Osteoporose em idosos: como prevenir

A saúde é importante em qualquer estágio, afinal, todo mundo quer ter bem-estar e qualidade de vida, não é mesmo? Na terceira idade, o corpo está mais fragilizado, o que possibilita o aparecimento de doenças. A osteoporose em idosos é um destes quadros mais comuns. 

O ser humano ganha massa óssea até os 20 anos, e sofre perda progressiva dela após os 40 anos. Por conta disso, é bem comum a osteoporose aparecer em pessoas que estão na terceira idade.

A doença tem estimativa de atingir até 10 milhões de brasileiros, e é uma das principais causas das quedas em indivíduos com mais de 65 anos, segundo dados do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia. É muito importante que as pessoas saibam mais sobre essa enfermidade.

Por isso, no post de hoje, iremos falar um pouco sobre essa condição e o que pode ser feito para evitar a osteoporose em idosos.

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O que é osteoporose?

Primeiramente, vale explicar sobre o que é a doença. A osteoporose é uma enfermidade que deixa os ossos frágeis e menos densos, o que aumenta a possibilidade de uma série de lesões por estresse ou até mesmo espontâneas.

A osteoporose em idosos é ainda mais preocupante, pois ela pode ocasionar fraturas de quadril, fêmur e costela. 

Embora não seja uma doença feminina, ela é mais comum neste público. Segundo levantamento realizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), 13% a 18% das mulheres acima dos 50 anos, em todo o mundo, têm osteoporose. Ela fica mais propensa durante a menopausa. Nos homens, essa taxa fica de 3% a 6%.

Como citado anteriormente, a doença ocorre a partir dos 40 anos, pois o corpo humano perde massa óssea mais rapidamente. As células osteoblastos, responsáveis pela produção da parte orgânica da matriz óssea, renovam a estrutura, e para realizar essa atividade, utilizam o cálcio absorvido com a ajuda da vitamina D. 

Quando essas células estão em baixa, a capacidade de renovação do esqueleto humano fica reduzida, o que gera um processo de desequilíbrio, levando ao quadro de osteopenia, que é a primeira etapa do problema. Em seguida os ossos ficam degradados, o que gera a osteoporose. 

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Sintomas

A osteoporose em idosos, assim como outras condições, é uma doença silenciosa. Até que alguma fratura seja percebida, ela dificilmente apresenta qualquer tipo de sinal. 

Com o avanço da enfermidade, alguns sintomas podem aparecer, como: dor, sensibilidade óssea, diminuição de estatura com o passar do tempo, dor na região lombar, dor no pescoço e postura encurvada.

A osteoporose é uma condição grave que pode limitar a mobilidade do idoso ou até mesmo, aleijar gravemente quem está acometido.

Principais causas

Entre as principais causas da doença, além da idade avançada e da falta de cálcio, estão:

  • Menopausa;
  • Doença renal;
  • Problemas hormonais.

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Fatores de risco 

Alguns fatores de risco são determinantes para a osteoporose em idosos. Histórico familiar, sedentarismo, pouca ingestão de cálcio, alcoolismo, tabagismo, uso exagerado de corticoides, pouca exposição de sol e baixo peso são condições que predispõem o aparecimento da doença.

Por isso, é fundamental ter uma dieta rica em alimentos fontes de cálcio, como leite, queijos e derivados, além de verduras como brócolis, espinafre e couve. Também é importante evitar o consumo excessivo de carne vermelha, refrigerante, café e sal, assim como o fumo e o consumo abusivo de álcool.

Como a falta de vitamina D também é um fator de risco para a osteoporose em idosos, é recomendado tomar sol, ao menos, de 20 a 30 minutos por dia, de preferência pela manhã, entre às 6h e 11h. Também é importante evitar o uso de tapetes soltos e ambientes com pouca iluminação, que possam provocar quedas. 

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Tratamento 

Apesar de ser uma condição comum, a boa notícia é que a osteoporose em idosos pode ser tratada. Em caso do aparecimento de algum sintoma, é fundamental que o médico seja consultado, para que possa indicar o melhor tratamento para cada caso.

Nos estágios iniciais, suplementos e refeições que aumentem o cálcio disponível no organismo, são importantes aliados. O consumo de vitaminas e calcitonina, uma substância que aumenta a absorção de cálcio e magnésio, também são importantes, além de banhos de sol regulares e exercícios físicos. 

Aqui no Seniors Club, temos profissionais capacitados para atender às necessidades de cada paciente. Dispomos de serviços de enfermagem e nutrição, que aumentam a qualidade de vida dos hóspedes. 

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5 cuidados com a saúde do idoso no inverno

O inverno chegou! Essa época do ano tão amada por várias pessoas traz várias particularidades, em especial, o clima mais frio. Porém, as quedas bruscas nas temperaturas não costumam fazer bem ao corpo, principalmente para pessoas mais velhas. Por isso, os cuidados com a saúde do idoso devem ser redobrados.

A resistência dessas pessoas tende a ser menor, devido às condições genéticas que são características desta idade. Com isso, o corpo fica mais fragilizado, e suscetível a algumas doenças.

Isso é ainda mais preocupante em idosos que sofrem de hipertensão arterial ou têm doenças respiratórias, como bronquite, asma ou enfisema pulmonar.

