Dicas para Evitar Quedas na Terceira Idade


Quedas na terceira idade apresentam grandes fatores de risco para a qualidade de vida do idoso. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), pesquisas indicam que as quedas giram em torno entre 30 e 60% da população com mais de 65 anos. 

A situação acaba piorando conforme o crescimento da idade, em pessoas acima de 80 anos, a mortalidade associada a quedas chega a ser seis vezes maior. Além disso, complicações como pneumonia, infarto e embolia pulmonar são mais frequentes em idosos que já sofreram fraturas no quadril ou fêmur. 

Quais são as principais causas das quedas?

Segundo o ELSI-Brasil, Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros, a maior incidência de quedas é entre mulheres na faixa dos 75 anos de idade. E entre os principais fatores, estão: 

  • Deficiências motoras;
  • Doenças oculares;
  • Sequelas de Acidente Vascular Cerebral;
  • Uso de medicamentos;
  • Consumo de bebidas alcóolicas;
  • Depressão;
  • Ambientes com piso desregular, escadas, tapetes ou chão muito escorregadio;
  • Problemas vestibulares (labirintite).

Alguns desses fatores podem estar interligados, como por exemplo, o diabetes, que pode desencadear uma deficiência motora ou até mesmo um problema de visão. 

Veja mais: Bem-estar do idoso: é possível ter uma vida saudável na terceira idade?

Como é possível prevenir? 

Cuidar da saúde já é um grande passo para evitar quedas na terceira idade. Os idosos que possuem uma alimentação saudável e praticam alguma atividade física, apresentam mais resistência aos que não têm hábitos parecidos. 

Após isso, o ideal é frequentar o médico regularmente e estar com os exames em dia, pois através desses exames de rotina é possível diagnosticar qualquer doença em seu estágio inicial e fazer o tratamento correto, evitando possíveis complicações futuras.

Confira algumas formas de prevenir esses acidentes: 

  • Evitar tapetes soltos em casa;
  • Usar escadas com corrimões;
  • Evitar andar sob piso úmido;
  • Não encerar a casa;
  • Não deixar móveis e objetos espalhados;
  • Sempre deixar uma luz acesa durante a noite, caso precise se levantar;
  • Sempre esperar que um veículo esteja completamente parado para subir ou descer;
  • Caso haja dificuldades para se equilibrar, use uma bengala ou outro instrumento de apoio.
  • Ter cuidado ao usar escadas rolantes;
  • Utilizar barras de apoio (principalmente no banheiro)

Veja mais: Autonomia na terceira idade: devo me preocupar?

Além disso, consultar um oftalmologista regularmente é essencial para evitar quedas, pois grande parte dos idosos possuem a visão comprometida devido a diversos fatores do envelhecimento. Mas o fato é que a boa visão também pode contribuir para as quedas, por isso, as consultas periódicas ao oftalmologista são extremamente necessárias e devem fazer parte da rotina de exames do idoso. 

E aqui no Seniors, nós temos a estrutura completa que o seu familiar precisa. Além de toda a equipe responsável pelo monitoramento dos hóspedes, também contamos com a acessibilidade de elevadores, para facilitar a liberdade de ir e vir com conforto e segurança. 

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Como Estimular a Autoestima na Terceira Idade?

A autoestima é importante em qualquer fase da vida, principalmente na terceira idade. Mas por incrível que pareça, nem todas as pessoas se sentem bem consigo mesmas durante essa fase. Muitos idosos pensam já ter vivido o suficiente ou acreditam não terem mais utilidade, o que acaba tornando o processo de envelhecimento uma carga pesada. 

Por isso, ter uma boa autoestima pode ser algo bem difícil de ser conquistado para algumas pessoas. Os idosos que não possuem um histórico de vida saudável, provavelmente encontrarão dificuldades nessa fase. Isso proporciona maior facilidade em adquirir doenças relacionadas à velhice, como fobias, medos, aflição, insegurança, sentimentos de inferioridade, exclusão etc. Além disso, a falta da autoestima da terceira idade pode gerar até mesmo a depressão. 

