuidados intensos, além de um local que tenha estrutura adequada. Neste caso, um residencial pode ser uma boa opção.

O Seniors Club contém uma equipe de profissionais capacitados, que prestam assistência médica 24 horas por dia, proporcionando ao hóspede que ele tenha a melhor experiência possível.

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Leia também: https://www.seniorclube.com.br/blog/cuidar-do-idoso-em-casa-ou-em-um-lar-de-idosos-qual-e-a-melhor-escolha/

Obesidade em idosos: o que fazer?

Obesidade em idosos: o que fazer?

Ao longo da vida, aprendemos sobre a importância de se alimentar corretamente, e consumir os nutrientes necessários. Porém, a correria do dia a dia faz com que muitas pessoas não se alimentem do jeito certo, o que pode ser um grande problema. Na terceira idade, isso é ainda mais complicado, o que tem levado a um aumento no quadro de obesidade em idosos. 

Segundo um estudo realizado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), entre os anos de 2006 e 2019, o índice de sobrepeso entre os idosos brasileiros aumentou de 53% para 61,4%, enquanto o de obesidade saltou de 16,1% para 23%.

Esses dados são muito preocupantes, pois indivíduos que não estejam no seu peso ideal, podem sofrer com uma série de problemas de saúde. Este é um assunto que não pode de forma alguma ser negligenciado.

Muitas famílias talvez não saibam o que fazer quando seu ente querido está acima do peso. Por isso, no texto de hoje, vamos falar sobre a obesidade em idosos, e o que você pode fazer para evitar que este quadro ocorra com seu ente querido.

Leia também: https://www.seniorclube.com.br/blog/como-evitar-que-o-idoso-se-alimente-de-forma-inadequada/ 

O que é obesidade?

Embora seja um assunto que é constantemente debatido na sociedade, algumas pessoas talvez não saibam ao certo o que é obesidade. Ela é uma condição que ocorre em pessoas que estão com o índice de Massa Corpórea (IMC) maior ou igual a 30kg/m2. 

Basicamente, ela é uma doença crônica, que acontece quando a quantidade de energia ingerida é maior que o gasto energético. 

Leia também: https://www.seniorclube.com.br/blog/idosos-desnutridos-o-que-fazer/ 

Calculando o IMC

Para saber se a pessoa está com o quadro de obesidade, basta realizar um simples cálculo: dividir o peso pela altura ao quadrado. 

Na prática, funciona assim: 

A pessoa pesa 90kg, e tem 1,79m. 

90kg / 1,79 * 1,79 = 28,1 kg/m2.

Isso significa que o indivíduo está com sobrepeso, pois o peso normal de uma pessoa adulta é entre 18,5 e 24,9. Entre 25 e 29,9 caracteriza sobrepeso. Entre 30 e 39,9, significa que a pessoa está com obesidade nível 1. Acima de 40, é obesidade nível 2.

Consequências

A obesidade em idosos é um dos principais problemas de saúde que ocorrem nesta faixa etária. O aumento de peso costuma ocorrer com mais frequência após os 50 anos, e tem consequências que vão além da estética.

As principais delas incluem problemas respiratórios, osteoporose, maior risco de ter um Acidente Vascular Cerebral (AVC), além de outros problemas cardiovasculares, diabetes e hipertensão.

Ela também pode agravar quadros de doenças como Mal de Alzheimer, Mal de Parkinson, e outras enfermidades demenciais.

Todos estes fatores são extremamente prejudiciais à saúde do idoso, e podem inclusive levar à morte em casos mais severos.

Causas da obesidade

Engana-se quem pensa que somente a má alimentação é a causa principal para a condição de obesidade em idosos. Ela é sim um fator importante, mas não é o único.

A diminuição no ritmo de atividades diárias é outra grave condição que pode desencadear em obesidade. Isso ocorre porque a maioria dos idosos são aposentados, o que acaba diminuindo simples ações diárias como caminhadas até o trabalho e limpeza da casa, por exemplo.

Essa diminuição no número de atividades realizadas está diretamente ligada a outro fator responsável pela obesidade em idosos: o sedentarismo. O envelhecimento acaba deixando as pessoas menos dispostas, e desinteressadas em se exercitar. Isso é muito perigoso para a saúde de pessoas na terceira idade.

Leia também: https://www.seniorclube.com.br/blog/confira-5-opcoes-de-atividades-fisicas-para-idosos/ 

Como tratar esta condição?

Por mais grave que seja o quadro de obesidade em idosos, ele pode ser revertido! Em alguns casos, pequenas mudanças de hábitos já são suficientes. A alimentação é a primeira delas.