Por isso, é muito importante saber o que pode ser feito para garantir que a saúde do idoso não seja prejudicada com a chegada do inverno. Confira 5 dicas que separamos para você!

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  1. Roupas adequadas

A primeira dica para manter o idoso saudável no inverno diz respeito ao vestuário. Jaquetas e moletons devem fazer parte da rotina dessas pessoas, mas não só isso. Os acessórios secundários também precisam ser utilizados.

Os idosos costumam ter as extremidades do corpo mais frias, e com uma dificuldade maior para esquentá-las, devido a pressão sanguínea. Por isso, deve-se utilizar toucas, gorros, luvas, pantufas, mantas e meias grossas. A chamada “segunda pele”, que é um vestuário térmico, também é uma boa opção, pois se adequa facilmente ao corpo e evita o choque térmico.

  1. Hidratação da pele

Outra dica para cuidar da saúde do idoso no inverno é manter a pele hidratada. As temperaturas nesta época do ano costumam ser muito secas, favorecendo o ressecamento e problemas de pele, como alergias, descamações, coceiras e irritações. 

Por isso, é muito importante estar atento aos sinais da pele que podem indicar a falta de hidratação. Utilize hidratantes e esfoliantes para o tratamento do ressecamento.

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  1. Evite banhos quentes

Essa dica é super importante! Difícil encontrar alguém que não goste de tomar um bom banho quente quando está frio, não é mesmo? Por mais que esse hábito seja bem comum para a maioria das pessoas, ele é prejudicial para a saúde do idoso.

A água muito quente pode tirar a gordura natural da pele que protege o corpo. Isso faz com que haja coceiras e descamações. Naturalmente, não precisa tomar banho frio, mas sim, regular a temperatura corretamente. 

Os banhos dos idosos também precisam ser mais rápidos, e se possível, tomados durante a tarde, quando as temperaturas não estão tão baixas. Também é fundamental que o corpo seja seco imediatamente após o banho, principalmente o cabelo. 

  1. Vacinas em dia

Outra dica de ouro. É extremamente importante o idoso estar com todas as vacinas em dia, principalmente as da gripe e do Covid-19. 

Pelo inverno deixar o clima mais seco do que em outras épocas do ano, o risco de doenças respiratórias aumenta consideravelmente. Isso é muito prejudicial para pessoas que têm rinite, asma, bronquite, enfisema pulmonar e outras comorbidades. 

Por isso, é fundamental checar as datas das campanhas de vacinação e deixar a caderneta de vacinas em dia. Abrir as janelas durante o dia e deixar o ar circular também é importante para manter a saúde do idoso. 

  1. Alimentação e hidratação

Por fim, mas não menos importante: hidratação e alimentação devem estar na lista de prioridades e cuidados com a saúde do isoso. Pessoas que estão na terceira idade têm o costume de ingerir uma quantidade menor de líquidos do que os mais jovens.

No inverno, acaba sendo um problema ainda maior, pelas baixas temperaturas. Por isso, é fundamental manter o corpo hidratado, mas não apenas com água. Cafés, desde que eles não façam mal ao organismo do idoso, e chás de casca de fruta, como laranja, limão e maçã são ótimas pedidas.

Em relação à alimentação, é fundamental ter uma dieta saudável e balanceada. Deve se dar prioridade para frutas e vegetais crus, pois eles são ricos em minerais e vitaminas que auxiliam no bom funcionamento do organismo. Porém, os alimentos assados também podem e devem ser consumidos. 

Outros alimentos que contém vitamina D, como peixes, gema de ovos, bifes de fígado e cogumelos também são ótimas opções. Além disso, deve-se evitar refeições mais “pesadas”, pois o metabolismo levará mais tempo para realizar a digestão. Caldos e sopas de legumes, vegetais e carnes são excelentes aliados.

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Aqui no Seniors Club, temos profissionais capacitados e preparados para cuidar da alimentação e da saúde do idoso no inverno. As refeições são preparadas de acordo com as necessidades nutricionais de cada hóspede.

Agende uma visita, venha nos conhecer, e deixe o seu familiar idoso aproveitar o inverno da melhor maneira possível, com saúde, bem-estar e qualidade de vida. 

Idosos desnutridos: o que fazer?

Idosos desnutridos: o que fazer?

Todos sabemos que o bem-estar e a alimentação estão diretamente ligados a qualidade de vida, não é mesmo? Isso fica ainda mais evidente na terceira idade. Porém, é muito comum observarmos vários casos de idosos desnutridos. O que fazer quando isso ocorre?

A carência de nutrientes essenciais para a manutenção da saúde, como ferro, cálcio, vitaminas, potássio, entre outros, pode causar sérios problemas de saúde, como osteoporose, anemia e colesterol alto, além é claro, da desnutrição.

Em outro post aqui no blog, contamos um pouco sobre como evitar que o idoso se alimente de forma inadequada. No artigo de hoje, iremos abordar o assunto de idosos desnutridos, e o que é possível fazer para evitar esse problema.

Hiporexia: o que é?

Primeiramente, vale ressaltar o que é a hiporexia. Você já ouviu essa palavra antes? Ela significa a redução ou falta de apetite, e é muito comum ocorrer em pessoas da terceira idade, devido a mudanças fisiológicas, que levam o indivíduo a perder o interesse nos alimentos.

