Síndrome da fragilidade: o que é?

A saúde do idoso é sempre um tema de grande importância, pois, afinal de contas, todos queremos ver nossos entes queridos com bem estar e qualidade de vida na terceira idade. Por isso, é fundamental estar atento a possíveis patologias que possam surgir, entre elas, a síndrome da fragilidade.

Caracterizada pela redução da resistência e força muscular, ela afeta múltiplas funções fisiológicas, que deixam o organismo do idoso mais vulnerável, e suscetível a doenças. 

Por não ser uma patologia tão conhecida, muitas pessoas podem ter dúvidas em relação a essa condição. Por isso, no post de hoje, iremos falar um pouco mais sobre a síndrome da fragilidade e o que você pode fazer caso seu familiar idoso seja atingido por ela.

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O que é?

Como dissemos anteriormente, a síndrome da fragilidade afeta as funções fisiológicas e deixa a imunidade do idoso baixa. Ela é uma condição genética de origem neuroendócrina, que gera maior vulnerabilidade a doenças ou estresses agudos.

O idoso frágil não é necessariamente uma pessoa com idade avançada. É um indivíduo com redução da força e da massa muscular, que apresenta perda involuntária de peso e que tem baixa energia para as atividades diárias, pois ele tem uma carga maior de exaustão.

Essa patologia atinge principalmente os sistemas endócrino, imunológico e musculoesquelético, reduzindo a mobilidade da marcha, do equilíbrio postural, da força muscular e também da cognição e nutrição.

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Sintomas

A síndrome da fragilidade apresenta algumas características específicas. 

Portanto, caso o idoso demonstre alterações como perda de peso não involuntário, fadiga em excesso, diminuição da força muscular e baixa propensão a atividades físicas e cotidianas, o médico deverá ser consultado, para avaliar a situação e fazer o diagnóstico correto, pois esses sinais podem desencadear em outras reações adversas, como queda, declínio funcional e até mesmo a morte.

Possíveis doenças cardiovasculares e crônicas como bronquite, asma, rinite, hipertensão, câncer, diabetes e obesidade tornam o idoso diagnosticado com síndrome da fragilidade ainda mais vulnerável.

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Tratamento

Assim como outras patologias, a síndrome da fragilidade tem as suas particularidades. Porém, a boa notícia é que ela tem tratamento. Pesquisas e estudos indicam que a prática de exercícios é uma grande aliada para os idosos que sofrem com essa condição. 

Exercícios de resistência e que promovam a força muscular, o equilíbrio, a coordenação e cognição podem trazer muitos benefícios aos idosos. Essas atividades devem ser realizadas de duas a cinco vezes por semana, com duração de 45 a 60 minutos por dia.

A administração de suplementos alimentares, que ajudam a amenizar a perda de massa magra também é uma boa opção no tratamento. 

Como cada idoso tem suas necessidades e particularidades específicas, é fundamental que o médico geriatra seja consultado, para que possa descrever a melhor forma para tratar a síndrome da fragilidade, que pode ser via terapia medicamentosa, fisioterapia e nutrição. 

O Seniors Club dispõe de vários serviços de assistência à saúde, como enfermagem, fisioterapia e academia, que atuam em conjunto para atender as necessidades de cada hóspede.

Agende uma visita e venha nos conhecer! Somos o único residencial com presença permanente de médico. 

Benefícios da musicoterapia para idosos

É difícil encontrar alguém que não goste de ouvir música, não é mesmo? Uma boa canção marca momentos e histórias. Ela traz inúmeros outros benefícios, inclusive na terceira idade. A musicoterapia para idosos tem sido utilizada cada vez mais para auxiliar na melhora da qualidade de vida dessas pessoas.

No Brasil, a expectativa de vida aumenta a cada ano. De acordo com dados da Organização das Nações Unidas (ONU), a estimativa é de que os brasileiros vivam em média 81,2 anos, diferentemente dos 74,9 atuais. 

Em outro artigo aqui no blog, já contamos um pouco sobre como é possível ter uma vida saudável na terceira idade. No post de hoje, iremos abordar sobre os benefícios da musicoterapia para idosos e também algumas dicas de músicas para estas pessoas ouvirem.

O que é musicoterapia?

Primeiramente, vamos abordar sobre o conceito de musicoterapia. Ela é uma técnica que utiliza recursos sonoros com intervenção de um profissional da música em ambientes clínicos, educacionais e residenciais e tem como objetivo um tratamento terapêutico, ajudando na melhora do humor, autoestima e expressão corporal.

É uma técnica que vem desde a antiguidade, quando os egípcios já disseminavam a tese de que a música era importante para aumentar a fertilidade feminina, além de ser fundamental para a mente humana.

No século XX, período das grandes guerras, pesquisadores começaram a investir em técnicas para minimizar os traumas sofridos pelas pessoas que foram afetadas com os acontecimentos. Foi aí que a musicoterapia passou a fazer parte da realidade científica. 

Terceira idade

Como citado anteriormente, a musicoterapia para idosos é amplamente utilizada para melhorar a qualidade de vida destas pessoas. 

Nesta fase da vida, é natural que algumas doenças apareçam. Isso, inevitavelmente, acaba afetando a autoestima e o psicológico dos idosos. 

