5 benefícios da terapia ocupacional para idosos

5 benefícios da terapia ocupacional para idosos


A terceira idade é considerada como “a melhor idade”. Porém, neste ciclo da vida, a saúde e a disposição da juventude diminuem consideravelmente. Por mais que o processo de envelhecimento seja natural, algumas pessoas talvez precisem de cuidados especiais, para ter mais bem-estar. A terapia ocupacional para idosos é uma ferramenta importante.

Destinadas à socialização, reabilitação e prevenção do comprometimento de atividades cotidianas, essas práticas auxiliam a manter ativas as funções psicomotoras e cognitivas de pessoas na terceira idade.

Além dessas vantagens deste tratamento terapêutico, existem outras, como auxiliar na redução da mobilidade, da visão e perda de memória. Mas, os benefícios da terapia ocupacional para idosos não acabam por aí! No artigo de hoje, você vai entender mais sobre eles!

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O que é terapia ocupacional?

Primeiramente, vamos explicar o que significa a terapia ocupacional. Ela é um tratamento capaz de auxiliar pessoas que estejam com alguma dificuldade motora ou psicológica, e tem como objetivo, deixar os pacientes mais autônomos e independentes.

Muitas das atividades desenvolvidas visam estimular a consciência corporal, as relações interpessoais e as habilidades cognitivas. Isso é feito utilizando recursos, como oficinas, palestras, exercícios e jogos. 

Elas funcionam individualmente, e mudam de acordo com a necessidade de cada pessoa. Por isso, é importante estar atento ao histórico psicológico e de saúde do paciente. 

Leia também: https://www.seniorclube.com.br/blog/autonomia-na-terceira-idade-devo-me-preocupar/ 

Terapia ocupacional para idosos

Agora que você já entendeu um pouco sobre o que é a terapia ocupacional, fica mais fácil compreender a importância dela na vida do idoso. Por mais que tenham adotado hábitos saudáveis ao longo da trajetória, algumas pessoas podem apresentar alguns tipos de problemas que implicam na perda de habilidades cognitivas.

Por isso, a terapia ocupacional para idosos ajuda a proporcionar uma melhor qualidade de vida e bem-estar à vida dessas pessoas, fazendo com que elas se sintam valorizadas e mantenham suas atividades cotidianas. 

Leia também: https://www.seniorclube.com.br/blog/como-estimular-a-autoestima-da-terceira-idade/ 

5 benefícios da terapia ocupacional para idosos

Ao longo deste artigos, destacamos algumas vantagens da terapia ocupacional para idosos. Mas, existem outros benefícios desta prática, que você irá conferir a seguir:

  1. Mais mobilidade

Como dissemos anteriormente, o principal objetivo da terapia ocupacional é aumentar a independência da pessoa. Isso também se aplica na questão da mobilidade. 

Neste contexto, são realizadas algumas mudanças no ambiente em que a pessoa realizará a terapia ocupacional, a fim de evitar que objetos ou móveis atrapalhem a circulação do idoso. Caso ele tenha problemas para se locomover, será necessário um espaço maior, e que permita o uso de andadores e cadeiras de rodas. 

Conseguir se locomover sozinho pela casa, é uma grande vitória para a pessoa que não tinha essa autonomia.

  1. Prevenção de acidentes domésticos

Esse benefício da terapia ocupacional para idosos está diretamente ligado ao anterior. Sabemos que prevenir nunca é demais, e é nosso dever garantir a segurança do ente querido.

Muitos idosos já não têm mais os mesmos reflexos e a força muscular de antes. E isso é natural, pois faz parte do ciclo da vida. Contudo, estes fatores podem resultar em acidentes domésticos, como as quedas, que vem aumentando frequentemente na rotina de pessoas na terceira idade.

Condições como osteoporose, por exemplo, podem resultar em graves fraturas. Por isso, a terapia ocupacional cumpre importante função na prevenção destes acidentes, principalmente quando o idoso estiver sozinho. 

  1. Melhora na saúde mental 

Já falamos sobre a importância de ter a saúde mental do idoso em dia, para garantir que ele se sinta importante, e evite o desenvolvimento de doenças como depressão, por exemplo.

A terapia ocupacional ajuda pessoas na terceira idade a ter mais autonomia no dia a dia, além de ajudar a manter a atividade cerebral em dia, pois é natural que algumas pessoas apresentem falta de memória. 

Atividades e exercícios de raciocínio lógico estimulam o cérebro, e ajudam o idoso a não perder sua cognição.

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  1. Sociabilidade

Sabemos como as relações interpessoais são importantes para as pessoas, e na terceira idade isso não é diferente, pois o idoso quer se sentir amado e importante. A terapia ocupacional ajuda a promover maior interação, aumentando o bem-estar e a confiança. 

Atividades lúdicas e demais brincadeiras que estimulam o desenvolvimento cognitivo são de extrema importância na vida destas pessoas. Essa socialização também ajuda os familiares, que saberão o que fazer para evitar que o idoso se sinta sozinho. 

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  1. Maior qualidade de vida

Por fim, e não menos importante: a terapia ocupacional para idosos ajuda a trazer mais bem-estar e uma maior qualidade de vida. 