Dicas de como aumentar a autoestima da pessoa idosa

Inclua o idoso nas decisões do dia a dia

Muitas vezes, a família acaba impondo certas escolhas na vida do idoso, mesmo que de forma inconsciente. Isso acaba gerando desconforto e até mesmo irritabilidade, o que não é saudável para ambos os lados.  

O ideal a fazer é a família incluir o idoso nas tomadas de decisões. Sendo assim, você pode tentar:

  • Listar o que o idoso gosta de comer e tentar equilibrar;
  • Levá-lo para fazer as compras e escolher os alimentos;
  • Fazer com que ele participe do preparo do alimento;
  • Tentar não fazer tudo por ele (quando não há limitação física);
  • Perguntar sua opinião em questões simples.

Impor responsabilidades para melhorar a autoestima é importante 

Algumas pessoas não gostam de ter responsabilidades, mas sem elas, a rotina pode acabar ficando sem sentido. E é exatamente isso que acontece com os idosos, que, por muitas vezes, são subestimados. 

Isso cria uma sensação de impotência, o que contribui muito para a falta de autoestima. Por isso, é importante delegar algumas obrigações simples do dia a dia, para que o idoso levante todos os dias, tendo uma rotina para seguir. 

Algumas delas podem ser: 

  • Arrumar a cama;
  • Colocar roupas sujas na lavanderia;
  • Cortar alguns legumes;
  • Cozinhar pratos simples.

Incentive o idoso a praticar um hobby 

Muitas pessoas acabam deixando de lado seus hobbys, pela falta de tempo, mas na terceira idade isso não é desculpa. Fazer o que gosta é extremamente benéfico para a autoestima. 

Incentivar o idoso a praticar um hobby, promove o desenvolvimento de novas habilidades, estimula o convívio social e aumenta a autoestima. Mesmo que o idoso não tenha nenhuma atividade em mente, é importante procurar desenvolver novas habilidades em aulas de arte, música, dança, jogos, academia, entre vários outros exemplos. 

Estimule a prática de exercícios físicos

Praticar atividades físicas na terceira idade é fundamental, pois promove a qualidade de vida, bem-estar e ainda deixa o corpo mais flexível e resistente, o que colabora para que a autoestima permaneça sempre elevada. 

É importante lembrar que para incentivar o idoso a praticar uma atividade física, é necessário sugerir algo que ele se identifique. Pode ser musculação, yoga, pilates, exercícios aeróbicos, alongamento, hidroginástica e várias outras opções. 

E independente da escolha, o exercício precisa ser praticado com supervisão e autorização médica, prezando pela segurança e garantindo a saúde plena. 

Veja mais: Conheça 3 maneiras de aumentar a autonomia do idoso

Conclusão 

Além de praticar todas as dicas citadas no texto acima, é importante buscar orientação profissional e seguir as recomendações necessárias para cada tipo de pessoa. E se mesmo assim, o idoso continuar se sentindo pra baixo, com a autoestima desestruturada, procure um lar que ofereça uma rotina com várias atividades e entretenimento. Isso pode ajudar e muito!

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Etarismo: o impacto causado na vida dos idosos

O etarismo define-se como qualquer tipo de preconceito, intolerância ou discriminação contra pessoas mais velhas. Estima-se que uma em cada duas pessoas, em nível mundial, pratiquem atitudes discriminatórias, fazendo com que a saúde física e mental dos idosos seja abalada. 

Em 2016, a Organização Mundial da Saúde (OMS), entrevistou cerca de 83 mil pessoas em 57 países. Os resultados da pesquisa mostram que 60% do grupo entrevistado, tem uma visão negativa sobre o envelhecimento. 