O uso de medicamentos também pode impactar no abalo emocional destas pessoas, além de outras situações ocasionais, como um falecimento inesperado de algum ente querido, ou até mesmo, a perda do convívio diário com os filhos, quando estes saem de casa. 

São muitas situações que podem ser prejudiciais para a saúde dessas pessoas, por isso, a musicoterapia para idosos pode ser muito útil para indivíduos que passam por essas circunstâncias, ou que, porventura, não tenham tantas atribuições diárias.

Indicações

Assim como em outros tipos de tratamento, a técnica possui algumas contra-indicações, por ser uma atividade exaustiva. Porém, no geral, ela pode ser realizada sem grandes restrições. 

A musicoterapia para idosos é destinada principalmente aqueles com problemas de comunicação verbal, dificuldade de expressar emoções, falta de integração, distúrbios de ansiedade e doenças cardiorrespiratórias.

Vários estudos indicam que os resultados se mostram excelentes, pois a técnica pode reduzir náuseas durante sessões de quimioterapia de câncer, além de diminuir a quantidade de sedativos e melhorar a mobilidade dos doentes com Parkinson. 

Tipos de musicoterapia

A musicoterapia para idosos pode ser dividida em dois métodos: receptivo ou ativo. No primeiro caso, os profissionais tocam para o paciente e observam qual será sua reação. Essa tática é indicada para pacientes que tenham dificuldades motoras.

Já na musicoterapia ativa, os idosos são incentivados a tocarem os instrumentos ou acompanharem as canções da forma que se sentirem à vontade. A técnica é geralmente realizada em grupos, pois é mais eficaz em pacientes com dificuldade de interação e socialização. 

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Benefícios da técnica

Bom, agora que já contamos sobre o que é a técnica e também sobre os métodos, vamos listar alguns benefícios da musicoterapia para idosos. 

Anteriormente, citamos que a terapia pode ajudar no tratamento de enfermidades e também ajudar na socialização dos idosos. Além disso, outras vantagens são:

  • Estimulação da fala;
  • Aumento da criatividade;
  • Resgate da memória;
  • Ganho de força e consciência corporal;
  • Libera o hormônio da endorfina, trazendo sensação de felicidade;
  • Reduz os níveis de estresse;
  • Diminui sintomas de depressão.

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Músicas para idosos

Um levantamento realizado pelo SeniorLab by Deezer em julho de 2021, apontou que o gênero sertanejo é o mais ouvido por pessoas da terceira idade no Brasil. 

Artistas como Marília Mendonça, Gusttavo Lima e Bruno & Marrone estão entre as preferências musicais deste público, assim como Roberto Carlos e Barões da Pisadinha. Bandas clássicas de rock, como Queen e The Beatles também estão entre as mais ouvidas, assim como músicas religiosas. 

Canções desses artistas podem ser ótimas aliadas na musicoterapia para idosos, assim como outras. Tudo dependerá do gosto e da preferência do paciente, por isso, é importante conversar e descobrir do que ele gosta.

Conclusão

Podemos concluir que a musicoterapia para idosos é uma ótima ferramenta para auxiliar no bem estar desse público, pois ela ajudará a resgatar memórias e sentimentos que trarão felicidade emocional.

Incluir as canções favoritas do idoso no tratamento de enfermidades também é ideal para ajudar na cura das doenças. 

Vale ressaltar, que a musicoterapia não substitui nenhum tratamento. Ela funciona como um complemento a ele. Portanto, é fundamental consultar um médico e ver qual a situação ideal para cada caso.

Aqui no Seniors, contamos com vários serviços de lazer e entretenimento para o idoso, entre elas, a musicoterapia e apresentações musicais e teatrais. Agende uma visita e venha nos conhecer!

Por que a Hospedagem Permanente é uma Boa Opção?

O Seniors Club é um residencial de hospedagem permanente para idosos. Além da estrutura moderna, os serviços oferecidos são de alto padrão, com o intuito de oferecer o conforto de um hotel 5 estrelas, o atendimento especializado de uma clínica e os exercícios físicos e as atividades de entretenimento de um clube.

A equipe é formada por profissionais multidisciplinares como enfermeiros, médicos, nutricionistas e fisioterapeutas, que juntos proporcionam aos hóspedes todo o cuidado necessário à saúde física e mental dos idosos, visando o bem-estar completo de cada um. 

Além disso, o Seniors encontra-se em uma região privilegiada da cidade, ao lado do Ecoville e próximo ao centro de Curitiba. Temos também nosso próprio estacionamento. Tudo pensado para facilitar o acesso e a frequência de visitas dos familiares. 

Veja mais: A Importância do Convívio Social na Terceira Idade 

Quais são os Benefícios Oferecidos aos Hóspedes? 

O residencial Seniors Club, foi projetado para ser diferente dos demais. Com isso, oferecemos alguns benefícios. Entre eles: 

– Incentivo ao convívio social com outros idosos;

– Momentos de lazer que proporcionam qualidade de vida;

– Atividades físicas que incentivam a coordenação motora e mantêm o cérebro ativo;

– Estrutura pensada para a independência dos residentes;

– Equipe especializada em cada área que o residente necessita;

– Atendimento médico permanente e sem custo adicional; 

Proporcionar bem-estar e qualidade de vida ao nosso ente querido é o que mais desejamos, certo? Logo, um residencial para idosos é a solução mais indicada nos momentos em que a nossa rotina nos impede de oferecer todo o conforto do qual ele necessita.