Como dissemos ao longo deste texto, muitas pessoas que estão na terceira idade se sentem sozinhas, e não conseguem ter autonomia, por questões como dificuldade na mobilidade. Por isso, a terapia ocupacional é uma ótima alternativa para auxiliar essas pessoas a terem mais independência.

O fator psicológico e a saúde mental sempre devem ser prioridade na vida das pessoas, e isso não é diferente em idosos, que poderão aproveitar seu envelhecimento da melhor maneira possível.

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Conclusão

Com isso, podemos concluir que a terapia ocupacional para idosos é uma importante ferramenta no auxílio da manutenção e desenvolvimento de uma maior independência e qualidade de vida destas pessoas. 

Atividades lúdicas como desenhos, pinturas, artesanatos, tecelagem, tricô, crochê, cozinhar, fazer passeios com animais, cuidar do jardim, jogar partidas de dominó, baralho, entre tantas outras… as opções são as mais variadas possíveis. 

Como cada idoso tem a sua necessidade específica, é importante saber o seu contexto individual, para identificar qual o tipo de terapia é o mais indicado.

Você também pode contar com o auxílio de um lar de idosos, que garanta todo o suporte necessário ao seu familiar, para que ele possa se manter com bem-estar e qualidade de vida.

O Seniors Club conta com serviços de assistência à saúde, com profissionais capacitados para prestar auxílio ao seu ente querido. Também temos diversas atividades de lazer e entretenimento, que ajudam na socialização do seu familiar!

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Medicamentos para idosos: como organizar

Os remédios fazem parte da rotina de várias pessoas, seja para tratamento de doenças ou problemas de saúde. Na terceira idade, esse quadro é ainda mais comum. Por isso, é muito importante saber organizar os medicamentos para idosos, de forma que o tratamento surja o efeito desejado.

Alguns idosos precisam tomar vários medicamentos por dia. Em algumas situações, o número de fármacos consumidos chega a ser de 5 a 10, por exemplo, o que pode ser um fator ainda mais complicado, ainda mais para pessoas que moram sozinhas. 

Saber armazenar os remédios da maneira correta contribui para que eles fiquem mantidos em locais apropriados, e sejam administrados do jeito certo, pois algumas embalagens são muito parecidas, o que pode dificultar a logística.

Porém, algumas pessoas talvez não saibam como organizar os medicamentos para idosos da forma correta. Por isso, no artigo de hoje, vamos te dar algumas dicas que facilitarão este processo. 

Leia também: https://www.seniorclube.com.br/blog/dicas-para-evitar-quedas-na-terceira-idade/ 

  1. Faça uma lista dos medicamentos

Um jeito bem prático e que facilita na organização é fazer uma lista dos medicamentos utilizados pelo idoso. Essa relação irá servir como um mapa, que conseguirá identificar as informações importantes de forma mais rápida. 

Esse documento pode ser feito tanto à mão quanto de forma eletrônica, que poderá ser impressa e colocada em algum lugar que seja visível. Uma maneira de deixar isso ainda mais fácil é separar os dias por colunas como “café da manhã”, “almoço”, “janta” e “jejum”, por exemplo. 

Com isso, ficará mais fácil ministrar a dosagem que precisa ser consumida, bem como os horários corretos. 

  1. Anote os horários

Outra maneira eficiente de organizar os medicamentos é anotar os horários. Isso pode ser feito tanto na planilha quanto no celular, caso o idoso tenha familiaridade com a tecnologia. 

  1. Divida os remédios por categoria

Outra forma de manter os remédios organizados é dividi-los por categorias, como por exemplo: analgésicos, antiinflamatórios, antibióticos, medicamentos homeopáticos e manipulados. 

É importante que os medicamentos sejam armazenados nas suas embalagens originais, para que não haja confusão. 

Essa dica também serve para produtos de primeiros socorros, como esparadrapos, algodão, curativos entre outros.

  1. Atente para o prazo de validade

Esse também é um item muito importante na hora de organizar os remédios. Muitos deles, em geral, têm validade de um ano. Por isso, é interessante mantê-los em suas embalagens originais, que contenham a data de validade. Obviamente, caso estejam vencidos, deve-se descartá-los no lugar correto. 

  1. Fique de olho em possíveis efeitos colaterais

Outro ponto que precisa de atenção diz respeito aos possíveis efeitos adversos que a utilização dos medicamentos pode trazer. Portanto, quando seu familiar idoso for ao médico, tire todas essas dúvidas. Também é importante ler a bula e evitar pegar informações na internet, pois elas podem confundir ainda mais sua cabeça. 

  1. Remédios somente com prescrição médica!

Por fim, outra maneira de manter organizados os medicamentos do seu idoso é seguir as instruções médicas. Parece ser óbvio falar isso, mas muitas pessoas acabam suspendendo o uso da medicação, o que pode prejudicar o tratamento. 

Outro erro bastante comum, e que todo mundo fez em algum momento da vida, é se auto medicar. Ao fazer isso, a pessoa poderá consumir mais do que a dose recomendada, o que poderá trazer sérios problemas, não só à saúde, mas também, ao organismo.