Contudo, isso precisa partir da família, que muitas vezes adota hábitos ruins na forma de se alimentar, inclusive pulando refeições. Por isso, é fundamental aumentar a oferta de alimentos saudáveis, e que sejam ricos em vitaminas e nutrientes (vamos te dar algumas dicas mais abaixo).

Outra maneira de evitar que a obesidade ocorra é colocando exercícios físicos na rotina da pessoa. Caminhadas e atividades aeróbicas, como musculação, yoga e pilates são ótimas opções para o idoso colocar em prática. A dança também é uma excelente pedida!

Porém, caso a condição de obesidade seja muito severa, e difícil de se reverter, então é necessário apelar para a cirurgia bariátrica. Contudo, vale ressaltar: apenas um médico pode indicar se o procedimento cirúrgico é indicado, pois as situações variam de pessoa para pessoa. Portanto, não deixe de consultar um médico geriatra regularmente!

Leia também: https://www.seniorclube.com.br/blog/como-conquistar-qualidade-de-vida-na-velhice/ 

Dicas para alimentação adequada

Agora que você já entendeu sobre a obesidade em idosos, bem como as consequências e possíveis tratamentos para ela, é possível concluir que, com algumas mudanças na rotina, é possível evitar que este quadro ocorra. 

Como citamos anteriormente, por mais que não seja a única responsável, a alimentação está diretamente ligada à manutenção de uma boa saúde. 

Para evitar que seu idoso se alimente de forma inadequada, separamos algumas dicas que podem ser úteis, como:

  • Fazer pelo menos, 3 refeições principais ao dia;
  • Consumir lanches pouco calóricos entre estas refeições;
  • Priorizar o consumo de frutas;
  • Evitar o excesso de doces e comidas industrializadas;
  • Arroz e feijão devem ser consumidos ao menos, 5 vezes na semana;
  • Opte por sucos naturais;
  • Aumente o consumo de salada com verduras cruas.

Leia também: https://www.seniorclube.com.br/blog/quais-as-vantagens-de-um-nutricionista-para-a-saude-do-idoso/ 

O Seniors Club conta com uma equipe de profissionais capacitados e que prestam assistência 24 horas ao idoso. Nossos nutricionistas preparam as refeições de acordo com as necessidades específicas de cada hóspede.

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5 benefícios da terapia ocupacional para idosos

5 benefícios da terapia ocupacional para idosos


A terceira idade é considerada como “a melhor idade”. Porém, neste ciclo da vida, a saúde e a disposição da juventude diminuem consideravelmente. Por mais que o processo de envelhecimento seja natural, algumas pessoas talvez precisem de cuidados especiais, para ter mais bem-estar. A terapia ocupacional para idosos é uma ferramenta importante.

Destinadas à socialização, reabilitação e prevenção do comprometimento de atividades cotidianas, essas práticas auxiliam a manter ativas as funções psicomotoras e cognitivas de pessoas na terceira idade.

Além dessas vantagens deste tratamento terapêutico, existem outras, como auxiliar na redução da mobilidade, da visão e perda de memória. Mas, os benefícios da terapia ocupacional para idosos não acabam por aí! No artigo de hoje, você vai entender mais sobre eles!

Leia também: https://www.seniorclube.com.br/blog/saude-mental-dos-idosos-quais-os-impactos-e-cuidados/ 

O que é terapia ocupacional?

Primeiramente, vamos explicar o que significa a terapia ocupacional. Ela é um tratamento capaz de auxiliar pessoas que estejam com alguma dificuldade motora ou psicológica, e tem como objetivo, deixar os pacientes mais autônomos e independentes.

Muitas das atividades desenvolvidas visam estimular a consciência corporal, as relações interpessoais e as habilidades cognitivas. Isso é feito utilizando recursos, como oficinas, palestras, exercícios e jogos. 

Elas funcionam individualmente, e mudam de acordo com a necessidade de cada pessoa. Por isso, é importante estar atento ao histórico psicológico e de saúde do paciente. 

Leia também: https://www.seniorclube.com.br/blog/autonomia-na-terceira-idade-devo-me-preocupar/ 

Terapia ocupacional para idosos

Agora que você já entendeu um pouco sobre o que é a terapia ocupacional, fica mais fácil compreender a importância dela na vida do idoso. Por mais que tenham adotado hábitos saudáveis ao longo da trajetória, algumas pessoas podem apresentar alguns tipos de problemas que implicam na perda de habilidades cognitivas.