Qual é o custo x benefício do Seniors Club?

A estrutura foi pensada para atender de forma completa todas as necessidades do público da terceira idade. O ambiente é adaptado, conta com elevadores, corrimãos, pisos antiderrapantes, além de outras acessibilidades.

O valor das mensalidades é justo e varia de acordo com o grau de dependência do seu familiar. Nesse valor está incluso atendimento médico diário, equipe multidisciplinar, consultas com médico, atividades físicas acompanhadas por profissional especializado, refeições com cardápios montados por nutricionistas, lavanderia e atividades de lazer e entretenimento, para desenvolvimento das habilidade físicas, motoras e mentais.

Optando por um bom lar de idosos, acaba a sua preocupação com a contratação de funcionários e todo o cuidado e burocracia que isso envolve. Além disso, é a confiança de que a pessoa que você ama está em segurança, recebendo o tratamento adequado, tendo acesso à atividades que vão desenvolver e manter as suas habilidades e socializando com outras pessoas. 

Percebeu como vale a pena manter quem você mais ama sob os cuidados de um lar com hospedagem permanente? Optar por hospedar o idoso em um bom residencial é acima de tudo uma prova de amor e cuidado.

Veja mais: Dicas para Convidar o seu Familiar Idoso à Morar em um Residencial 

Caso tenha interesse em mais informações, acesse nosso site ou entre em contato conosco para agendar uma visita. 

Dicas para convencer o seu familiar idoso à morar num residencial

Convencer os pais, avós ou até mesmo outros familiares a morar num residencial para idosos, não é uma tarefa fácil. Afinal, muitas pessoas ainda possuem um certo preconceito com residenciais que atendem a terceira idade. 

Porém, é necessário esclarecer que muitas vezes um residencial especializado pode ser a melhor maneira de oferecer todo o conforto e cuidados que nossos velhinhos precisam, cuidados esses que, com o passar da idade, tornam-se mais necessários e constantes do que nunca. 

Mas com isso, a maioria dos filhos sente dificuldade em conduzir o destino dos pais. Até porque, a inversão de autoridade pode não ser aceita por eles. Pois, mesmo enfraquecidos, os idosos podem impor suas vontades, levando os filhos a desistir de procurar uma solução segura, mesmo estando totalmente convencidos de que seria o mais adequado. Então, como lidar com essas situações da melhor forma possível? 

Veja mais: Como Funciona a Hospedagem Permanente? 

A médica responsável pelo Seniors Club, Dra. Carla Lagomarsino, relatou a importância do diálogo entre familiar e idoso, na hora prévia à busca por um residencial. 

“Eu e meu marido recebemos e conversamos com todas as famílias que vêm nos visitar, à procura de um residencial. Geralmente nos procuram quando surgem sinais que lhes indicam que algo pode não estar bem com as pessoas que amam. 

Apesar de muitas vezes ainda ouvirem discursos coerentes dos seus familiares mais velhos, começam a presenciar repetições de pequenos acidentes, confusões com a medicação, quedas, cenários de isolamento e depressão, emagrecimento acentuado, e começam a preocupar-se com a segurança e o bem-estar dos seus idosos.

E o problema acaba surgindo, na hora de convencer os familiares. Por mais que seja a melhor opção, tanto para a saúde mental, quanto física dos mesmos, as vezes não é fácil aceitar esse fator, emocionalmente falando. Até porque muitas vezes o que o filho quer – segurança – não é o mesmo que o idoso deseja: a autonomia de continuar “mandando na sua própria vida”, destaca a Dra. Carla. 

Por isso, confira algumas dicas para tornar esse momento mais fácil. 

Veja mais: Cuidar do Idoso em Casa ou em um Local Especializado? 

1- Quem deve falar?

Convencer uma pessoa a morar em um lar para idosos, quando sempre morou sozinha, não é tarefa fácil. O melhor é que quem converse seja alguém em que esta pessoa sinta bastante confiança. Às vezes um familiar, um médico, ou até mesmo um amigo. 

A expectativa de mudar radicalmente a sua rotina pode ter um peso muito grande e o ideal é que tudo comece como uma experiência. Sim! Tudo que é definitivo assusta muito. Então por que não começar dizendo que vai ser uma mudança provisória? Até porque ninguém sabe mesmo como vai ser esta tentativa. 

Vai ser com o passar dos dias em um novo lugar que o idoso poderá sentir os benefícios de ter outras pessoas para conviver e se divertir, ter regalias como alguém que prepara as suas refeições, que mantém seu quarto limpo e que o lembra de tomar seus medicamentos na hora correta. 

2- Desmistifique a imagem negativa dos Lares de Idosos

Claro que a escolha do Lar é tudo! Hoje, existem lares bonitos e com pleno conforto, muito bem equipados, onde os idosos podem estar melhor do que em suas próprias casas. 

A entrada em um lar representa uma oportunidade para os idosos fazerem novos amigos, se libertarem de responsabilidades e desfrutarem de uma vida ainda ativa, em um ambiente seguro e assistido.

Importante o idoso compreender que, num local assistido, ele manterá essa autonomia tão necessária. Só não terá que se preocupar com IPTU, manutenção, mercado, empregada, contas de energia, água e internet…. 