Por isso, nunca se esqueça. Apenas o médico poderá receitar e prescrever os medicamentos e o tratamento a ser seguido. Além disso, é importante ter um constante acompanhamento, para que essa rotina seja feita de forma tranquila para toda a família. 

Leia também: https://www.seniorclube.com.br/blog/residenciais-para-idosos-por-que-pra-quem-e-quando-escolher-esse-tipo-de-cuidado/ 

O Seniors Club contém uma equipe de profissionais especializados na assistência à saúde dos idosos. Temos presença permanente de médicos que garantem a manutenção do bem-estar do seu familiar.

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Confira 5 opções de atividades físicas para idosos

Todos aprendemos durante nossa vida que é fundamental manter o corpo e a mente exercitados e sempre em movimento. Isso fica ainda mais evidente na “terceira idade”. 

A prática de atividades físicas para idosos é de extrema importância, pois além do fortalecimento do sistema imunológico, os exercícios também previnem o aparecimento de doenças crônicas, além de minimizar os impactos do tempo no processo de envelhecimento, como o enfraquecimento dos músculos.

Em outro artigo publicado aqui no blog do Seniors Club, listamos quatro principais hábitos para conquistar qualidade de vida na velhice. No texto de hoje, iremos apresentar cinco opções de atividades físicas para idosos.

Caminhadas

A caminhada é uma das mais tradicionais atividades físicas para idosos. Ela ajuda a prevenir ataques e problemas de coração, além de controlar a pressão arterial e reduzir os níveis de colesterol. 

As caminhadas são benéficas pois ajudam a tonificar os músculos e fortalecer os ossos, controlando o peso e contribuindo para a melhora do sono e do bem-estar físico e mental.

Como é um exercício extremamente seguro, ela pode ser praticada por idosos de qualquer idade, e não necessita de novas habilidades para ser executada. No início, pode-se optar por caminhar distâncias curtas, com pouca velocidade, e ir aumentando progressivamente, de três a cinco vezes por semana.

Atividades aquáticas

A água pode ser uma boa aliada nas atividades físicas para idosos. Exercícios como natação e hidroginástica possibilitam movimentos que não causam impactos nas articulações e tendões. Pelo contrário, os potenciais benefícios vão desde a capacidade aeróbica até o aumento da força muscular e flexibilidade.

Assim como as caminhadas, as atividades aquáticas são bastante populares e seguras, causando impactos positivos também para o sistema respiratório e cardiovascular, pois ajudam a melhorar o estresse, aumentando a disposição para as outras atividades do dia a dia. Os exercícios realizados na água também melhoram a autoestima e a confiança, pois proporcionam que haja interação social do idoso com outras pessoas.

Alongamento

Um estudo publicado pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) indica que pessoas com boa flexibilidade tendem a sofrer com menos dores e lesões musculares, especialmente na região lombar, além de aliviar a rigidez muscular e eliminar alguns tipos de desconfortos.

Por isso, o alongamento também é uma boa opção de atividades físicas para idosos, pois é o principal elo entre a vida sedentária e a vida ativa. Por ser um exercício que não exige aprendizagem, é uma opção simples e eficaz para melhorar a capacidade funcional e a qualidade de vida da pessoa idosa.

A atividade é recomendada especialmente para idosos que têm pouca mobilidade e algum tipo de limitação para esportes que exigem mais vigor. Outra vantagem do alongamento é que ele pode ser realizado juntamente com outro exercício, como a caminhada.

Dança

É difícil alguém que não goste de dançar, não é mesmo? Se leva jeito ou não, isso pouco importa, pois, além de ser um momento que proporciona diversão, a dança ajuda a manter o condicionamento aeróbico, a força muscular e a flexibilidade.

A dança é outra boa escolha de atividades físicas para idosos, pois ela também possibilita que o indivíduo alcance estados emocionais positivos, sendo esse o maior ganho trazido pela prática do exercício.

Essa melhora no estado emocional impacta diariamente na qualidade de vida do idoso, pois, além de exercitar a mente, aumenta a capacidade motora e auxilia no combate à depressão. O exercício pode ser realizado duas vezes por semana, inicialmente de 15 a 30 minutos, mas que podem ser aumentados progressivamente, com sessões de até 60 minutos cada.

Musculação

Por fim, a musculação é outra boa opção de atividade física para idosos. Isso mesmo, você não leu errado, pois engana-se quem pensa que o exercício é indicado apenas para pessoas mais jovens. 

Diversos estudos publicados apontam a musculação como sendo a atividade de maior potencial, pois ela possibilita o aumento da massa muscular e da força óssea, desde que, é claro, seja realizado com supervisão e de forma correta, também aliado à uma alimentação saudável.

O Seniors Club dispõe de uma academia de ginástica disponível para que o hóspede possa se exercitar no momento que ele quiser. O nosso residencial também conta com atendimento especializado de uma nutricionista, que irá cuidar de forma personalizada na alimentação do idoso, respeitando suas particularidades e necessidades nutricionais.