Isso é muito sério, pois os casos de idosos desnutridos podem desencadear situações de perda de peso, cansaço, anemia e piora em quadros clínicos. O aparecimento da hiporexia está ligado a outros fatores, e pode envolver os sistemas endócrino, digestivo, sensorial e cerebral. 

Fatores

Como citado anteriormente, existem alguns casos que podem fazer com que o idoso perca o prazer em se alimentar de forma correta. Entre eles, pode-se destacar:

  • Alteração nos sentidos (olfato, paladar e tato);
  • Problemas dentários;
  • Uso incorreto de medicamentos;
  • Fatores psicológicos e sociais;
  • Solidão;
  • Depressão.

Por isso, é de extrema importância consultar um especialista caso a pessoa comece a apresentar algum destes sintomas, para que o problema seja rapidamente identificado, os idosos desnutridos possam voltar a se alimentar da forma correta.

Como tratar

A boa notícia é que é possível intervir na situação logo no início, e possibilitar que a pessoa na terceira idade volte a se alimentar da forma correta e tenha uma boa qualidade de vida.

Entre as dicas para que os idosos desnutridos consumam os nutrientes necessários para sua alimentação está a maneira de preparar as refeições. Como assim?

Dicas

Pois bem, a pessoa responsável deve oferecer alimentos fáceis de comer, como sopas e comidas amassadas, tipo purês. Produzidos do jeito certo, eles não perderão nenhum valor nutricional. Investir em alimentos ricos em probióticos, antioxidantes, ferro, vitamina C e fontes de ômega 3 também é uma excelente pedida para evitar a desnutrição.

Outra boa opção é estimular a refeição em família. Atualmente, por questões como rotina apressada ou simplesmente por falta de hábito, as pessoas não se juntam para realizar suas refeições. 

Isso também influencia diretamente na vida do idoso, que pode se sentir isolado. Ao estar junto de seus entes queridos, ele irá se sentir amado e terá mais vontade de comer.

Lembra quando você era criança e sua mãe ou sua professora diziam que uma refeição só estaria completa caso o prato estivesse colorido? O estímulo visual está diretamente ligado ao nosso cérebro, naquilo conhecido cientificamente como “Psicologia das cores”, que é capaz de tornar algo prazeroso devido à cor característica do elemento.

Um prato colorido, com vários alimentos diferentes irá atrair a atenção do idoso, reduzindo a possibilidade de ele perder o interesse na refeição.

Por fim, outra dica é investir no consumo de suplementos nutricionais. No mercado, existem opções complementares que possibilitam o aumento da ingestão proteica e calórica, evitando a perda de peso e massa muscular e ajudando a melhorar o quadro dos idosos desnutridos.

No entanto, cada pessoa tem suas particularidades e necessidades próprias, então, nunca é demais reforçar que um profissional deve ser consultado para avaliar a situação e indicar o tratamento correto para os quadros de idosos desnutridos.

Veja também: https://www.seniorclube.com.br/blog/quais-as-vantagens-de-um-nutricionista-para-a-saude-do-idoso/

Aqui no Seniors Club, temos um cardápio preparado por nutricionistas especializados, que prezam pelas necessidades individuais de cada hóspede. 

Caso tenha interesse e conhecer mais sobre residencial de idosos, entre em contato e marque uma visita.

Confira 5 opções de atividades físicas para idosos

Todos aprendemos durante nossa vida que é fundamental manter o corpo e a mente exercitados e sempre em movimento. Isso fica ainda mais evidente na “terceira idade”. 

A prática de atividades físicas para idosos é de extrema importância, pois além do fortalecimento do sistema imunológico, os exercícios também previnem o aparecimento de doenças crônicas, além de minimizar os impactos do tempo no processo de envelhecimento, como o enfraquecimento dos músculos.

Em outro artigo publicado aqui no blog do Seniors Club, listamos quatro principais hábitos para conquistar qualidade de vida na velhice. No texto de hoje, iremos apresentar cinco opções de atividades físicas para idosos.

Caminhadas

A caminhada é uma das mais tradicionais atividades físicas para idosos. Ela ajuda a prevenir ataques e problemas de coração, além de controlar a pressão arterial e reduzir os níveis de colesterol. 

As caminhadas são benéficas pois ajudam a tonificar os músculos e fortalecer os ossos, controlando o peso e contribuindo para a melhora do sono e do bem-estar físico e mental.

Como é um exercício extremamente seguro, ela pode ser praticada por idosos de qualquer idade, e não necessita de novas habilidades para ser executada. No início, pode-se optar por caminhar distâncias curtas, com pouca velocidade, e ir aumentando progressivamente, de três a cinco vezes por semana.

Atividades aquáticas

A água pode ser uma boa aliada nas atividades físicas para idosos. Exercícios como natação e hidroginástica possibilitam movimentos que não causam impactos nas articulações e tendões. Pelo contrário, os potenciais benefícios vão desde a capacidade aeróbica até o aumento da força muscular e flexibilidade.

Assim como as caminhadas, as atividades aquáticas são bastante populares e seguras, causando impactos positivos também para o sistema respiratório e cardiovascular, pois ajudam a melhorar o estresse, aumentando a disposição para as outras atividades do dia a dia. Os exercícios realizados na água também melhoram a autoestima e a confiança, pois proporcionam que haja interação social do idoso com outras pessoas.