Veja mais: 15 Benefícios que Apenas Nossos Hóspedes Possuem

3- Lembre ao idoso que a outra alternativa pode ser a solidão 

Viver só pode ser perigoso durante a terceira idade. Existem riscos de quedas ou de passar mal por algum motivo e não ter ninguém para ajudar. 

Às vezes confiar em uma empregada ou cuidadora que vem por certos períodos pode não ser a solução de todos os problemas, pois tem-se que pensar no período em que ela não está. 

4-  Ajude o idoso a tomar consciência dos riscos que corre

O melhor será, primeiro, refletir calmamente e em conjunto com o próprio idoso sobre a sua real situação. 

A manutenção do idoso em sua casa sem o devido acompanhamento promove a sua insegurança em caso de acidente ou de mal-estar, podendo levá-lo para um estado de maior sofrimento ou mesmo de maior dependência.

A entrada em um lar no momento de crise não permite uma escolha ponderada e dificulta a integração do idoso no mesmo.

5- Fique atento aos sinais de saúde do idoso

Quando o idoso está ficando esquecido, confuso ou repetitivo, são sinais de um possível processo inicial demencial. Pode ser mais complicado aos familiares apresentar razões para a mudança de casa, pois a pessoa se torna incoerente. 

Não consegue entender as razões plausíveis como segurança ou ter cuidados. E até pode colocar-se bastante contra se a família quiser utilizar como argumento algum problema cognitivo. Neste caso, o melhor é convencê-lo a passar um período por outras razões, como uma reforma na casa, férias da empregada, ou o tratamento de um probleminha clínico, uma espécie de reabilitação monitorada para se fortalecer. Ou seja, motivos que não se relacionam ao seu estado de saúde mental.

6- Tenha calma e paciência 

Seja no caso de solidão ou em estado de situação incapacitante por alguma doença, convencer um idoso a sair de sua casa é uma situação muito difícil e necessita muita paciência com a pessoa mais velha. Uma boa sugestão é escutá-lo em caso de recusa e perguntar os motivos de sua escolha. 

A partir daí, é possível tentar convencê-lo baseado em seus próprios argumentos. A maioria das pessoas não deixam os idosos se expressarem ou falarem o que pensam, e muitas vezes essa atitude pode ser a razão da recusa deles em morar com outra pessoa que passará a viver com eles, especialmente aqueles que sempre foram independentes durante sua vida inteira.

Ouvir as pessoas idosas e ponderar com elas de modo calmo e persuasivo sem tentar impor-lhes nada, pode ser uma boa alternativa de convencimento.

7- Proponha um período experimental

Um pouco à semelhança das crianças quando vão a primeira vez para o jardim, os idosos precisam de tempo para se adaptarem. Até que se sinta melhor no lar do que em sua própria casa! 

Se o idoso estiver lúcido, esta jornada pode ser proposta numa perspectiva experimental, envolvendo-o na decisão e na avaliação do lar escolhido.

Veja mais: Descubra Porque as Relações Sociais são Importante para Idosos

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Dicas de Cuidados Com Idosos

Um idoso em casa é a garantia de boas histórias, risadas, sabedoria e bons conselhos. Mas apesar dos momentos agradáveis é muito importante saber que pessoas idosas precisam de cuidados especiais.

Por serem de uma outra época, com outros costumes, eles podem ser um pouco resistentes às mudanças e existe também a dificuldade de aceitar o processo de envelhecimento que tira deles a autonomia e a liberdade. A junção desses fatores pode ser um tanto difícil para todos. Mas com amor, paciência e aceitação, é possível tornar a convivência harmoniosa.

Confira algumas dicas para você aprender a cuidar das pessoas idosas da sua vida.

  • Tenha paciência

Alguns idosos têm um temperamento forte, isso, aliado às mudanças que o processo de envelhecimento causa nas vidas deles, pode influenciar na convivência de toda a família.

É importante praticarmos a resiliência, perceber a necessidade do idoso e compreender as suas limitações, que são típicas da idade. Por isso, paciência e carinho são fundamentais para o cuidado das pessoas idosas.

  1. Incentive os momentos divertidos

As limitações da idade, podem fazer com que idosos que sempre foram muito ativos e independentes, parem de se exercitar e gastar energia, e com isso aparecem problemas, como por exemplo, a depressão.

Por isso, sempre que puder, incentive que ele faça coisas de que gosta e participe desse momento. Isso fará com que ele se mantenha ativo e animado.

Em residenciais modernos como o Seniors Club, os idosos passam o dia socializando com pessoas da mesma idade através de jogos estimulantes e práticas de atividades físicas.

Além de manter o cérebro ativo, os momentos de descontração ajudam na queima de energia e na melhora da qualidade do sono.

  • Preserve a autonomia

Para um idoso que sempre foi ativo e independente, o grande incômodo de ter que ir morar com a família é a perda de independência. Às vezes na ânsia de proteger as pessoas idosas da nossa vida, acabamos tirando a autonomia delas.

Devemos ter atenção com o cuidado em excesso, pois quando fazemos tudo e não deixamos que ela sequer tome suas próprias decisões também estamos o prejudicando.