As atividades físicas para idosos são de extrema importância para garantir o bem-estar e a qualidade de vida deles. Nunca é tarde para começar algo novo, então, coloque em prática estes hábitos! 

O Seniors Club conta com um vasto time de profissionais multidisciplinares, que estão atentos diariamente à auxiliar na melhora da rotina de vida da pessoa idosa, que merece o que há de melhor! Agende uma visita e venha nos conhecer!

Como Evitar a Depressão em Idosos

É possível recorrer a algumas atitudes que podem não apenas diminuir sentimentos negativos e a depressão em idosos, mas também ajudá-los a lidar com algumas dificuldades e inseguranças pertinentes a fase da vida. É papel dos psicólogos ajudar as pessoas. Por isso, separamos algumas dicas para aprender a lidar com a depressão em idosos.

Veja mais: Transtorno de Ansiedade Afeta os Idosos?

1. Dê atenção

Uma das maiores reclamações da terceira idade é a falta de atenção dos filhos e netos. Quem nunca escutou algo assim por aí? Desse modo, uma das maiores atitudes que os familiares podem desenvolver frente a quadros depressivos em idosos é cuidar.

Visite, dê atenção, converse, pergunte sobre o dia da pessoa, escute suas histórias e, para além disso, reserve um tempo do seu dia para passar com seu ente querido.

2. Tenha tempo de lazer

Muitos idosos acabam ficando presos em suas casas, seja por conta de dificuldades motoras ou problemas de saúde. Entretanto, passar muito tempo em um mesmo local sem muitas atividades pode ser prejudicial a saúde mental.

Desse modo, uma dica valiosa é: tenha tempo para lazer com seu ente querido. Planeje atividades, como um passeio no parque, piquenique, jantares e almoços fora de casa, compras, cafés e outras atitudes semelhantes para quebrar a rotina e plantar memórias felizes em um período delicado.

3. Permita que o idoso faça as coisas que gosta

Como sabemos, a terceira idade pode vir acompanhada de uma série de problemas no corpo, como de saúde e dificuldades para locomoção. Entretanto, com os cuidados e tratamentos corretos, isso não é motivo para que o idoso se afaste das atividades que gosta de fazer.

Por isso, deixe que o seu ente querido ocupe a mente com pequenas funções do dia a dia que trazem algum tipo de prazer a ele. Além disso, é válido despender um tempo para ensiná-lo novas tarefas e, até mesmo, conhecimentos, como aprender um novo idioma ou tocar um instrumento.

4. Não deixe o idoso sozinho por grandes períodos

A solidão é um dos maiores vilões quando falamos da depressão em idosos. Por esse motivo, é essencial que os familiares se organizem e revezem para não deixar a pessoa sozinha por grandes períodos.

Como também, a companhia e ajuda de um familiar pode evitar diversos acidentes, como quedas e queimaduras, comuns nessa idade e geralmente providos pela dificuldade de locomoção.

5. Não ignore o acompanhamento psicológico

A depressão em idosos ou em pessoas de qualquer faixa etária não tem cura. Entretanto, há tratamentos que podem melhorar de modo significativo a qualidade de vida do indivíduo acometido. Por isso, é essencial que a pessoa realize o devido acompanhamento com o profissional indicado. 

Os tratamentos geralmente consistem na combinação de psicoterapia, que possuem a função de diminuir a ansiedade, ajudar com o sono ou outras dificuldades que a pessoa apresente. 

Cuidar da saúde mental é uma necessidade da sociedade atual, independentemente da idade. É necessário desacelerar de vez em quando, dar um tempo para si, realizar tarefas benéficas para a saúde, manter uma alimentação equilibrada, priorizar noites bem dormidas e atividades físicas.

Gostou do conteúdo? Continue nos acompanhando para ler mais temas como este. E te convidamos a conhecer nosso residencial! 🙂

Como Evitar que o Idoso se Alimente de Forma Inadequada?

A qualidade de vida é reflexo de muitas atitudes positivas. Entre elas, a prática de atividades físicas, uma alimentação saudável, momentos de interação social, entre outras. Para quem já passou dos 60 anos, os cuidados devem ser ainda maiores. Por isso, a alimentação para idosos deve ser preenchida com um cardápio variado, rico em proteínas, vitaminas, carboidratos, frutas, verduras, legumes etc.

O corpo humano tem uma validade. Assim, os ossos se desgastam, as células enfraquecem e os músculos perdem força. Sabendo que a estrutura corporal sofre alterações ao longo dos anos, como as hormonais, nada melhor do que sempre assegurar um fortalecimento por meio de bons hábitos.

Além de uma vida regrada e de boas noites de sono, a alimentação saudável faz uma imensa diferença. Isso porque é preciso manter a massa muscular e ainda prevenir doenças que são comuns nesse momento, como diabetes, hipertensão, câncer, osteoporose e outros males.

Dessa maneira, é indicado uma orientação profissional de um nutricionista para que o cardápio fique de acordo com a realidade de cada pessoa. Afinal, cada um conta com um histórico de vida e possíveis restrições. Portanto, vale a pena procurar ajuda. 