O etarismo, muitas vezes é praticado de forma camuflada, com “brincadeiras” desagradáveis, como “você não tem mais idade pra isso”, “nossa, você é tão bonita que não aparenta ter essa idade”, entre várias outras frases constrangedoras e desconfortáveis.

A American Psychological Association destaca que o etarismo deve ser tratado da mesma forma que a discriminação em gênero, etnia ou orientação sexual, por exemplo. A organização cita que aumentar a consciência pública sobre os problemas que podem ser criados, a partir desse preconceito, pode ser de grande ajuda para o combate desse mal. 

O preconceito relacionado ao etarismo pode causar perda auditiva, diminuição da vontade de viver, menor participação em atividades preventivas, menor percepção de saúde funcional, recuperação insuficiente após infartos e até mesmo redução na expectativa de vida. 

Veja mais: Saúde mental dos idosos quais os impactos e cuidados

O etarismo durante a pandemia 

Especialistas reforçam que o etarismo aumentou ainda na pandemia. Muitas pessoas ainda têm a ignorância de dizer que o covid-19 é um vírus que mata apenas os idosos, o que automaticamente deixa pessoas acima de 60 anos mais inseguras e fragilizadas mentalmente. 

A especialista consultada pelo VivaBem, Ana Laura Medeiros, geriatra do Hospital Universitário Lauro Wanderley da UFPB (Universidade Federal da Paraíba), reforça que já ouviu pessoas dizendo que a sobrecarga no sistema de saúde pública, estava acontecendo por culpa dos idosos. Em alguns lugares chegaram a discutir se realmente havia necessidade de ventilação mecânica para as pessoas acima de 80 anos, como se a vida dessas pessoas não tivessem o mesmo valor que uma pessoa de 30 anos, por exemplo.  

Veja mais: O Impacto do Covid-19 nos Lares de Idosos

Como combater o preconceito causado pelo etarismo

A melhor forma de combater o etarismo é oferecer qualificação a essa população, gerar emprego, valorizar a experiência e o conhecimento. Assim, como muitas empresas optam pela inclusão, esse pode ser um grande diferencial unindo experiências, diferentes olhares e percepções entre idades distintas e até mesmo gerar soluções com ideias inovadoras e criativas.

O etarismo não se trata apenas de uma questão social, envolvendo políticas públicas, necessita também o posicionamento da população, pois afinal, esse é o futuro de toda a sociedade. Assegurar o bem-estar de pessoas idosas, é garantir o seu futuro, por isso o envelhecimento deve ser tratado como algo positivo e importante. 

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Transtorno de ansiedade afeta idosos?

O transtorno de ansiedade pode ser caracterizado por sentimentos excessivos, como o medo, tensão, apreensão, desconforto e preocupações intensas. Geralmente, em adultos que já passaram dos 60 anos, o transtorno de ansiedade costuma durar anos. Na maioria das vezes aparece associado à depressão, doenças graves ou reações adversas de medicamentos.

Por isso, sintomas físicos e mentais podem ser um sinal de alerta. Sendo eles:

Sintomas Físicos

– Respiração ofegante e falta de ar;
– Palpitações e dores no peito;
– Fala acelerada;
– Sensação de tremor e vontade de roer as unhas;
– Agitação de pernas e braços;
– Tensão muscular;
– Tontura e sensação de desmaio;
– Enjoo e vômitos;
– Enxaquecas;
– Boca seca e hipersensibilidade do paladar;
– Aumento do apetite para doces;
– Alterações do sono;
– Problemas digestivos recorrentes.

Sintomas Mentais

– Preocupações recorrentes;
– Irritabilidade;
– Sentir perigo em tudo;
– Sentir-se à beira de um ataque;
– Sentir-se constantemente no limite;
– Conviver com medos irracionais;
– Frustração ao receber críticas;
– Dificuldade para resolver seus próprios problemas;
– Reações desproporcionais (observadas por pessoas próximas).