Por isso, a terapia ocupacional para idosos ajuda a proporcionar uma melhor qualidade de vida e bem-estar à vida dessas pessoas, fazendo com que elas se sintam valorizadas e mantenham suas atividades cotidianas. 

Leia também: https://www.seniorclube.com.br/blog/como-estimular-a-autoestima-da-terceira-idade/ 

5 benefícios da terapia ocupacional para idosos

Ao longo deste artigos, destacamos algumas vantagens da terapia ocupacional para idosos. Mas, existem outros benefícios desta prática, que você irá conferir a seguir:

  1. Mais mobilidade

Como dissemos anteriormente, o principal objetivo da terapia ocupacional é aumentar a independência da pessoa. Isso também se aplica na questão da mobilidade. 

Neste contexto, são realizadas algumas mudanças no ambiente em que a pessoa realizará a terapia ocupacional, a fim de evitar que objetos ou móveis atrapalhem a circulação do idoso. Caso ele tenha problemas para se locomover, será necessário um espaço maior, e que permita o uso de andadores e cadeiras de rodas. 

Conseguir se locomover sozinho pela casa, é uma grande vitória para a pessoa que não tinha essa autonomia.

  1. Prevenção de acidentes domésticos

Esse benefício da terapia ocupacional para idosos está diretamente ligado ao anterior. Sabemos que prevenir nunca é demais, e é nosso dever garantir a segurança do ente querido.

Muitos idosos já não têm mais os mesmos reflexos e a força muscular de antes. E isso é natural, pois faz parte do ciclo da vida. Contudo, estes fatores podem resultar em acidentes domésticos, como as quedas, que vem aumentando frequentemente na rotina de pessoas na terceira idade.

Condições como osteoporose, por exemplo, podem resultar em graves fraturas. Por isso, a terapia ocupacional cumpre importante função na prevenção destes acidentes, principalmente quando o idoso estiver sozinho. 

  1. Melhora na saúde mental 

Já falamos sobre a importância de ter a saúde mental do idoso em dia, para garantir que ele se sinta importante, e evite o desenvolvimento de doenças como depressão, por exemplo.

A terapia ocupacional ajuda pessoas na terceira idade a ter mais autonomia no dia a dia, além de ajudar a manter a atividade cerebral em dia, pois é natural que algumas pessoas apresentem falta de memória. 

Atividades e exercícios de raciocínio lógico estimulam o cérebro, e ajudam o idoso a não perder sua cognição.

Leia também: https://www.seniorclube.com.br/blog/tudo-o-que-voce-precisa-saber-o-alzheimer/ 

  1. Sociabilidade

Sabemos como as relações interpessoais são importantes para as pessoas, e na terceira idade isso não é diferente, pois o idoso quer se sentir amado e importante. A terapia ocupacional ajuda a promover maior interação, aumentando o bem-estar e a confiança. 

Atividades lúdicas e demais brincadeiras que estimulam o desenvolvimento cognitivo são de extrema importância na vida destas pessoas. Essa socialização também ajuda os familiares, que saberão o que fazer para evitar que o idoso se sinta sozinho. 

Leia também: https://www.seniorclube.com.br/blog/a-importancia-do-convivio-social-na-terceira-idade/ 

  1. Maior qualidade de vida

Por fim, e não menos importante: a terapia ocupacional para idosos ajuda a trazer mais bem-estar e uma maior qualidade de vida. 

Como dissemos ao longo deste texto, muitas pessoas que estão na terceira idade se sentem sozinhas, e não conseguem ter autonomia, por questões como dificuldade na mobilidade. Por isso, a terapia ocupacional é uma ótima alternativa para auxiliar essas pessoas a terem mais independência.

O fator psicológico e a saúde mental sempre devem ser prioridade na vida das pessoas, e isso não é diferente em idosos, que poderão aproveitar seu envelhecimento da melhor maneira possível.

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Conclusão

Com isso, podemos concluir que a terapia ocupacional para idosos é uma importante ferramenta no auxílio da manutenção e desenvolvimento de uma maior independência e qualidade de vida destas pessoas. 

Atividades lúdicas como desenhos, pinturas, artesanatos, tecelagem, tricô, crochê, cozinhar, fazer passeios com animais, cuidar do jardim, jogar partidas de dominó, baralho, entre tantas outras… as opções são as mais variadas possíveis. 

Como cada idoso tem a sua necessidade específica, é importante saber o seu contexto individual, para identificar qual o tipo de terapia é o mais indicado.