Veja mais: Quais as vantagens de um nutricionista para a saúde do idoso?

O que comer?  

Existem algumas vitaminas indispensáveis para uma alimentação saudável para idosos. Vamos lista-las e dar exemplos de alimentos que podem conter essa vitamina. 

Todos os nutrientes estão disponíveis na alimentação se escolhermos e consumirmos de forma variada vegetais, carnes, ovos, leite e derivados e carboidratos. Claro, seguindo sempre o aconselhamento médico necessário. Encontre o profissional mais perto de você em nosso aplicativo Filóo Saúde.  

Cálcio

É normal, em uma certa idade, sofrer de osteoporose. Por conta disso, é importante adicionar à dieta alimentos como leite, folhas verde-escuro e cereais como a quinoa, pois são alimentos ricos em cálcio. Evite bebidas como café, refrigerantes, álcool e chá preto, pois eles influenciam negativamente e de forma direta na produção de cálcio para o corpo.

Para que o cálcio seja absorvido pelo organismo é preciso também consumir alimentos ricos em vitamina D. As principais fontes alimentares de vitamina D são as carnes, peixes e frutos do mar, como salmão. Além de tomar um solzinho diário. 

Potássio

O potássio é um grande aliado para reduzir os riscos de hipertensão e derrame. Pessoas idosas podem sofrer com a perda de potássio devido ao uso de determinados medicamentos. Nesses casos, precisa incluir em sua dieta alimentos como: banana, soja, feijão, damasco, abacate, iogurte, ameixa e melancia

Lembrando que a alimentação do Seniors é baseada em um cardápio realizado por nutricionistas, prezando pela alimentação adequada de cada hóspede. Caso tenha interesse em saber mais, entre em contato conosco.

A Importância do Convívio Social na Terceira Idade

Um dos segredos da longevidade é ter um bom convívio social na terceira idade. O envelhecimento é um processo natural para qualquer indivíduo, mas não é porque se chega a uma idade avançada que se deve deixar as relações de lado. Na verdade, muitos problemas podem começar com a aposentadoria. Isso porque depois que param de trabalhar, muitos idosos deixam de frequentar os locais que costumavam ir, perdem o contato com os colegas de empresa e, por conta disso, podem ficar mais sozinhos.

O convívio social é fundamental em qualquer época da vida, mas, para os idosos, ele é ainda mais importante, pois evita que fiquem deprimidos.

Saúde mental na terceira idade

Um estudo divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) revelou que os transtornos mentais atingem cerca de 29,7% e dos idosos. Segundo a pesquisa, a maior prevalência é nas mulheres, nos idosos com 80 anos ou mais e que apresentam maior número de doenças incapacitantes ou crônicas.

Esses dados alertam para a necessidade de maior proteção à saúde mental da pessoa idosa. É preciso, pois, criar medidas mais eficazes focadas na aplicação de estratégias que favoreçam ações preventivas para frear o ritmo do crescimento dessas doenças.

No Brasil, a expectativa de vida está bem alta e, por causa disso, é cada vez mais comum idosos morarem sozinhos ou ficar em boa parte do dia sem nenhuma companhia. Consequentemente, esse grupo está muito afastado de familiares e amigos, o que torna esse fator um dos maiores determinantes de crises depressivas nessa etapa da vida.

A depressão afeta, diretamente, tanto a estabilidade física como a saúde mental na terceira idade, visto que essa doença eleva os riscos de desenvolvimento de diferentes enfermidades crônicas. A atenção à saúde mental nesse grupo é importante para direcionar condutas que reduzam o impacto da depressão e recupere a saúde e a qualidade de vida.

Benefícios do convívio social na terceira idade

Aumenta a longevidade

Ter relacionamentos alegres e cativantes com família e amigos é tão importante que sua falta pode acarretar problemas cardiovasculares e neurológicos, diminuindo a longevidade. É o que constatou a pesquisa conduzida pelo psicólogo John Cacioppo, diretor do Centro de Neurociência Cognitiva e Social da Universidade de Chicago (EUA).

Melhora a qualidade de vida

Um bom indicador de qualidade de vida é saber reconhecer situações positivas e aceitar fatos negativos relacionados à vida cotidiana. Nos idosos solitários essa percepção tende a ser negativa, considerando os relatos frequentes de problemas físicos e psíquicos, dependência para realizar tarefas diárias e baixa autoestima.

Estimula a aprendizagem de novas tecnologias

Idosos que mantêm relações sociais agradáveis e frutíferas estão mais abertos para as mudanças. Dependendo do nível de conhecimento e das formas de incentivo dos familiares, eles podem aprender novas tecnologias, acessando redes sociais e mantendo contato com pessoas próximas ou distantes.

Gostou do conteúdo de hoje? Continue nos acompanhando para temas interessantes como este. 

Dicas para Evitar Quedas na Terceira Idade


Quedas na terceira idade apresentam grandes fatores de risco para a qualidade de vida do idoso. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), pesquisas indicam que as quedas giram em torno entre 30 e 60% da população com mais de 65 anos. 