Alongamento

Um estudo publicado pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) indica que pessoas com boa flexibilidade tendem a sofrer com menos dores e lesões musculares, especialmente na região lombar, além de aliviar a rigidez muscular e eliminar alguns tipos de desconfortos.

Por isso, o alongamento também é uma boa opção de atividades físicas para idosos, pois é o principal elo entre a vida sedentária e a vida ativa. Por ser um exercício que não exige aprendizagem, é uma opção simples e eficaz para melhorar a capacidade funcional e a qualidade de vida da pessoa idosa.

A atividade é recomendada especialmente para idosos que têm pouca mobilidade e algum tipo de limitação para esportes que exigem mais vigor. Outra vantagem do alongamento é que ele pode ser realizado juntamente com outro exercício, como a caminhada.

Dança

É difícil alguém que não goste de dançar, não é mesmo? Se leva jeito ou não, isso pouco importa, pois, além de ser um momento que proporciona diversão, a dança ajuda a manter o condicionamento aeróbico, a força muscular e a flexibilidade.

A dança é outra boa escolha de atividades físicas para idosos, pois ela também possibilita que o indivíduo alcance estados emocionais positivos, sendo esse o maior ganho trazido pela prática do exercício.

Essa melhora no estado emocional impacta diariamente na qualidade de vida do idoso, pois, além de exercitar a mente, aumenta a capacidade motora e auxilia no combate à depressão. O exercício pode ser realizado duas vezes por semana, inicialmente de 15 a 30 minutos, mas que podem ser aumentados progressivamente, com sessões de até 60 minutos cada.

Musculação

Por fim, a musculação é outra boa opção de atividade física para idosos. Isso mesmo, você não leu errado, pois engana-se quem pensa que o exercício é indicado apenas para pessoas mais jovens. 

Diversos estudos publicados apontam a musculação como sendo a atividade de maior potencial, pois ela possibilita o aumento da massa muscular e da força óssea, desde que, é claro, seja realizado com supervisão e de forma correta, também aliado à uma alimentação saudável.

O Seniors Club dispõe de uma academia de ginástica disponível para que o hóspede possa se exercitar no momento que ele quiser. O nosso residencial também conta com atendimento especializado de uma nutricionista, que irá cuidar de forma personalizada na alimentação do idoso, respeitando suas particularidades e necessidades nutricionais.

As atividades físicas para idosos são de extrema importância para garantir o bem-estar e a qualidade de vida deles. Nunca é tarde para começar algo novo, então, coloque em prática estes hábitos! 

O Seniors Club conta com um vasto time de profissionais multidisciplinares, que estão atentos diariamente à auxiliar na melhora da rotina de vida da pessoa idosa, que merece o que há de melhor! Agende uma visita e venha nos conhecer!

Dicas para convencer o seu familiar idoso à morar num residencial

Convencer os pais, avós ou até mesmo outros familiares a morar num residencial para idosos, não é uma tarefa fácil. Afinal, muitas pessoas ainda possuem um certo preconceito com residenciais que atendem a terceira idade. 

Porém, é necessário esclarecer que muitas vezes um residencial especializado pode ser a melhor maneira de oferecer todo o conforto e cuidados que nossos velhinhos precisam, cuidados esses que, com o passar da idade, tornam-se mais necessários e constantes do que nunca. 

Mas com isso, a maioria dos filhos sente dificuldade em conduzir o destino dos pais. Até porque, a inversão de autoridade pode não ser aceita por eles. Pois, mesmo enfraquecidos, os idosos podem impor suas vontades, levando os filhos a desistir de procurar uma solução segura, mesmo estando totalmente convencidos de que seria o mais adequado. Então, como lidar com essas situações da melhor forma possível? 

Veja mais: Como Funciona a Hospedagem Permanente? 

A médica responsável pelo Seniors Club, Dra. Carla Lagomarsino, relatou a importância do diálogo entre familiar e idoso, na hora prévia à busca por um residencial. 

“Eu e meu marido recebemos e conversamos com todas as famílias que vêm nos visitar, à procura de um residencial. Geralmente nos procuram quando surgem sinais que lhes indicam que algo pode não estar bem com as pessoas que amam. 

Apesar de muitas vezes ainda ouvirem discursos coerentes dos seus familiares mais velhos, começam a presenciar repetições de pequenos acidentes, confusões com a medicação, quedas, cenários de isolamento e depressão, emagrecimento acentuado, e começam a preocupar-se com a segurança e o bem-estar dos seus idosos.

E o problema acaba surgindo, na hora de convencer os familiares. Por mais que seja a melhor opção, tanto para a saúde mental, quanto física dos mesmos, as vezes não é fácil aceitar esse fator, emocionalmente falando. Até porque muitas vezes o que o filho quer – segurança – não é o mesmo que o idoso deseja: a autonomia de continuar “mandando na sua própria vida”, destaca a Dra. Carla. 

Por isso, confira algumas dicas para tornar esse momento mais fácil. 

Veja mais: Cuidar do Idoso em Casa ou em um Local Especializado? 

1- Quem deve falar?

Convencer uma pessoa a morar em um lar para idosos, quando sempre morou sozinha, não é tarefa fácil. O melhor é que quem converse seja alguém em que esta pessoa sinta bastante confiança. Às vezes um familiar, um médico, ou até mesmo um amigo. 