É importante reconhecer os sintomas e buscar ajuda profissional o quanto antes, com o objetivo de evitar situações possivelmente piores. Quando o transtorno de ansiedade se torna patológico, ele afeta negativamente a qualidade de vida, podendo gerar ainda mais problemas na saúde do idoso.
Veja também: Ansiedade: Brasil tem maior índice de pessoas com transtorno no mundo

E quais os tipos de ansiedade?

– Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG): ocorre quando há aumento da ansiedade basal. A pessoa acometida fica a maior parte do tempo preocupada com um evento que ainda não aconteceu;
– Fobias específicas: ocorre quando há preocupação com algum agente estressor conhecido, pode ser, por exemplo, medo de violência, de falar em público ou até de sair de casa;
– Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC): ocorre quando há pensamentos e atos recorrentes . Os comportamentos repetitivos são uma forma de se livrar da ansiedade.
– Estresse pós-traumático: trata-se de uma reação espontânea de transtorno de ansiedade após um acontecimento assustador e marcante. Entre os sintomas, estão: pesadelos, lembranças constantes do acontecido e agitação.

Riscos do transtorno de ansiedade na saúde do idoso

Quando há uma doença crônica, comum em idosos, o transtorno de ansiedade tem grandes chances de estar associado. Isso acontece não só por causa da doença em si, mas devido às preocupações financeiras com tratamentos e compras de medicamentos, por exemplo.

Uma rotina agitada pode ser um grande gatilho para a ansiedade, pois conviver com estresse, correria, pressão, barulhos intensos desenvolve sérios sintomas de irritabilidade e inquietação. Outro fator que intensifica a ansiedade é o uso constante de nicotina (cigarros), álcool e cafeína, principalmente na terceira idade.

Veja também: Saúde mental dos idosos quais os impactos e cuidados

Como evitar o transtorno de ansiedade na terceira idade?

Pratique atividades físicas:

A prática de atividades físicas ajuda a liberar hormônios importantes em nosso corpo, que causam a sensação de bem-estar.

Mantenha uma alimentação balanceada:

Uma boa alimentação possibilita que o corpo esteja bem nutrido para o seu funcionamento regular. A carência ou ingestão descontrolada de determinados nutrientes pode potencializar um quadro de transtorno de ansiedade.

Estabeleça uma rotina:

Ter uma rotina programada, com horários bem definidos para a realização de suas atividades diárias é muito importante para amenizar o transtorno de ansiedade. Saber que você terá um tempo para realizar cada uma de suas tarefas permite que esteja preparado para elas. Tente deixar um horário para cuidar de você, fazer uma meditação ou qualquer outra atividade em que se sinta bem fazendo.

Conclusão

Não existe uma fórmula mágica para conter o transtorno de ansiedade, pois cada pessoa absorve, reage e lida com as situações de uma forma diferente. Entretanto, é fundamental procurar ajuda psicológica, principalmente quando os sintomas estiverem sendo obstáculos na sua rotina.

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Seniors Club Residencial

Tomar a decisão de internar um familiar em um lar para idosos é extremamente difícil. Porém, quando o idoso já apresenta sinais de demência e Alzheimer, adiar o início do tratamento recomendado pode acelerar o avanço da perda de memória e das funções motoras.

A falta de clareza sobre a doença e seus cuidados, faz com que a internação em local especializado seja a decisão mais correta, para cuidar de quem se ama em um momento tão delicado. 

Por isso, o diferencial do Seniors Club, além de ser um residencial de alto padrão que reúne o conforto de um hotel 5 estrelas e as atividades de um clube, é justamente possuir os cuidados de uma clínica e profissionais especializados no tratamento do Alzheimer e Demência.

Oferecemos atendimento médico diário, fisioterapia, terapia ocupacional, entre outras especialidades, com a intenção de oferecer aos nossos hóspedes qualidade de vida e bem-estar.

Para saber mais sobre residencial para idosos com Alzheimer:
Ligue para 41 3285-8558 ou clique aqui para falar com um consultor pelo WhatsApp.