A situação acaba piorando conforme o crescimento da idade, em pessoas acima de 80 anos, a mortalidade associada a quedas chega a ser seis vezes maior. Além disso, complicações como pneumonia, infarto e embolia pulmonar são mais frequentes em idosos que já sofreram fraturas no quadril ou fêmur. 

Quais são as principais causas das quedas?

Segundo o ELSI-Brasil, Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros, a maior incidência de quedas é entre mulheres na faixa dos 75 anos de idade. E entre os principais fatores, estão: 

  • Deficiências motoras;
  • Doenças oculares;
  • Sequelas de Acidente Vascular Cerebral;
  • Uso de medicamentos;
  • Consumo de bebidas alcóolicas;
  • Depressão;
  • Ambientes com piso desregular, escadas, tapetes ou chão muito escorregadio;
  • Problemas vestibulares (labirintite).

Alguns desses fatores podem estar interligados, como por exemplo, o diabetes, que pode desencadear uma deficiência motora ou até mesmo um problema de visão. 

Veja mais: Bem-estar do idoso: é possível ter uma vida saudável na terceira idade?

Como é possível prevenir? 

Cuidar da saúde já é um grande passo para evitar quedas na terceira idade. Os idosos que possuem uma alimentação saudável e praticam alguma atividade física, apresentam mais resistência aos que não têm hábitos parecidos. 

Após isso, o ideal é frequentar o médico regularmente e estar com os exames em dia, pois através desses exames de rotina é possível diagnosticar qualquer doença em seu estágio inicial e fazer o tratamento correto, evitando possíveis complicações futuras.

Confira algumas formas de prevenir esses acidentes: 

  • Evitar tapetes soltos em casa;
  • Usar escadas com corrimões;
  • Evitar andar sob piso úmido;
  • Não encerar a casa;
  • Não deixar móveis e objetos espalhados;
  • Sempre deixar uma luz acesa durante a noite, caso precise se levantar;
  • Sempre esperar que um veículo esteja completamente parado para subir ou descer;
  • Caso haja dificuldades para se equilibrar, use uma bengala ou outro instrumento de apoio.
  • Ter cuidado ao usar escadas rolantes;
  • Utilizar barras de apoio (principalmente no banheiro)

Veja mais: Autonomia na terceira idade: devo me preocupar?

Além disso, consultar um oftalmologista regularmente é essencial para evitar quedas, pois grande parte dos idosos possuem a visão comprometida devido a diversos fatores do envelhecimento. Mas o fato é que a boa visão também pode contribuir para as quedas, por isso, as consultas periódicas ao oftalmologista são extremamente necessárias e devem fazer parte da rotina de exames do idoso. 

E aqui no Seniors, nós temos a estrutura completa que o seu familiar precisa. Além de toda a equipe responsável pelo monitoramento dos hóspedes, também contamos com a acessibilidade de elevadores, para facilitar a liberdade de ir e vir com conforto e segurança. 

Conseguimos te ajudar com as dicas de prevenção a quedas? Compartilhe com seus amigos e familiares que possuem idosos em casa. 

Como Estimular a Autoestima na Terceira Idade?

A autoestima é importante em qualquer fase da vida, principalmente na terceira idade. Mas por incrível que pareça, nem todas as pessoas se sentem bem consigo mesmas durante essa fase. Muitos idosos pensam já ter vivido o suficiente ou acreditam não terem mais utilidade, o que acaba tornando o processo de envelhecimento uma carga pesada. 

Por isso, ter uma boa autoestima pode ser algo bem difícil de ser conquistado para algumas pessoas. Os idosos que não possuem um histórico de vida saudável, provavelmente encontrarão dificuldades nessa fase. Isso proporciona maior facilidade em adquirir doenças relacionadas à velhice, como fobias, medos, aflição, insegurança, sentimentos de inferioridade, exclusão etc. Além disso, a falta da autoestima da terceira idade pode gerar até mesmo a depressão. 

Dicas de como aumentar a autoestima da pessoa idosa

Inclua o idoso nas decisões do dia a dia

Muitas vezes, a família acaba impondo certas escolhas na vida do idoso, mesmo que de forma inconsciente. Isso acaba gerando desconforto e até mesmo irritabilidade, o que não é saudável para ambos os lados.  

O ideal a fazer é a família incluir o idoso nas tomadas de decisões. Sendo assim, você pode tentar:

  • Listar o que o idoso gosta de comer e tentar equilibrar;
  • Levá-lo para fazer as compras e escolher os alimentos;
  • Fazer com que ele participe do preparo do alimento;
  • Tentar não fazer tudo por ele (quando não há limitação física);
  • Perguntar sua opinião em questões simples.

Impor responsabilidades para melhorar a autoestima é importante 

Algumas pessoas não gostam de ter responsabilidades, mas sem elas, a rotina pode acabar ficando sem sentido. E é exatamente isso que acontece com os idosos, que, por muitas vezes, são subestimados. 

Isso cria uma sensação de impotência, o que contribui muito para a falta de autoestima. Por isso, é importante delegar algumas obrigações simples do dia a dia, para que o idoso levante todos os dias, tendo uma rotina para seguir. 