Você também pode contar com o auxílio de um lar de idosos, que garanta todo o suporte necessário ao seu familiar, para que ele possa se manter com bem-estar e qualidade de vida.

O Seniors Club conta com serviços de assistência à saúde, com profissionais capacitados para prestar auxílio ao seu ente querido. Também temos diversas atividades de lazer e entretenimento, que ajudam na socialização do seu familiar!

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Medicamentos para idosos: como organizar

Os remédios fazem parte da rotina de várias pessoas, seja para tratamento de doenças ou problemas de saúde. Na terceira idade, esse quadro é ainda mais comum. Por isso, é muito importante saber organizar os medicamentos para idosos, de forma que o tratamento surja o efeito desejado.

Alguns idosos precisam tomar vários medicamentos por dia. Em algumas situações, o número de fármacos consumidos chega a ser de 5 a 10, por exemplo, o que pode ser um fator ainda mais complicado, ainda mais para pessoas que moram sozinhas. 

Saber armazenar os remédios da maneira correta contribui para que eles fiquem mantidos em locais apropriados, e sejam administrados do jeito certo, pois algumas embalagens são muito parecidas, o que pode dificultar a logística.

Porém, algumas pessoas talvez não saibam como organizar os medicamentos para idosos da forma correta. Por isso, no artigo de hoje, vamos te dar algumas dicas que facilitarão este processo. 

Leia também: https://www.seniorclube.com.br/blog/dicas-para-evitar-quedas-na-terceira-idade/ 

  1. Faça uma lista dos medicamentos

Um jeito bem prático e que facilita na organização é fazer uma lista dos medicamentos utilizados pelo idoso. Essa relação irá servir como um mapa, que conseguirá identificar as informações importantes de forma mais rápida. 

Esse documento pode ser feito tanto à mão quanto de forma eletrônica, que poderá ser impressa e colocada em algum lugar que seja visível. Uma maneira de deixar isso ainda mais fácil é separar os dias por colunas como “café da manhã”, “almoço”, “janta” e “jejum”, por exemplo. 

Com isso, ficará mais fácil ministrar a dosagem que precisa ser consumida, bem como os horários corretos. 

  1. Anote os horários

Outra maneira eficiente de organizar os medicamentos é anotar os horários. Isso pode ser feito tanto na planilha quanto no celular, caso o idoso tenha familiaridade com a tecnologia. 

  1. Divida os remédios por categoria

Outra forma de manter os remédios organizados é dividi-los por categorias, como por exemplo: analgésicos, antiinflamatórios, antibióticos, medicamentos homeopáticos e manipulados. 

É importante que os medicamentos sejam armazenados nas suas embalagens originais, para que não haja confusão. 

Essa dica também serve para produtos de primeiros socorros, como esparadrapos, algodão, curativos entre outros.

  1. Atente para o prazo de validade

Esse também é um item muito importante na hora de organizar os remédios. Muitos deles, em geral, têm validade de um ano. Por isso, é interessante mantê-los em suas embalagens originais, que contenham a data de validade. Obviamente, caso estejam vencidos, deve-se descartá-los no lugar correto. 

  1. Fique de olho em possíveis efeitos colaterais

Outro ponto que precisa de atenção diz respeito aos possíveis efeitos adversos que a utilização dos medicamentos pode trazer. Portanto, quando seu familiar idoso for ao médico, tire todas essas dúvidas. Também é importante ler a bula e evitar pegar informações na internet, pois elas podem confundir ainda mais sua cabeça. 

  1. Remédios somente com prescrição médica!

Por fim, outra maneira de manter organizados os medicamentos do seu idoso é seguir as instruções médicas. Parece ser óbvio falar isso, mas muitas pessoas acabam suspendendo o uso da medicação, o que pode prejudicar o tratamento. 

Outro erro bastante comum, e que todo mundo fez em algum momento da vida, é se auto medicar. Ao fazer isso, a pessoa poderá consumir mais do que a dose recomendada, o que poderá trazer sérios problemas, não só à saúde, mas também, ao organismo.

Por isso, nunca se esqueça. Apenas o médico poderá receitar e prescrever os medicamentos e o tratamento a ser seguido. Além disso, é importante ter um constante acompanhamento, para que essa rotina seja feita de forma tranquila para toda a família. 

Leia também: https://www.seniorclube.com.br/blog/residenciais-para-idosos-por-que-pra-quem-e-quando-escolher-esse-tipo-de-cuidado/ 

O Seniors Club contém uma equipe de profissionais especializados na assistência à saúde dos idosos. Temos presença permanente de médicos que garantem a manutenção do bem-estar do seu familiar.

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