É necessário adequar ambientes, para minimizar os riscos de queda tão comuns nessa idade e assim fazer com que ele possa continuar suas atividades diárias e só ajudá-lo no que ele realmente tem dificuldade para fazer sozinho.

  • Empatia em primeiro lugar sempre

Essa palavra que está tão na moda, é muito importante no relacionamento com as pessoas idosas, porque empatia é compreender, se identificar e se colocar no lugar do outro diante de uma situação.

Por isso, é importante que você pense como gostaria de ser tratado, caso estivesse na situação da pessoa idosa, como você se sentiria se passasse a ter limitações e a depender de outras pessoas. Esse é o melhor conselho que podemos dar.

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Como Lidar com a Teimosia dos Idosos

A teimosia dos idosos costuma se manifestar principalmente nesses tipos de situações:

  • Recusando a procura por atendimento médico quando necessário e as prescrições de medicamentos;
  • Recusando o conselho de seguir dietas e evitar determinados alimentos;
  • Recusando pedir ajuda em tarefas que podem colocar sua segurança em risco;
  • Não levando em conta a opinião de outras pessoas;
  • Resistindo aos cuidados com a higiene e o banho.
  • Para conseguir lidar com esse tipo de comportamento, é importante procurar entender o que provoca tal resistência e irritação no idoso.

O primeiro motivo da teimosia constante, pode estar ligado à dificuldade pessoal de aceitar o processo de envelhecimento. Com as mudanças que a idade acarreta no organismo, por vezes, a pessoa mais velha precisa conviver com dores físicas e limitações em atividades com as quais tinha bastante facilidade, o que pode afetar seu humor.

Se o idoso foi uma pessoa muito ativa, profissionalmente e nas decisões familiares, a perda de autonomia e independência pode ser muito difícil e dolorosa. Se ele sempre esteve na liderança da família, é natural que seja complicado lidar com a inversão de papéis, vendo um filho assumir responsabilidades que eram suas.

Confira Algumas Dicas para Lidar com a Teimosia dos Idosos: 

Respeite a opinião

Um detalhe essencial para uma comunicação eficaz com um idoso é nunca se esquecer que ele é um adulto e deve ser tratado como tal. Se o idoso é lúcido, é preciso ter em mente que, por mais que ele precise de atenção e cuidados, também pode opinar a respeito de suas necessidades e vontades, que precisam ser respeitadas.

É normal que a pessoa que cuida de alguém mais velho se sinta no direito de tomar decisões e cuidar da casa e das coisas como lhe convém, mas o idoso deve se sentir incluído e nunca ridicularizado por suas limitações impostas pela idade. 

Faça perguntas

A diferença de idade entre o idoso e seu cuidador pode acarretar problemas na comunicação, já que é bem provável que existam divergências quanto às opiniões e pontos de vista sobre diversos assuntos. Uma forma de lidar com isso é mudar a perspectiva e fazer perguntas, para chegar a informações que permitam compreender melhor o ponto de vista do idoso.

Além disso, fazendo perguntas fica mais fácil entender como a pessoa mais velha se sente em determinadas situações, evitando assim a perda de paciência e a imposição de opiniões e ordens que só vão causar mais irritabilidade e teimosia.

Tenha empatia

Tentar se colocar no lugar da outra pessoa é um exercício válido em qualquer tipo de relacionamento, e com os idosos não deve ser diferente. Para tentar entender por que o idoso está teimando em fazer ou deixar de fazer algo, pense em como você agiria se estivesse na mesma situação que ele e descubra o que faria com que você se sentisse melhor.

Seja um ouvinte ativo do que a pessoa mais velha diz, concentrando sua atenção, fazendo contato visual e demonstrando que valoriza o que ela fala.

Esteja sempre presente 

Os pais costumam ficar mais carentes quando os filhos já são adultos e independentes. Por causa disso, tendem a cobrar atenção de formas diferentes, inclusive sendo teimosos, para demonstrar sua própria independência.

Uma forma de sanar essa carência é se fazendo presente, convidando o idoso para realizarem atividades juntos, mesmo as mais simples, como cozinhar ou fazer compras. Jogos de tabuleiro ou baralho também são uma opção para um filho demonstrar afeto e zelo ao idoso, retribuindo o que foi recebido ao longo dos anos.

O que você achou do conteúdo de hoje? Não esqueça de compartilhar com seus amigos que possuem familiares idosos em casa. E caso tenha interesse ou dúvidas sobre os nossos serviços, acesse nosso site ou entre em contato conosco. 

Cuidar do Idoso em Casa ou em um Lar de Idosos: Qual é a melhor escolha?

O número de idosos no Brasil é cada vez maior. Os habitantes com mais de 60 anos já são mais de 25 milhões e em 2030 serão 30% de toda a população brasileira. Isso significa um salto de 25 para 70 milhões de idosos em 10 anos. E nesse contexto, os idosos precisam de mais e melhores opções para envelhecer com saúde e bem-estar. Então, o que seria melhor para eles, ser cuidado em casa ou em um lar de idosos?

Veja mais: Como é Possível Desfrutar da Convivência em Um Lar de Idosos?

Além dos fatores demográficos, avanços na medicina e a adoção de melhores hábitos, contribuem para que a expectativa de vida aumente. Se o aumento da população com mais de 60 anos já é surpreendente, o aumento da população de idosos com mais de 80 anos é, proporcionalmente, maior.