A expectativa de mudar radicalmente a sua rotina pode ter um peso muito grande e o ideal é que tudo comece como uma experiência. Sim! Tudo que é definitivo assusta muito. Então por que não começar dizendo que vai ser uma mudança provisória? Até porque ninguém sabe mesmo como vai ser esta tentativa. 

Vai ser com o passar dos dias em um novo lugar que o idoso poderá sentir os benefícios de ter outras pessoas para conviver e se divertir, ter regalias como alguém que prepara as suas refeições, que mantém seu quarto limpo e que o lembra de tomar seus medicamentos na hora correta. 

2- Desmistifique a imagem negativa dos Lares de Idosos

Claro que a escolha do Lar é tudo! Hoje, existem lares bonitos e com pleno conforto, muito bem equipados, onde os idosos podem estar melhor do que em suas próprias casas. 

A entrada em um lar representa uma oportunidade para os idosos fazerem novos amigos, se libertarem de responsabilidades e desfrutarem de uma vida ainda ativa, em um ambiente seguro e assistido.

Importante o idoso compreender que, num local assistido, ele manterá essa autonomia tão necessária. Só não terá que se preocupar com IPTU, manutenção, mercado, empregada, contas de energia, água e internet…. 

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3- Lembre ao idoso que a outra alternativa pode ser a solidão 

Viver só pode ser perigoso durante a terceira idade. Existem riscos de quedas ou de passar mal por algum motivo e não ter ninguém para ajudar. 

Às vezes confiar em uma empregada ou cuidadora que vem por certos períodos pode não ser a solução de todos os problemas, pois tem-se que pensar no período em que ela não está. 

4-  Ajude o idoso a tomar consciência dos riscos que corre

O melhor será, primeiro, refletir calmamente e em conjunto com o próprio idoso sobre a sua real situação. 

A manutenção do idoso em sua casa sem o devido acompanhamento promove a sua insegurança em caso de acidente ou de mal-estar, podendo levá-lo para um estado de maior sofrimento ou mesmo de maior dependência.

A entrada em um lar no momento de crise não permite uma escolha ponderada e dificulta a integração do idoso no mesmo.

5- Fique atento aos sinais de saúde do idoso

Quando o idoso está ficando esquecido, confuso ou repetitivo, são sinais de um possível processo inicial demencial. Pode ser mais complicado aos familiares apresentar razões para a mudança de casa, pois a pessoa se torna incoerente. 

Não consegue entender as razões plausíveis como segurança ou ter cuidados. E até pode colocar-se bastante contra se a família quiser utilizar como argumento algum problema cognitivo. Neste caso, o melhor é convencê-lo a passar um período por outras razões, como uma reforma na casa, férias da empregada, ou o tratamento de um probleminha clínico, uma espécie de reabilitação monitorada para se fortalecer. Ou seja, motivos que não se relacionam ao seu estado de saúde mental.

6- Tenha calma e paciência 

Seja no caso de solidão ou em estado de situação incapacitante por alguma doença, convencer um idoso a sair de sua casa é uma situação muito difícil e necessita muita paciência com a pessoa mais velha. Uma boa sugestão é escutá-lo em caso de recusa e perguntar os motivos de sua escolha. 

A partir daí, é possível tentar convencê-lo baseado em seus próprios argumentos. A maioria das pessoas não deixam os idosos se expressarem ou falarem o que pensam, e muitas vezes essa atitude pode ser a razão da recusa deles em morar com outra pessoa que passará a viver com eles, especialmente aqueles que sempre foram independentes durante sua vida inteira.

Ouvir as pessoas idosas e ponderar com elas de modo calmo e persuasivo sem tentar impor-lhes nada, pode ser uma boa alternativa de convencimento.

7- Proponha um período experimental

Um pouco à semelhança das crianças quando vão a primeira vez para o jardim, os idosos precisam de tempo para se adaptarem. Até que se sinta melhor no lar do que em sua própria casa! 

Se o idoso estiver lúcido, esta jornada pode ser proposta numa perspectiva experimental, envolvendo-o na decisão e na avaliação do lar escolhido.

Veja mais: Descubra Porque as Relações Sociais são Importante para Idosos

Gostou do conteúdo de hoje e ficou curioso (a) para saber mais sobre os serviços do Seniors Club? Entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas. Se preferir, basta agendar uma visita para conhecer cada espaço que o residencial oferece aos nossos queridos hóspedes. 

Cuidar do Idoso em Casa ou em um Lar de Idosos: Qual é a melhor escolha?

O número de idosos no Brasil é cada vez maior. Os habitantes com mais de 60 anos já são mais de 25 milhões e em 2030 serão 30% de toda a população brasileira. Isso significa um salto de 25 para 70 milhões de idosos em 10 anos. E nesse contexto, os idosos precisam de mais e melhores opções para envelhecer com saúde e bem-estar. Então, o que seria melhor para eles, ser cuidado em casa ou em um lar de idosos?

Veja mais: Como é Possível Desfrutar da Convivência em Um Lar de Idosos?

Além dos fatores demográficos, avanços na medicina e a adoção de melhores hábitos, contribuem para que a expectativa de vida aumente. Se o aumento da população com mais de 60 anos já é surpreendente, o aumento da população de idosos com mais de 80 anos é, proporcionalmente, maior.