Algumas delas podem ser: 

  • Arrumar a cama;
  • Colocar roupas sujas na lavanderia;
  • Cortar alguns legumes;
  • Cozinhar pratos simples.

Incentive o idoso a praticar um hobby 

Muitas pessoas acabam deixando de lado seus hobbys, pela falta de tempo, mas na terceira idade isso não é desculpa. Fazer o que gosta é extremamente benéfico para a autoestima. 

Incentivar o idoso a praticar um hobby, promove o desenvolvimento de novas habilidades, estimula o convívio social e aumenta a autoestima. Mesmo que o idoso não tenha nenhuma atividade em mente, é importante procurar desenvolver novas habilidades em aulas de arte, música, dança, jogos, academia, entre vários outros exemplos. 

Estimule a prática de exercícios físicos

Praticar atividades físicas na terceira idade é fundamental, pois promove a qualidade de vida, bem-estar e ainda deixa o corpo mais flexível e resistente, o que colabora para que a autoestima permaneça sempre elevada. 

É importante lembrar que para incentivar o idoso a praticar uma atividade física, é necessário sugerir algo que ele se identifique. Pode ser musculação, yoga, pilates, exercícios aeróbicos, alongamento, hidroginástica e várias outras opções. 

E independente da escolha, o exercício precisa ser praticado com supervisão e autorização médica, prezando pela segurança e garantindo a saúde plena. 

Veja mais: Conheça 3 maneiras de aumentar a autonomia do idoso

Conclusão 

Além de praticar todas as dicas citadas no texto acima, é importante buscar orientação profissional e seguir as recomendações necessárias para cada tipo de pessoa. E se mesmo assim, o idoso continuar se sentindo pra baixo, com a autoestima desestruturada, procure um lar que ofereça uma rotina com várias atividades e entretenimento. Isso pode ajudar e muito!

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Etarismo: o impacto causado na vida dos idosos

O etarismo define-se como qualquer tipo de preconceito, intolerância ou discriminação contra pessoas mais velhas. Estima-se que uma em cada duas pessoas, em nível mundial, pratiquem atitudes discriminatórias, fazendo com que a saúde física e mental dos idosos seja abalada. 

Em 2016, a Organização Mundial da Saúde (OMS), entrevistou cerca de 83 mil pessoas em 57 países. Os resultados da pesquisa mostram que 60% do grupo entrevistado, tem uma visão negativa sobre o envelhecimento. 

O etarismo, muitas vezes é praticado de forma camuflada, com “brincadeiras” desagradáveis, como “você não tem mais idade pra isso”, “nossa, você é tão bonita que não aparenta ter essa idade”, entre várias outras frases constrangedoras e desconfortáveis.

A American Psychological Association destaca que o etarismo deve ser tratado da mesma forma que a discriminação em gênero, etnia ou orientação sexual, por exemplo. A organização cita que aumentar a consciência pública sobre os problemas que podem ser criados, a partir desse preconceito, pode ser de grande ajuda para o combate desse mal. 

O preconceito relacionado ao etarismo pode causar perda auditiva, diminuição da vontade de viver, menor participação em atividades preventivas, menor percepção de saúde funcional, recuperação insuficiente após infartos e até mesmo redução na expectativa de vida. 

Veja mais: Saúde mental dos idosos quais os impactos e cuidados

O etarismo durante a pandemia 

Especialistas reforçam que o etarismo aumentou ainda na pandemia. Muitas pessoas ainda têm a ignorância de dizer que o covid-19 é um vírus que mata apenas os idosos, o que automaticamente deixa pessoas acima de 60 anos mais inseguras e fragilizadas mentalmente. 

A especialista consultada pelo VivaBem, Ana Laura Medeiros, geriatra do Hospital Universitário Lauro Wanderley da UFPB (Universidade Federal da Paraíba), reforça que já ouviu pessoas dizendo que a sobrecarga no sistema de saúde pública, estava acontecendo por culpa dos idosos. Em alguns lugares chegaram a discutir se realmente havia necessidade de ventilação mecânica para as pessoas acima de 80 anos, como se a vida dessas pessoas não tivessem o mesmo valor que uma pessoa de 30 anos, por exemplo.  

Veja mais: O Impacto do Covid-19 nos Lares de Idosos

Como combater o preconceito causado pelo etarismo

A melhor forma de combater o etarismo é oferecer qualificação a essa população, gerar emprego, valorizar a experiência e o conhecimento. Assim, como muitas empresas optam pela inclusão, esse pode ser um grande diferencial unindo experiências, diferentes olhares e percepções entre idades distintas e até mesmo gerar soluções com ideias inovadoras e criativas.

O etarismo não se trata apenas de uma questão social, envolvendo políticas públicas, necessita também o posicionamento da população, pois afinal, esse é o futuro de toda a sociedade. Assegurar o bem-estar de pessoas idosas, é garantir o seu futuro, por isso o envelhecimento deve ser tratado como algo positivo e importante. 