Diante disso, a dificuldade ou dependência em relação às atividades essenciais para a qualidade de vida do idoso, como as de autocuidado, obriga muitas vezes, que a família busque alternativas para cuidar do ente querido. Essa situação será cada vez mais comum. Não é falta de vontade ou de carinho.

Acontece que os tempos mudaram, as famílias são menos numerosas que antes e as mulheres, que costumavam cuidar dos afazeres da casa e dos membros da família, hoje trabalham tanto quanto os homens. Durante o dia, com todos fora de casa trabalhando, não tem ninguém para ficar com o idoso e dar a ele o cuidado e atenção que necessitam. A viuvez, a ocorrência de doenças, as incapacidades, ou ainda a distância dos familiares, podem exigir decisões que envolvam a necessidade da busca por opções como, cuidadores, residenciais ou lares de idosos.

Se considerado que pessoas de idade supervalorizam algumas coisas, como por exemplo, a casa onde moram e que na maioria das vezes a família sente-se culpada por transferir seu ente querido para um lar de idosos, pelo estigma que isso carrega, a opção de contratar um cuidador para atender ao idoso em casa é vantajosa por ser a mais fácil. Porém, infelizmente essa é a única vantagem.

As questões culturais que envolvem culpa e julgamentos, acabam adiando a busca por um residencial ou lar de idosos, que certamente atenderia melhor às expectativas da família e as necessidades idoso. E isso ocorre mesmo quando já se esgotaram as possibilidades de cuidar do ente em casa, e esse é o grande erro.

Veja mais: Qual é a importância de um ambiente preparado para o idoso?

Contratar um profissional para atender ao idoso em casa, durante as 24 horas, custa aproximadamente R$ 12.000,00 mensais. Esse valor não leva em consideração alimentação e que a casa deve ser adaptada para atender as necessidades de segurança, com corrimãos, guarda-corpos, barras de segurança nos banheiros, etc. E principalmente, não considera o fato de que em casa, com um cuidador, o idoso é apenas “assistido” e sua vida se resume apenas a comer, dormir e assistir TV.

Em um lar de idosos sério, todas as necessidades do hóspede serão atendidas, desde a alimentação até a atenção diária com a medicação, e ele ainda terá atendimento especializado em várias modalidades. Mesmo os idosos independentes, sem incapacidades e com autonomia, podem optar por viver em um lar de idosos, como forma de se integrar a outras pessoas da sua idade, desenvolver atividades e obter facilidades no seu dia a dia. Muitas vezes simplesmente como parte de um desejo de não depender dos familiares e preservar a sua autonomia e privacidade.

Para escolher a opção adequada para quem você ama, para quem o criou, ou até para você mesmo, é extremamente importante conhecer pessoalmente as instituições e levar em consideração alguns critérios que irão auxiliar na tomada de decisão.

Fique atento à localização, ao sistema de visitas, aos cuidados e modalidades de estadia oferecidos pelo lar de idosos, ao estado de conservação da propriedade, o tamanho das acomodações, profissionalismo da equipe assistencial e dos gestores. A grade de serviços e atividades oferecidas também são relevantes e, o mais importante: como você se sente ao conhecer o local.

Veja mais: Qual é o Custo Benefício de um Lar para Idosos 

Permitir que seu familiar amado desfrute das mordomias de um ótimo lar de idosos nunca será significado de abandono e sim de amor e cuidado.

Como Evitar a Depressão em Idosos

É possível recorrer a algumas atitudes que podem não apenas diminuir sentimentos negativos e a depressão em idosos, mas também ajudá-los a lidar com algumas dificuldades e inseguranças pertinentes a fase da vida. É papel dos psicólogos ajudar as pessoas. Por isso, separamos algumas dicas para aprender a lidar com a depressão em idosos.

Veja mais: Transtorno de Ansiedade Afeta os Idosos?

1. Dê atenção

Uma das maiores reclamações da terceira idade é a falta de atenção dos filhos e netos. Quem nunca escutou algo assim por aí? Desse modo, uma das maiores atitudes que os familiares podem desenvolver frente a quadros depressivos em idosos é cuidar.

Visite, dê atenção, converse, pergunte sobre o dia da pessoa, escute suas histórias e, para além disso, reserve um tempo do seu dia para passar com seu ente querido.

2. Tenha tempo de lazer

Muitos idosos acabam ficando presos em suas casas, seja por conta de dificuldades motoras ou problemas de saúde. Entretanto, passar muito tempo em um mesmo local sem muitas atividades pode ser prejudicial a saúde mental.

Desse modo, uma dica valiosa é: tenha tempo para lazer com seu ente querido. Planeje atividades, como um passeio no parque, piquenique, jantares e almoços fora de casa, compras, cafés e outras atitudes semelhantes para quebrar a rotina e plantar memórias felizes em um período delicado.

3. Permita que o idoso faça as coisas que gosta

Como sabemos, a terceira idade pode vir acompanhada de uma série de problemas no corpo, como de saúde e dificuldades para locomoção. Entretanto, com os cuidados e tratamentos corretos, isso não é motivo para que o idoso se afaste das atividades que gosta de fazer.

Por isso, deixe que o seu ente querido ocupe a mente com pequenas funções do dia a dia que trazem algum tipo de prazer a ele. Além disso, é válido despender um tempo para ensiná-lo novas tarefas e, até mesmo, conhecimentos, como aprender um novo idioma ou tocar um instrumento.