Diante disso, a dificuldade ou dependência em relação às atividades essenciais para a qualidade de vida do idoso, como as de autocuidado, obriga muitas vezes, que a família busque alternativas para cuidar do ente querido. Essa situação será cada vez mais comum. Não é falta de vontade ou de carinho.

Acontece que os tempos mudaram, as famílias são menos numerosas que antes e as mulheres, que costumavam cuidar dos afazeres da casa e dos membros da família, hoje trabalham tanto quanto os homens. Durante o dia, com todos fora de casa trabalhando, não tem ninguém para ficar com o idoso e dar a ele o cuidado e atenção que necessitam. A viuvez, a ocorrência de doenças, as incapacidades, ou ainda a distância dos familiares, podem exigir decisões que envolvam a necessidade da busca por opções como, cuidadores, residenciais ou lares de idosos.

Se considerado que pessoas de idade supervalorizam algumas coisas, como por exemplo, a casa onde moram e que na maioria das vezes a família sente-se culpada por transferir seu ente querido para um lar de idosos, pelo estigma que isso carrega, a opção de contratar um cuidador para atender ao idoso em casa é vantajosa por ser a mais fácil. Porém, infelizmente essa é a única vantagem.

As questões culturais que envolvem culpa e julgamentos, acabam adiando a busca por um residencial ou lar de idosos, que certamente atenderia melhor às expectativas da família e as necessidades idoso. E isso ocorre mesmo quando já se esgotaram as possibilidades de cuidar do ente em casa, e esse é o grande erro.

Veja mais: Qual é a importância de um ambiente preparado para o idoso?

Contratar um profissional para atender ao idoso em casa, durante as 24 horas, custa aproximadamente R$ 12.000,00 mensais. Esse valor não leva em consideração alimentação e que a casa deve ser adaptada para atender as necessidades de segurança, com corrimãos, guarda-corpos, barras de segurança nos banheiros, etc. E principalmente, não considera o fato de que em casa, com um cuidador, o idoso é apenas “assistido” e sua vida se resume apenas a comer, dormir e assistir TV.

Em um lar de idosos sério, todas as necessidades do hóspede serão atendidas, desde a alimentação até a atenção diária com a medicação, e ele ainda terá atendimento especializado em várias modalidades. Mesmo os idosos independentes, sem incapacidades e com autonomia, podem optar por viver em um lar de idosos, como forma de se integrar a outras pessoas da sua idade, desenvolver atividades e obter facilidades no seu dia a dia. Muitas vezes simplesmente como parte de um desejo de não depender dos familiares e preservar a sua autonomia e privacidade.

Para escolher a opção adequada para quem você ama, para quem o criou, ou até para você mesmo, é extremamente importante conhecer pessoalmente as instituições e levar em consideração alguns critérios que irão auxiliar na tomada de decisão.

Fique atento à localização, ao sistema de visitas, aos cuidados e modalidades de estadia oferecidos pelo lar de idosos, ao estado de conservação da propriedade, o tamanho das acomodações, profissionalismo da equipe assistencial e dos gestores. A grade de serviços e atividades oferecidas também são relevantes e, o mais importante: como você se sente ao conhecer o local.

Veja mais: Qual é o Custo Benefício de um Lar para Idosos 

Permitir que seu familiar amado desfrute das mordomias de um ótimo lar de idosos nunca será significado de abandono e sim de amor e cuidado.

Sinais que um Idoso com Alzheimer Precisa de Cuidados Especializados

A doença de Alzheimer (CID 10 G30) é uma doença neuro-degenerativa que provoca o declínio das funções cognitivas, reduzindo as capacidades de trabalho e relação social. Com o passar do tempo, ela também interfere no comportamento e personalidade da pessoa, causando consequências como a perda de memória.

No início, o paciente pode até lembrar de acontecimentos muito antigos, mas acaba esquecendo coisas simples, como uma refeição que acabou de realizar.

O Alzheimer é a causa mais comum de demência – um grupo de distúrbios cerebrais que causam a perda de habilidades intelectuais e sociais. Na doença de Alzheimer, as células cerebrais degeneram e morrem, causando um declínio constante na memória e na função mental.

Veja mais: Tudo o que você precisa saber sobre alzheimer

Sintomas de Alzheimer

Os primeiros sintomas são aumento do esquecimento ou confusão leve que podem ser os únicos sintomas da doença de Alzheimer que você percebe. Mas ao longo do tempo, a doença rouba mais de sua memória, especialmente as memórias recentes. A taxa em que os sintomas pioram varia de pessoa para pessoa.

Se você tem Alzheimer, você pode ser o primeiro a perceber que está tendo uma dificuldade incomum de lembrar as coisas e organizar seus pensamentos.

Ou você pode não reconhecer que algo está errado, mesmo quando as mudanças são perceptíveis para os membros da sua família, amigos íntimos ou colegas de trabalho.

Alterações cerebrais associadas à doença de Alzheimer levam a problemas crescentes com:

Memória

Todo mundo tem lapsos de memória ocasionais. É normal perder a noção de onde você coloca as chaves ou esquecer o nome de um conhecido. Mas a perda de memória associada à doença de Alzheimer persiste e piora, afetando sua capacidade de funcionar no trabalho e em casa.