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Perda auditiva na terceira idade: veja as causas e sintomas

Perda auditiva na terceira idade: veja as causas e sintomas


A perda auditiva na terceira idade é uma questão que deve ser tratada com cuidado e atenção! Ao envelhecer é comum que os idosos não escutem mais com a mesma perfeição de quando tinham 20 anos, contudo é preciso estar atento aos sinais de surdez grave.

Com o passar dos anos, os idosos começam a desenvolver algum nível de surdez, causado pela morte de algumas células auditivas. Apesar da perda auditiva estar relacionada com o processo degenerativo do envelhecimento, alguns casos podem gerar complicações.

Segundo dados da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia, os idosos demoram cerca de sete anos para procurar ajuda de um especialista após notarem danos à audição. A procura por um tratamento se prolonga mais ainda, a média da população espera mais dois anos para escolher um tratamento.

A negligência com os sintomas de perda auditiva e a demora na procura de cuidados pode levar à surdez definitiva! Por isso, é importante motivar os idosos a procurar ajuda e lidar com a situação, tendo em vista que não há como fugir do problema.

Quer saber mais sobre a perda auditiva na terceira idade? Continue a leitura e descubra as causas e as consequências da surdez.

Quais as causas da perda auditiva?

Apesar de ser uma situação intrínseca do envelhecimento. Existem alguns fatores que podem contribuir para o desenvolvimento e agravamento da perda auditiva.

Saiba quais são eles:

  • Infecções

As infecções estão diretamente ligadas à perda auditiva! Uma infecção de ouvido que não receber a devida atenção poderá agravar e trazer dificuldades para a pessoa. Alguns casos mais graves podem levar à perda da audição.

Além disso, a meningite também é uma infecção que merece cuidado e atenção! A meningite pode contribuir para a perda auditiva e trazer outras sequelas para o indivíduo.

  • Hipertensão

Outro fator que merece cuidado é a hipertensão. Essa comorbidade ajuda a acelerar a degeneração do sistema auditivo. Mas como ela é capaz de fazer isso?

A pressão alta prejudica a circulação sanguínea, fazendo com que os vasos se contraiam e dificultem a passagem do sangue. Por isso, o idoso precisa ter atenção redobrada com o controle da hipertensão.

  • Diabetes

A diabetes é uma comorbidade que traz inúmeras complicações para o nosso organismo. Nesse sentido, listamos três maneiras de como ela atua para a surdez:

  • Os níveis altos de glicose no sangue podem desenvolver alterações químicas nos nervos do ouvido interno e vasos sanguíneos. Nessa situação, a capacidade de transmissão do som fica prejudicada;
  • A diabetes aumenta a vulnerabilidade do idoso, por isso, as infecções no canal auditivo podem ser recorrentes. Sendo assim, alguns aparelhos auditivos não poderão ser utilizados, a escolha dependerá do material do aparelho;
  • Um dos problemas mais sérios causados pela diabetes é o estreitamente das paredes da cóclea. Esse fator prejudica diretamente na perda auditiva e incentiva a perda de células capilares do ouvido interno.

Conheça as consequências da perda auditiva para os idosos

Além da perda auditiva, a surdez pode trazer muitas outras consequências para os idosos e o seu cotidiano. Conheça agora as principais consequências da perda auditiva para a terceira idade:

Baixa autoestima

Por não conseguir escutar facilmente as palavras dos seus colegas e familiares, o idoso também sofre com alguns fatores emocionais. A autoestima é uma das primeiras impactadas.

Nesse sentido, a pessoa se sente incapaz e perde a confiança para tomar as suas próprias decisões e enfrentar os desafios do dia a dia. Então, a autoestima é algo que precisa ser observado e tratado,  para que não chegue a desenvolver casos de estresse e ansiedade.

Isolamento social

Assim como a baixa autoestima, o isolamento social também é causado pela perda auditiva. Ao não conseguir conversar e até mesmo pedir para que os demais repitam a frase, o idoso fica cansado e, principalmente, envergonhado.

Sendo assim, é natural que ele prefira o isolamento social, evitando participar de encontros familiares ou se divertir com amigos. Sendo assim, afim de evitar quadros de depressão, é importante buscar acompanhamento e aparelhos que auxiliem na audição.

Enfraquecimento da saúde física e mental

Além das consequências emocionais, a perda auditiva também pode prejudicar a saúde física e mental do idoso. Uma vez que ele se sente desanimado e deixa de realizar atividades necessárias para a melhora do seu quadro geral, como exercícios físicos, boa alimentação.

Conclusão

Por fim, não existe nenhuma solução que evite ou cure a perda auditiva nos idosos. No entanto, ao manter hábitos saudáveis e os cuidados com os fatores listados acima, é possível amenizar esse dano.

Além disso, já existem inúmeras opções para compensar a perda auditiva e auxiliar os idosos. Por exemplo, os aparelhos auditivos, implante coclear. Mas não se esqueça, a visita regular ao médico é de extrema importância!

Aqui no Seniors Club temos o propósito de proporcionar a melhor qualidade de vida para o idoso. Nossa equipe é focada em garantir cuidados e acompanhamento para os nossos hóspedes. Agende uma visita!