4. Não deixe o idoso sozinho por grandes períodos

A solidão é um dos maiores vilões quando falamos da depressão em idosos. Por esse motivo, é essencial que os familiares se organizem e revezem para não deixar a pessoa sozinha por grandes períodos.

Como também, a companhia e ajuda de um familiar pode evitar diversos acidentes, como quedas e queimaduras, comuns nessa idade e geralmente providos pela dificuldade de locomoção.

5. Não ignore o acompanhamento psicológico

A depressão em idosos ou em pessoas de qualquer faixa etária não tem cura. Entretanto, há tratamentos que podem melhorar de modo significativo a qualidade de vida do indivíduo acometido. Por isso, é essencial que a pessoa realize o devido acompanhamento com o profissional indicado. 

Os tratamentos geralmente consistem na combinação de psicoterapia, que possuem a função de diminuir a ansiedade, ajudar com o sono ou outras dificuldades que a pessoa apresente. 

Cuidar da saúde mental é uma necessidade da sociedade atual, independentemente da idade. É necessário desacelerar de vez em quando, dar um tempo para si, realizar tarefas benéficas para a saúde, manter uma alimentação equilibrada, priorizar noites bem dormidas e atividades físicas.

Gostou do conteúdo? Continue nos acompanhando para ler mais temas como este. E te convidamos a conhecer nosso residencial! 🙂

15 Benefícios que Apenas nossos Hóspedes Possuem

Os benefícios que o Seniors Club oferece, quebra a imagem que muitas pessoas têm sobre os lares para idosos possuírem poucas atividades, tanto em relação à saúde física, como à saúde mental do hóspede. 

Aqui no Seniors, nossos hóspedes são tratados com muito carinho e amor. Além disso, oferecemos alguns benefícios exclusivos que só quem é hóspede, consegue usufruir. 

Com o texto de hoje, você vai ter a certeza que um residencial pode sim, oferecer benefícios, conforto e maior qualidade de vida ao público da terceira idade. 

Veja mais: Lar de idoso: por que tomar esta decisão?

Confira abaixo, 15 benefícios que o nosso residencial oferece! 

  1. Atendimento médico todos os dias;
  2. Serviços especializado de hotelaria e cuidados para a 3ª idade;
  3. Convivência e cuidados especiais;
  4. Atividades físicas acompanhadas por profissionais;
  5. Salas e ambientes de convivência especialmente projetados;
  6. Gastronomia sob orientação de nutricionistas;
  7. Estrutura de um hotel 5 estrelas;
  8. Localização privilegiada em Curitiba;
  9. Atividades recreativas;
  10. Atividades de hidroterapia;
  11. Equipe 100% atenciosa e familiarizada com cada hóspede; 
  12. Segurança e privacidade nos quartos; 
  13. Atendimento assistencial em qualquer horário; 
  14. Atividades que estimulam a socialização; 
  15. Áreas externas de lazer, com direito a uma vista privilegiada. 

Sobre o Seniors Club 

Para você que ainda não conhece, o Seniors Club é um residencial para hospedagem temporária ou lar permanente para idosos. Além de uma grandiosa estrutura moderna, os serviços e benefícios oferecidos são de alto padrão, com o intuito de prezar pelo conforto de um hotel 5 estrelas, com o atendimento especializado de uma clínica. 

A equipe é formada por profissionais multidisciplinares como enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas e a médica, também proprietária do residencial, Carla Lagomarsino. Juntos proporcionam aos hóspedes todo o cuidado necessário à saúde física e mental, prezando por um bem-estar completo. 

Além disso, um dos benefícios é a localização privilegiada da cidade, sendo próximo ao centro de Curitiba. Tudo pensado para facilitar o acesso e a frequência de visitas dos familiares. 

O Seniors é um verdadeiro clube com uma infinidade de benefícios e atividades de entretenimento, recreação, e interação social para otimizar a saúde física e mental de cada hóspede. 

Conclusão 

Para você que está buscando um local com cuidados especializados para o seu familiar idoso, o Seniors Club é um residencial que além dos inúmeros benefícios, possui a estrutura completa para oferecer assistência médica, lazer e conforto com a qualidade de um hotel 5 estrelas. 

Veja mais: Cuidar do Idoso em Casa ou em um Lar de Idosos: Qual é a melhor escolha?
Os benefícios que você procura, estão todos aqui! Caso tenha ficado interessado e deseja saber mais informações, entre em contato conosco agora mesmo. E se gostou do conteúdo, não esqueça de compartilhar com seus amigos e familiares, ok? Continue nos acompanhando para mais temas como este.

Sinais que um Idoso com Alzheimer Precisa de Cuidados Especializados

A doença de Alzheimer (CID 10 G30) é uma doença neuro-degenerativa que provoca o declínio das funções cognitivas, reduzindo as capacidades de trabalho e relação social. Com o passar do tempo, ela também interfere no comportamento e personalidade da pessoa, causando consequências como a perda de memória.

No início, o paciente pode até lembrar de acontecimentos muito antigos, mas acaba esquecendo coisas simples, como uma refeição que acabou de realizar.