Pessoas com Alzheimer podem:

  • Repetir afirmações e perguntas repetidamente, sem perceber que elas já fizeram a pergunta antes;
  • Esquecer conversas, compromissos ou eventos;
  • Perder-se em lugares familiares;
  • Eventualmente, esqueça os nomes dos membros da família e objetos do cotidiano;
  • Tenha dificuldade em encontrar as palavras certas para identificar objetos, expressar pensamentos ou participar de conversas;
  • Pensamento e raciocínio;
  • A doença de Alzheimer causa dificuldade em se concentrar e pensar, especialmente em conceitos abstratos como números.

Prevenção

Atualmente podemos atuar em cinco áreas de prevenção de demência que terão muito mais efeito se realizadas conjuntamente, e mais eficazes se iniciadas precocemente:

  • Atividade física apropriada para idade (de preferência atividade aeróbica);
  • Alimentação balanceada e voltada para alimentos naturais – dieta do mediterrâneo, alimentos ricos em ômega 3;
  • Prevenção de fatores de risco vascular como controlar diabetes, hipertensão, dislipidemias. Evitar tabagismo, álcool em excesso;
  • Atividade intelectual: testes, exercícios mentais, manutenção atividade profissional, programa de reabilitação cognitiva;
  • Preservação das relações sociais e familiares (convivência interpessoal, manutenção e reforço de vínculos afetivos).
  • Ainda não existem remédios milagrosos ou procedimentos definitivos, porém a medicina tem evoluído rapidamente na busca dos melhores recursos para tratar e prevenir o Alzheimer.

Confira abaixo, alguns sinais de que o idoso com Alzheimer precisa de cuidados especializados!

1. Dificuldade de realizar a higiene pessoal

O Alzheimer costuma ser classificado em três estágios: leve, moderado e avançado. Quando o transtorno está em seu estágio avançado, dessa forma, impacta ações de cuidados pessoais e até mesmo a capacidade de ir ao banheiro, com casos comuns de incontinência urinária e fecal.

Assim, a internação é recomendada a fim de que os pacientes possam receber as intervenções clínicas necessárias para que não tenham problemas com a evacuação e recebam auxílio na hora de tomar banho, pentear os cabelos e escovar os dentes, por exemplo.

2. Problemas para se alimentar

À medida que a doença avança, é comum que os pacientes se esqueçam de comer. Aos poucos, todavia, ela afeta até mesmo a capacidade de desempenhar essa ação, o que demanda acompanhamento.

Em casos mais avançados, há dificuldade de deglutição, o que torna fundamental o uso de sonda para nutrição do indivíduo.

3. Facilidade para se perder fora de casa

Conforme a doença progride, seus sintomas podem ser identificados pelo próprio paciente, enquanto a demência não tem um avanço extremo, ou por familiares e pessoas próximas.

É recorrente entre esses sintomas, a partir do estágio moderado, que haja limitações para andar na rua, como em visita a locais da vizinhança, e surja em seu lugar dificuldade para retornar ao lar.

Você provavelmente já deve ter ouvido falar sobre algum idoso perdido na rua, certo? Esse é um quadro comum que o Alzheimer pode acarretar e a internação se torna uma alternativa segura para a integridade do paciente, já que sua vulnerabilidade pode expô-lo a riscos e até mesmo à má fé de pessoas com intenção de os roubar ou praticar violência contra eles.

4. Excesso de agitação e agressividade

A demência e a perda de memória são situações bastante duras de se lidar, capazes de afetar a autoestima e o humor dos pacientes com Alzheimer.

Casos nos quais há episódios sucessivos de agitação e agressividade podem precisar de um auxílio médico diário, com prescrição de medicamentos e cuidados clínicos possíveis à manutenção de seu bem-estar

Gostou do conteúdo de hoje? Continue nos acompanhando para mais informações sobre saúde e qualidade de vida do idoso. Lembrando que no Seniors, nós oferecemos todos os cuidados médicos necessários que uma pessoa com nível de Alzheimer avançado precisa.

Saiba o melhor momento para procurar um geriatra

Saiba o melhor momento para procurar um geriatra


Quando a terceira idade se aproxima, surge uma pergunta fundamental. Devo procurar o geriatra? A resposta é sim, e o mais rápido possível!

Você já pensou em envelhecer com qualidade de vida? Sim, atualmente é possível envelhecer e manter uma boa qualidade de vida e bem-estar. Contudo, você precisa estar com a saúde em dia e manter o contato constante com o geriatra.

Consultar um especialista na terceira idade, o geriatra, é fundamental para aqueles que desejam o bem-estar após os 60 anos. Não deixe para procurar apenas em casos de dores ou sintomas avançados, o acompanhamento preventivo também é importante para uma velhice saudável.

Muitos se perguntam qual o momento certo para procurar um geriatra, não existe resposta certa, mas no texto de hoje vamos te ajudar a solucionar esse dilema!

Qual é o papel do geriatra?

O geriatra é o médico responsável e especialista em cuidados relacionados ao envelhecimento. Mas não confunda, o geriatra não substitui nenhum especialista específico como cardiologista e urologista, pr exemplo. Na verdade, ele deve trabalhar em conjunto com esses profissionais.

O médico geriatra faz o monitoramento geral dos pacientes, é ele quem vai ter um olhar mais amplo e analisar o caso como um todo, verificar quais medicamentos estão sendo ingeridos, adequar os cuidados necessários, entre outras coisas.

Entenda um pouco mais sobre o papel do geriatra:

Prevenir doenças

Quando procurado com antecedência, o geriatra é capaz de identificar e prevenir algumas doenças. Além de promover uma boa qualidade de vida ao longo do envelhecimento.

Promover qualidade de vida

A promoção da qualidade de vida e do envelhecimento saudável é um dos principais pontos da atividade do geriatra. Em alguns casos, o geriatra atende as pessoas que estão na fase final da vida. Nesses momentos, são eles os responsáveis por proporcionar qualidade e cuidados paliativos.

Ter uma visão ampla do paciente

Cada especialista possui um olhar focado em determinada área da saúde. Nessas situações, os médicos podem esquecer que os remédios que indicam podem reagir mal com o resto do organismo. Por isso, o geriatra é importante, analisa o paciente como um todo e organiza os medicamentos, atuando como um maestro.

Quando devo procurar um geriatra?

Não existe idade certa para procurar um geriatra, mas quanto mais cedo, melhor!

No Brasil, a terceira idade é definida a partir dos 60 anos, contudo é recomendado que a pessoa realize um acompanhamento médico, a vida toda, mas principalmente após os 40 ou 50 anos.

Após os 50 anos, o corpo começa a desenvolver o envelhecimento das células, assim, se torna mais suscetível ao aparecimento de doenças. Ao chegar nessa idade, é importante procurar um clínico geral e, dependendo dos resultados, continuar com acompanhamento de um especialista, o geriatra.

A procura precoce por cuidados e monitoramento permite que os médicos identifiquem situações e previnam complicações mais sérias. Quando o assunto é qualidade de vida, se precaver é sempre um cuidado importante.

Algumas pessoas adiam a procura por um geriatra por medo ou preconceito. Acreditam que consultar um geriatra é assumir que está envelhecendo. Mas acontece que nós vamos envelhecer de um jeito ou de outro, garantir um acompanhamento só irá te ajudar a envelhecer de forma mais saudável.

Não há solução mágica para o envelhecimento! O importante é chegar a terceira idade saudável e se prevenir para as possíveis complicações que virão a seguir. Por isso, não tenha medo, procure um geriatra e faça acompanhamento constante.

Aqui no Seniors Club contamos com uma equipe focada em garantir os melhores cuidados para o idoso e ser um suporte para o médico geriatra de nossos hóspedes! Agende uma visita!

Quais são os Riscos do Verão Para os Idosos?

Quais são os Riscos do Verão Para os Idosos?


Com a chegada do verão é importante estar atento para os riscos aos quais os idosos estão expostos. Confira no texto quais são esses riscos.

Os idosos são mais vulneráveis às complicações causadas pelas altas temperaturas. Desidratação, queda de pressão e indisposições alimentares e queimaduras são alguns dos problemas que chegam junto com o verão.

A desidratação ou perda excessiva de água do organismo é o distúrbio mais comum e o que deve ser mais evitado. Ela pode acontecer por vários motivos, como a menor capacidade de concentrar urina e reter líquido no organismo, menor sensação de sede, transpiração excessiva, entre outros.

Alguns quadros podem se tornar graves e apresentarem sintomas como queda de pressão arterial, tontura, perda da consciência e lesões em órgãos internos. Por isso, é importante se manter alerta e oferecer líquidos constantemente aos idosos.

Casos de diarréia e vômitos também são comuns em idosos nessa época do ano. Isso porque no verão, os alimentos se deterioram com mais facilidade e também estão sujeitos à contaminação por bactérias. 

Outro cuidado que merece atenção, é a exposição ao sol. A pele dos idosos geralmente é mais sensível, porque a passagem dos anos diminui a quantidade de água intracelular e isso os deixa mais propensos a queimaduras e até mesmo insolações.

E quais precauções podem ser tomadas?

Hidratar sempre!

Para evitar a desidratação é recomendado que os idosos bebam 30ml de líquidos para cada quilo de peso. Pode ser água, sucos, chás, água de coco ou isotônicos, o importante é que eles estejam bem hidratados sempre. As roupas devem ser leves e confortáveis e o ambiente deve estar sempre bem arejado, porque isso evita a transpiração excessiva.

Fuja do sol quente!

O horário ideal para tomar sol é até as 9h e após às 17h. E quando falamos em tomar sol, é o tempo suficiente para repor a vitamina D, coisa de 15 a 20 minutinhos, nada de ficar horas no sol. 

Use Protetor Solar.
Idosos devem receber hidratação constante por terem a pele mais sensível, é importante incluir também o uso de protetor solar, mesmo que não haja exposição ao sol. Sempre utilize proteção solar acima do fator 30.

Cuidado com a higiene e armazenamento de alimentos

Para evitar diarréias e vômitos e consequentemente desidratação, é necessário lavar sempre as mãos antes de manusear os alimentos, guardar alimentos perecíveis na geladeira e evitar consumir sobras do dia anterior.

E lembre-se, antes de realizar o uso de qualquer medicamento o idoso deve consultar o médico e receber a prescrição adequada para cada situação. 

Aqui no Seniors Club temos um time de profissionais cuidadores sempre atentos à saúde, cuidados e hidratação dos idosos, para que nossos hóspedes possam aproveitar o melhor do verão!