O Alzheimer é a causa mais comum de demência – um grupo de distúrbios cerebrais que causam a perda de habilidades intelectuais e sociais. Na doença de Alzheimer, as células cerebrais degeneram e morrem, causando um declínio constante na memória e na função mental.

Veja mais: Tudo o que você precisa saber sobre alzheimer

Sintomas de Alzheimer

Os primeiros sintomas são aumento do esquecimento ou confusão leve que podem ser os únicos sintomas da doença de Alzheimer que você percebe. Mas ao longo do tempo, a doença rouba mais de sua memória, especialmente as memórias recentes. A taxa em que os sintomas pioram varia de pessoa para pessoa.

Se você tem Alzheimer, você pode ser o primeiro a perceber que está tendo uma dificuldade incomum de lembrar as coisas e organizar seus pensamentos.

Ou você pode não reconhecer que algo está errado, mesmo quando as mudanças são perceptíveis para os membros da sua família, amigos íntimos ou colegas de trabalho.

Alterações cerebrais associadas à doença de Alzheimer levam a problemas crescentes com:

Memória

Todo mundo tem lapsos de memória ocasionais. É normal perder a noção de onde você coloca as chaves ou esquecer o nome de um conhecido. Mas a perda de memória associada à doença de Alzheimer persiste e piora, afetando sua capacidade de funcionar no trabalho e em casa.

Pessoas com Alzheimer podem:

  • Repetir afirmações e perguntas repetidamente, sem perceber que elas já fizeram a pergunta antes;
  • Esquecer conversas, compromissos ou eventos;
  • Perder-se em lugares familiares;
  • Eventualmente, esqueça os nomes dos membros da família e objetos do cotidiano;
  • Tenha dificuldade em encontrar as palavras certas para identificar objetos, expressar pensamentos ou participar de conversas;
  • Pensamento e raciocínio;
  • A doença de Alzheimer causa dificuldade em se concentrar e pensar, especialmente em conceitos abstratos como números.

Prevenção

Atualmente podemos atuar em cinco áreas de prevenção de demência que terão muito mais efeito se realizadas conjuntamente, e mais eficazes se iniciadas precocemente:

  • Atividade física apropriada para idade (de preferência atividade aeróbica);
  • Alimentação balanceada e voltada para alimentos naturais – dieta do mediterrâneo, alimentos ricos em ômega 3;
  • Prevenção de fatores de risco vascular como controlar diabetes, hipertensão, dislipidemias. Evitar tabagismo, álcool em excesso;
  • Atividade intelectual: testes, exercícios mentais, manutenção atividade profissional, programa de reabilitação cognitiva;
  • Preservação das relações sociais e familiares (convivência interpessoal, manutenção e reforço de vínculos afetivos).
  • Ainda não existem remédios milagrosos ou procedimentos definitivos, porém a medicina tem evoluído rapidamente na busca dos melhores recursos para tratar e prevenir o Alzheimer.

Confira abaixo, alguns sinais de que o idoso com Alzheimer precisa de cuidados especializados!

1. Dificuldade de realizar a higiene pessoal

O Alzheimer costuma ser classificado em três estágios: leve, moderado e avançado. Quando o transtorno está em seu estágio avançado, dessa forma, impacta ações de cuidados pessoais e até mesmo a capacidade de ir ao banheiro, com casos comuns de incontinência urinária e fecal.

Assim, a internação é recomendada a fim de que os pacientes possam receber as intervenções clínicas necessárias para que não tenham problemas com a evacuação e recebam auxílio na hora de tomar banho, pentear os cabelos e escovar os dentes, por exemplo.

2. Problemas para se alimentar

À medida que a doença avança, é comum que os pacientes se esqueçam de comer. Aos poucos, todavia, ela afeta até mesmo a capacidade de desempenhar essa ação, o que demanda acompanhamento.

Em casos mais avançados, há dificuldade de deglutição, o que torna fundamental o uso de sonda para nutrição do indivíduo.

3. Facilidade para se perder fora de casa

Conforme a doença progride, seus sintomas podem ser identificados pelo próprio paciente, enquanto a demência não tem um avanço extremo, ou por familiares e pessoas próximas.

É recorrente entre esses sintomas, a partir do estágio moderado, que haja limitações para andar na rua, como em visita a locais da vizinhança, e surja em seu lugar dificuldade para retornar ao lar.

Você provavelmente já deve ter ouvido falar sobre algum idoso perdido na rua, certo? Esse é um quadro comum que o Alzheimer pode acarretar e a internação se torna uma alternativa segura para a integridade do paciente, já que sua vulnerabilidade pode expô-lo a riscos e até mesmo à má fé de pessoas com intenção de os roubar ou praticar violência contra eles.

4. Excesso de agitação e agressividade

A demência e a perda de memória são situações bastante duras de se lidar, capazes de afetar a autoestima e o humor dos pacientes com Alzheimer.

Casos nos quais há episódios sucessivos de agitação e agressividade podem precisar de um auxílio médico diário, com prescrição de medicamentos e cuidados clínicos possíveis à manutenção de seu bem-estar

Gostou do conteúdo de hoje? Continue nos acompanhando para mais informações sobre saúde e qualidade de vida do idoso. Lembrando que no Seniors, nós oferecemos todos os cuidados médicos necessários que uma pessoa com nível de Alzheimer avançado precisa.